Queda de avião provoca a morte 100 pesquisadores do HIV/Aids
Cerca de 100 cientistas que estavam a bordo do Boeing 777 seguiam para a Austrália, onde aconteceria uma conferência sobre o vírus HIV e a Aids
A tragédia com o avião da Malaysia Airlines, nesta quinta-feira, 17, trouxe tristes notícias para o mundo da ciência. O voo que seguia para Kuala Lupur levava 298 pessoas a bordo. Dentre esses 100 cientistas estavam a caminho para uma Conferência Internacional sobre a Aids. A conferência iria iniciar neste domingo, 20, na Austrália.
Dentre os mortos estava o cientista holandês Joep Lange, 60. Ele era reconhecido com um dos maiores especialistas da doença no mundo. Lange dedicou 30 anos de sua vida para realizar pesquisas sobre o vírus HIV e a Aids. O cientista também era conhecido mundialmente por procurar tratamento com menos custos para países mais pobres. Um professor na Universidade South Wales, que trabalhou com Lange disse em um anúncio: “ Joep tinha um compromisso absoluto com os tratamentos contra o HIV na Ásia e na África”
O cientista, atualmente, trabalhava como professor de medicina na Universidade de Amsterdã e era o diretor do Instituto de Amsterdã para saúde Global e o Desenvolvimento. Joep também foi presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS). O atual presidente das IAS declarou: “O movimento HIV/Aids perdeu um gigante”
Sendo um dos primeiros a estudar as terapias mais acessivas da doença, Lange estava indo para Kuala Lumpur, onde encontraria sua mulher para um voo de conexão à Austrália. Com ele mais 100 pessoas seguiam para a conferência. Trevor Stratton, um consultor sobre a doença, disse em entrevista a uma rede australiana: “A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião, simplesmente não sabemos”.
Dentre os mortos estava o cientista holandês Joep Lange, 60. Ele era reconhecido com um dos maiores especialistas da doença no mundo. Lange dedicou 30 anos de sua vida para realizar pesquisas sobre o vírus HIV e a Aids. O cientista também era conhecido mundialmente por procurar tratamento com menos custos para países mais pobres. Um professor na Universidade South Wales, que trabalhou com Lange disse em um anúncio: “ Joep tinha um compromisso absoluto com os tratamentos contra o HIV na Ásia e na África”
O cientista, atualmente, trabalhava como professor de medicina na Universidade de Amsterdã e era o diretor do Instituto de Amsterdã para saúde Global e o Desenvolvimento. Joep também foi presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS). O atual presidente das IAS declarou: “O movimento HIV/Aids perdeu um gigante”
Sendo um dos primeiros a estudar as terapias mais acessivas da doença, Lange estava indo para Kuala Lumpur, onde encontraria sua mulher para um voo de conexão à Austrália. Com ele mais 100 pessoas seguiam para a conferência. Trevor Stratton, um consultor sobre a doença, disse em entrevista a uma rede australiana: “A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião, simplesmente não sabemos”.
Redação O POVO Online
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente
