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Deputado preso, Jacob integra comissão de plantão do Congresso

10:50 | Dez. 26, 2018
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Preso em regime semiaberto por falsificação de documento público e dispensa indevida de licitação, o deputado Celso Jacob (MDB-RJ) continuará a deixar o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para trabalhar mesmo durante o recesso parlamentar.

Jacob foi indicado por seu partido para integrar a comissão representativa do Congresso, que atua em caráter de plantão neste período.

O grupo, composto por sete senadores e 17 deputados, responde por demandas de caráter urgente que possam surgir entre 23 de dezembro e 1.º de fevereiro, mas só é acionado de fato em casos excepcionais.

Esta não é a primeira vez que Jacob integra a comissão de plantão. Desde que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2017, ele foi indicado durante os recessos de julho deste ano e do ano passado. Apesar de estar preso no regime semiaberto, Jacob obteve autorização da Justiça para exercer o mandato parlamentar.

Liminar

Outro parlamentar condenado que também está na lista dos plantonistas é o deputado João Rodrigues (PSD-SC). Sua pena também prevê o regime semiaberto. Ele, no entanto, está em liberdade desde agosto após conseguir uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O parlamentar passa as festas de fim de ano em Chapecó (SC), onde mora a sua família.

A comissão representativa do Congresso foi formada no início do mês respeitando a proporcionalidade partidária no Parlamento. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também integra o grupo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado

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Como o quadro de medalhas olímpicas explica a geopolítica

Olimpíadas
2021-08-02 11:18:00
Autor João Marcelo Sena e André Bloc
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A origem das Olimpíadas está intrinsecamente ligada à política. A primeira edição dos Jogos foram ainda no Século XIX, quando as forças se concentravam e se estabeleciam em estados fortes. O Comitê Olímpico Internacional (COI) foi fundado em Paris, na França, em 1894, sendo mais antigo do que nações como Cuba, Catar e as duas Coreias e poucas décadas mais nova do que a unificação de Alemanha e Itália ou mesmo da independência de Argentina, Brasil, Chile e tantos mais.

Nos primeiros Jogos Olímpicos de Verão, Atenas-1896, eram 14 nações, 241 atletas e 9 esportes. Hoje, em Tóquio-2020, são 206 países participantes, cerca de 12 mil competidores em 47 modalidades diferentes. Note-se que a Organização das Nações Unidas (ONU) conta com assentos fixos para 193 Estados-membros.

Atravessando séculos, as Olimpíadas cravam o nome na História. Assim, cada movimento geopolítico relevante deixa a marca nos Jogos. A influência de Adolf Hitler em Berlim-1936 ou da ditadura soviética então liderada por Leonid Brezhnev em Moscou-1980 são movimentos claros de interferência. Mas, para além destes efeitos diretos, o surgimento e queda de grande potências ou a disputa pela hegemonia deixam um rastro.

E esse rastro pode ser lido no quadro de medalhas de cada Olimpíada. 

 

 

A ascensão da União Soviética

Após a II Guerra Mundial, no fim da era Stálin, o governo soviético decide abandonar o boicote que fazia aos Jogos e adere ao Movimento Olímpico estreando em Helsinque-1952 já com o segundo lugar no quadro geral de medalhas. A força da nova potência se confirmaria com as lideranças em Melbourne-1956 e Roma-1960.

 Jogos olímpicos de Moscou, em 1980 (Foto: Foto: Divulgação)
Foto: Foto: Divulgação Jogos olímpicos de Moscou, em 1980

O domínio virou disputa a partir de então, com prevalência dos EUA em Tóquio-1964 e Cidade do México-1968 para ser consolidado pelos soviéticos nos três jogos seguintes: Munique-1972, Montréal-1976 e Moscou-1980, quando foi sede — e sofreu com o boicote dos rivais de alguns outras potências, após ocupação do Afeganistão.

Seguindo o contexto da Guerra Fria, a União Soviética (URSS) boicota os Jogos Olímpicos de Los Angeles-1984 e volta ao topo em Seul-1988, quando competiu pela última vez.

A URSS disputou apenas nove dos 28 Jogos realizados até Tóquio. O suficiente para, até hoje, seguir como segundo país com maior número de ouros na história.

Nos Jogos de Barcelona (1992), após a dissolução da URSS no fim do ano anterior, 12 das 15 ex-repúblicas soviéticas competem sob bandeira olímpica como equipe unificada — conhecida então como CEI —, e se mantém no topo do quadro.

Herdeira olímpica da URSS, a Rússia tenta manter a tradição nos Jogos, mas vê a China despontar como principal rival política e esportiva dos EUA pós-Guerra Fria. Foram dois segundos lugares em Atlanta-1996 e Sydney-2000; dois terceiros lugares em Atenas-2004 e Pequim-2008; e dois quartos lugares em Londres-2012 e Rio-2016. 

Os Jogos no Rio e os de agora em Tóquio são marcados por uma delegação reduzida, em meio a punições por um esquema de doping institucionalizado que faz o país competir neste ano sob nome e bandeira do “Comitê Olímpico Russo”, também chamado de ROC, pela sigla em russo.


 

 

O efeito soviético na Cortina de Ferro e em Cuba

 

 Ginasta Nadia Comanecci, estrela das olimpíadas de 1980 (Foto: Foto: UPI)
Foto: Foto: UPI Ginasta Nadia Comanecci, estrela das olimpíadas de 1980

O período da Guerra Fria foi também de resultados significativos para alguns países socialistas que não necessariamente tinham economias ou populações tão expressivos quanto a das potências dominantes. Notadamente, surgiram os casos de Bulgária, Cuba, Hungria, Polônia e Romênia.

A partir das décadas de 1960 e 1970, esses cinco países começaram a colher frutos de um forte investimento estatal no esporte aliado a robustos aportes da União Soviética e se tornaram ou se consolidaram como potências olímpicas, quase sempre ocupando o top-10 do quadro de medalhas.

Destaque para um terceiro lugar geral da Bulgária em Moscou-1980; um quarto e um quintos lugares de Cuba em Moscou-1980 e Barcelona-1992, respectivamente; e um segundo lugar da Romênia em Los Angeles-1984. A de se ressaltar, porém, o boicote de potência ocidentais na Olimpíada da capital soviética e da própria URSS na metrópole dos Estados Unidos.

Esses países se tornaram dominantes em esportes específicos e que distribuíam muitas medalhas como boxe e atletismo (Cuba), ginástica (Romênia), lutas e levantamento de peso (Bulgária), atletismo (Polônia), esgrima e natação (Hungria).

O fator URSS pode ser sentido a partir dos anos 1990. Com a queda da Cortina de Ferro, esses países viram os resultados despencarem. No entanto, nos casos de Cuba e Hungria, a tradição esportiva cultivada por décadas ainda faz com que se mantenham entre as 20 maiores forças olímpicas.

 

 

Muro de Berlim é campo de batalha de propaganda

 

Mais impressionante que a União Soviética é o desempenho fulminantes da Alemanha Oriental. A ex-república do lado leste do Muro de Berlim passou a competir separadamente da vizinha do oeste nos Jogos da Cidade do México-1968 e participou apenas cinco vezes. 

Depois de um quinto lugar no México, a Alemanha Oriental conseguiu um terceiro lugar em Munique-1972 e três segundos lugares consecutivos: Montréal-1976, Moscou-1980 e Seul-1988, ficando atrás apenas da URSS e superando os Estados Unidos em 1976 e 1988. Em Los Angeles-1984 houve boicote. 

As participações da Alemanha Oriental também são marcadas por suspeitas de doping institucionalizado, com vários competidores de natação e atletismo, por exemplo, ostentando recordes nos anos 1970 que duram até hoje. Alguns atletas chegaram a admitir esquemas em reportagens décadas depois, 

Após a reunificação, a Alemanha se manteve como potência, sempre figurando no top-6 dos Jogos. 

 

 

Ditadura Militar foi contrafluxo no esporte olímpico brasileiro

 

João Paulo, atleta brasileiro de Salto a Distância  (Foto: Foto: Sport Press)
Foto: Foto: Sport Press João Paulo, atleta brasileiro de Salto a Distância

É comum em alguns países a associação de ditaduras que investem pesado em esporte e bons resultados em termos de medalhas — as comunistas China, Cuba, Coreia do Norte e União Soviética são os exemplos mais óbvios. O caso da ditadura militar brasileira (1964-1985) passa longe dessa realidade. Durante esse período, o Brasil colecionou poucos resultados expressivos em relação à quantidade de medalhas. 

Os militares brasileiros utilizaram o futebol e a seleção brasileira como instrumentos esportivos principais de propaganda, dando pouca ou nenhuma atenção às demais modalidades. 

Nos seis Jogos entre 1964 e 1984, o Brasil conquistou apenas três medalhas de ouro, com desenvolvimento praticamente nulo do esporte. Entre 1920 e 1960 também foram três títulos.

O maior sucesso brasileiro começa a surgir somente após a redemocratização. Mais especificamente nos Jogos de Atlanta-1996 nos quais o Brasil conseguiu 3 ouros e 15 pódios no total, ambos recordes só superados em Atenas-2004 e Pequim-2008, respectivamente.

 

 

O que os Jogos Olímpicos dizem sobre a China de hoje


Observar a evolução de desempenho esportivo da República Popular da China é também entender como o gigante asiático se tornou uma potência política e econômica a partir do fim do último século. Passado o período maoísta, a China passa a se abrir mais para o mundo e dá os primeiros passos nos planos reformistas de Deng Xiaoping na construção do país que nos dias atuais é central em todas as decisões estratégicas na geopolítica.

Tênis de mesa se tornou atração nas Olimpíadas de Pequim(Foto: Foto: Divulgação )
Foto: Foto: Divulgação Tênis de mesa se tornou atração nas Olimpíadas de Pequim

A China estreou apenas nos Jogos de Los Angeles-1984, 35 anos após a chegada do Partido Comunista ao poder. Antes a “China” olímpica era aquela que até a década de 1970 era reconhecida na comunidade internacional como única China: Taiwan ou Formosa ou Taipei, que até hoje ainda participa das disputas. As mudanças de nome passam também pela influência chinesa, inclusive. 

Potência olímpica desde o começo, a República Popular da China só não esteve nas cabeças do quadro de medalhas nos Jogos de Seul-1988. O paralelo entre o crescimento esportivo do país a partir dos anos 1990 com a subida vertiginosa da economia chinesa neste período é inevitável.

Neste século, a China foi terceiro lugar em Sydney-2000) e Rio-2016 e segundo lugar em Atenas-2004 e Londres-2012. O ápice foi em casa. Além da liderança no quadro, os Jogos de Pequim-2008 serviram como o maior símbolo do gigante global que a China quis revelar que se tornaria dali para frente.

 

 

Japão de altos, baixos e cada vez mais altos

 

Naomi Osaka do Japão posa com o troféu da vencedora do Aberto da Austrália de 2021 (Foto: Patrick HAMILTON / AFP)
Foto: Patrick HAMILTON / AFP Naomi Osaka do Japão posa com o troféu da vencedora do Aberto da Austrália de 2021

A história olímpica japonesa é entrecortada por altos e baixos e pela II Guerra Mundial. Antes do conflito, o Japão se mostrava como potência insipiente, tendo bons resultados nos Jogos de Los Angeles-1932 e Berlim (1936). Após ser devastado por duas bombas nucleares e ser excluída da retomada dos Jogos, o país só vai recuperar o bom desempenho 20 anos depois, com o terceiro lugar como anfitrião, em Tóquio-1964, e na Cidade do México-1968.

Ao contrário da maior rival China, o crescimento do Japão não foi refletido imediatamente no quadro de medalhas. Mesmo com a segunda economia do mundo nos anos 1980 e 1990, o país não conseguiu se estabelecer nas primeiras posições daqueles anos.

Apenas a partir de Sydney-2000, o Japão volta a ficar no top-10, com a expectativa de ficar em segundo ou terceiro lugar neste ano em casa.

Curiosidade. Se a escolha de Naomi Osaka este ano para acender a pira olímpica foi cheia de simbolismo por igualdade, o escolhido nos Jogos de Tóquio em 1964 também não foi por acaso. Competidor do atletismo, Yoshinori Sakai nasceu no dia 6 de agosto de 1945 na província de Hiroshima, no mesmo dia em que caía perto dali a primeira e mais devastadoras das bombas atômicas que destruíram o Japão na II Guerra.

 

 

Países de um esporte só

Alguns países sem uma robusta economia ou tradição esportiva conseguem um desempenho esportivo nos Jogos Olímpicos relativamente significativo. É o caso de nações que concentram um grande número de pódios em apenas um esporte específico. Os casos mais notáveis podem ser observados no atletismo. 

Se Usain Bolt é o principal símbolo de uma Jamaica dominante nas provas rápidas, a tradição dos caribenhas precede a geração do raio e de Shelly-Ann Fraser-Price. Das 78 medalhas conquistadas pela Jamaica na história dos Jogos, 77 foram no atletismo. A exceção é David Weller, bronze no ciclismo nos Jogos de Moscou-1980.

Corredor olímpico, Ulsan Bolt, nas competições de Londres(Foto: Foto: AFP)
Foto: Foto: AFP Corredor olímpico, Ulsan Bolt, nas competições de Londres

Casos semelhantes ocorrem nas provas de fundo com Quênia e Etiópia, maiores potências e rivais nas disputas de longa distância. Depois de conquistar na maratona os históricos ouros de Adebe Bikila em Roma-1960 — com os pés descalços — e Tóquio-1964, os etíopes conquistaram 54 medalhas, sendo 22 ouros. Todos no atletismo.

O Quênia tem um desempenho ainda melhor. Das 103 medalhas conquistadas, 96 foram no atletismo e as demais sete no boxe. Para entender o tamanho do poderio do Quênia no atletismo foram 30 medalhas de ouro. Somados todos os esportes desde o início dos Jogos, o Brasil tem o mesmo número ouros.

Acabam sendo exemplos de investimento pontual e com resultado exponencialmente mais relevante.

 

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População enorme não significa sucesso esportivo 


Ter uma megapopulação ou um Produto Interno Bruto (PIB) de peso não significa sucesso olímpico. O principal caso é o da Índia, que tem o segundo maior número de habitantes (1,35 bilhão de pessoas) e a sexta economia do mundo.

Uma primeira explicação é social, pois uma gigantesca parcela da população infantil está na faixa de desnutrição, o que inviabiliza uma cultura em larga escala de esporte olímpico de alto rendimento. Outro ponto é a Índia tem como esporte nacional o críquete, profundamente enraizado no país, mas que não integra o programa olímpico.

Os maiores destaques olímpicos da Índia vêm de outro esporte herdado dos tempos de colonização britânica. Dos nove ouros da Índia, oito foram conquistados no hóquei sobre a grama masculino. O último deles, contudo, no longínquo ano de 1980, em Moscou.

Jogo de críquete, herança britânica, é o mais popular na Índia, mas não tem espaço nos jogos olímpicos(Foto: Foto: Divulgação )
Foto: Foto: Divulgação Jogo de críquete, herança britânica, é o mais popular na Índia, mas não tem espaço nos jogos olímpicos

No ranking de medalhas divididas pela população atual, a Índia é a lanterna entre os 148 países que já subiram ao pódio. Quem domina tal ranking são os países escandinavos, com três das cinco primeiras colocações. A Finlândia tem a melhor média, seguida de Hungria, Suécia, Bahamas e Dinamarca. O Brasil é o 93º do ranking, os EUA são 38º e a China é a 109ª (em que pese ter participado de apenas 9 Jogos).

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"Baile de favela" recebe versão especial em homenagem à medalhista olímpica Rebeca Andrade

tóquio 2020
2021-08-02 11:17:00
Autor Júlia Duarte
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A música tema da medalha de prata de Rebeca Andrade recebeu uma versão especial em homenagem à medalhista olímpica. No Fantástico, da Tv Globo, Mc João, que canta a versão original da música, apresentou ao público a nova versão no último domingo, 1º.

O cantor agradeceu à atleta por escolher a canção e louvou os feitas da ginasta. "Rebeca Andrade medalhista olímpica de ouro", disse Mc João.

"Ela veio quente e geral ta vendo que é competente vai fortalecendo", substituiu os versos iniciais da nova versão. A letra celebra os feitos da ginasta, que se consagrou a primeira ginasta brasileira medalhista olímpica. No domingo, 1º, ela quebrou a própria marca ao ganhar a segunda medalha nos Jogos Olímpicos, dessa vez uma de ouro na final do salto.

Por conta do sucesso de Rebeca nos Jogos, Baile de Favela, lançada em 2016, voltou a aparecer na lista de hits virais do Spotify. Confira como ficou a nova letra:

Ela veio quente e geral ta vendo
Que é competente vai fortalecendo
Na hora do pódio, tá comparecendo
Ganhou ouro e prata e mais uma tá querendo

Vai Rebeca: leve, forte e bela
Salta alto, quase sai da tela
Vai que ta bombando, baile de favela
Tá quase voando, tu tem mola na canela

A Rebeca é baile de favela
Força e ginga verde e amarela
Partiu pirueta, a torcida gela
Mirou na medalha que pisou no peito dela
A Rebeca é baile de favela
Força e ginga verde e amarela

Adeus a Tóquio

Rebeca competiu em sua última disputa nesta segunda-feira, 2. Com a nota 14.033, a brasileira terminou em quinto lugar na final do solo da ginástica artística e ficou de fora do pódio na final do solo da ginástica artística.

A atleta, que conquistou o ouro na prova do salto e prata na individual geral, teve a apresentação com a música "Baile de Favela" comprometida com a saída do tablado.

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Auxílio emergencial 2021: veja calendário de saque da 4ª parcela e informações sobre a 5ª

ECONOMIA
2021-08-02 11:12:00
Autor Alan Magno
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A Caixa Econômica Federal começa nesta segunda-feira, 2 de agosto, a liberação gradual do direito ao saque em espécie da quarta parcela do auxílio emergencial de 2021. Poderão sacar em dinheiro, trabalhadores do público geral nascidos em janeiro. 

Beneficiários do Bolsa Família que receberam o auxílio emergencial, já foram beneficiados com o direito ao saque no mesmo dia de depósito do auxílio. A Caixa encerrou o ciclo de pagamento desta rodada ainda na sexta-feira, 30 de julho.

O período de saque da quarta parcela se estende até o dia 18 de julho, data na qual está prevista, conforme calendário divulgado pelo Ministério da Cidadania, depósito da parcela do Bolsa Família de agosto, que durante vigência do período pandêmico, tem sido substituído pelo depósito do auxílio emergencial para os beneficiários do programa social.

O POVO lista abaixo calendário atualizado e completo da 4ª parcela com as datas de pagamento e saque do benefício e as informações até então divulgadas sobre a 5ª, 6ª e 7ª parcela do benefício. 

+ Auxílio emergencial prorrogado; quem tem direito e como fazer consulta

Com a antecipação do calendário da quarta parcela do auxílio emergencial de 2021, o público geral recebeu depósito do benefício cerca de uma semana antes do previsto inicialmente. O processo de liberação do direito ao saque começará onze dias antes do previsto.

+ Consulta do auxílio emergencial 2021 pelo CPF; saiba como fazer
Auxílio emergencial não caiu? Saiba como e até quando é possível contestar o pagamento

Ainda não há calendário definido para pagamento e liberação de saque da quinta, sexta e sétima parcelas do auxílio emergencial. No anúncio da prorrogação apenas foi informado que as novas parcelas do benefício serão pagas entre agosto e outubro, em cronograma a ser liberado pela Caixa.

Assim, espera-se, ainda em agosto, um pronunciamento oficial da Caixa e do Ministério da Cidadania para anúncio público do cronograma da prorrogação do pagamento do benefício. Pronunciamento deve ocorrer até o dia 18, data marcada para início do pagamento do Bolsa Família, que tem sido substituído pelo deposito das parcelas do auxílio emergencial. 

Na última quinta-feira, 15, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, pontuou que os beneficiários receberão por meio de mensagens via WhatsApp informações detalhes sobre pagamento e saque das próximas parcelas ainda neste mês de julho. A expectativa é que os pagamentos da 5ª parcela comecem próximo ao fim da liberação de saque da parcela anterior, na terceira semana de agosto

O pagamento das novas parcelas criadas, seguirá o mesmo principio de pagamento escalonado de acordo com a data de nascimento para público geral e levando em consideração o último dígito do NIS para beneficiários do Bolsa Família. 

LEIA TAMBÉM | Bolsonaro anuncia novo Bolsa Família com valor médio de R$ 300
Bolsonaro pretende acabar com abono salarial dos trabalhadores para pagar Bolsa Família de R$ 300

Seguem abaixo as datas atualizadas do novo calendário de pagamento e saque quarta rodada de pagamento do benefício deste ano para público geral e beneficiários do Bolsa Família:

Quarta parcela do auxílio emergencial 2021: novo calendário de pagamento (depósito na Poupança Social) - público geral

  • Nascidos em janeiro: 17 de julho
  • Nascidos em fevereiro: 18 de julho
  • Nascidos em março: 20 de julho
  • Nascidos em abril: 21 de julho
  • Nascidos em maio: 22 de julho
  • Nascidos em junho: 23 de julho
  • Nascidos em julho: 24 de julho
  • Nascidos em agosto: 25 de julho
  • Nascidos em setembro: 27 de julho
  • Nascidos em outubro: 28 de julho
  • Nascidos em novembro: 29 de julho
  • Nascidos em dezembro: 30 de julho

Quarta parcela do auxílio emergencial 2021: novo calendário de saques - público geral

  • Nascidos em janeiro: 02 de agosto
  • Nascidos em fevereiro: 03 de agosto
  • Nascidos em março: 04 de agosto
  • Nascidos em abril: 05 de agosto
  • Nascidos em maio: 09 de agosto
  • Nascidos em junho: 10 de agosto
  • Nascidos em julho: 11 de agosto
  • Nascidos em agosto: 12 de agosto
  • Nascidos em setembro: 13 de agosto
  • Nascidos em outubro: 16 de agosto
  • Nascidos em novembro: 17 de agosto
  • Nascidos em dezembro: 18 de agosto

Como funcionará a divulgação do calendário da 5ª, 6ª e 7ª parcela do auxílio emergencial pelo WhatsApp?

>> Uma conta oficial e verificada da Caixa passará a enviar as informações sobre o auxílio emergencial, especialmente sobre o cronograma das próximas parcelas do benefício. Ao todo, 500 milhões de pessoas devem ser beneficiadas com os envios.  

>> Receberão os avisos os clientes do auxílio emergencial com celular cadastrado no aplicativo Caixa Tem. O usuário poderá habilitar ou desabilitar o recebimento dos avisos.

>> Não é necessário fazer uma nova solicitação ou cadastro para receber os avisos no celular, basta checar se o número de contato informado no perfil do aplicativo Caixa Tem está atualizado. 

>> O assunto das mensagens automáticas incluem: informações sobre o calendário de crédito na conta poupança digital, o calendário de pagamento ou de saque em dinheiro e demais avisos e comunicados.

>> Mensagens serão gratuitas, garantindo que mesmo aqueles que não tenham acesso a internet, seja rede móvel ou banda larga, possam receber os informes.

>> Os comunicados serão enviados a partir de um único número da Caixa de forma automática, ou seja, sem a possibilidade de conversação, sendo utilizado apenas para o envio dos avisos. 

>> A Caixa ressalta que o perfil jamais solicitará qualquer dado ou informação adicional dos beneficiários, utilizando o canal apenas para enviar os informes oficiais, orientando inclusive aos beneficiários, que não respondam a mensagem recebida.  

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Obras do teleférico da estátua do Padre Cícero ultrapassam 70% de conclusão

ECONOMIA
2021-08-02 11:09:00
Autor Alan Magno
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Previsto para entrar em operação no segundo semestre de 2022, as obras do Teleférico do Horto, em Juazeiro do Norte, na região do Cariri, ultrapassam os 70% de conclusão e não devem ter o prazo de conclusão afetado pela pandemia de Covid-19. A informação foi divulgada pelo governador do Ceará, Camilo Santana (PT), em publicação nas redes sociais na manhã desta segunda-feira, 2 de agosto. 

De acordo com relatório divulgado pelo gestor estadual, metade das torres de infraestrutura e sustentação do teleférico já estão totalmente concluídas, dentre elas, as duas torres principais, a que marca o início do percurso planejado e a final, próximo à estátua do Padre Cícero.

As outras torres estão em construção e as estações que irão realizar o embarque e desembarque dos passageiros já apresentam toda fundação concluída, estando em fase de finalização. 

Veja vídeo do andamento das obras do teleférico de Juazeiro do Norte

O empreendimento está orçado em cerca de R$ 70 milhões e após entrega será um marco para o turismo religioso na região. O empreendimento contará com percurso de dois quilômetros, com elevação de 200 metros, feito entre a Estação Romeiros (inferior) e Estação do Horto (superior), na colina onde fica localizada a estátua do Padre Cícero

O projeto, de autoria da Secretaria do Turismo do Ceará (Setur) tem o andamento supervisionado pela Superintendência de Obras Públicas (SOP) e foi viabilizado por meio orçamento compartilhado entre o Estado e o Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo.

Ao todo serão 31 cabines climatizadas com capacidade para até oito passageiros cada, totalizando cerca de mil pessoas a cada hora, em média, de acordo estimativas do projeto. Espera-se que as cabines possam completar cada percurso em cerca de sete minutos e meio.

A execução do projeto é de responsabilidade do Consórcio Colina do Horto, a partir da construtora Andrade Mendonça e Doppelmayr Seilbahnen. A entidade assinou contrato de serviço com duração de 48 meses, para construção da obra, acompanhamento da primeira fase de funcionamento e ajustes operacionais. A ordem de serviço foi assinada ainda em novembro de 2019.

"O teleférico será muito importante para incrementar o turismo religioso no Horto do Padre Cícero e em toda região do Cariri. São centenas de obras do Governo do Estado em andamento, que movimentam a economia e geram milhares de empregos aos cearenses", comemorou Camilo ao divulgar o andamento das obras. 

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Bolsonaro quer disputar eleições por sigla em que escolha candidatos para SP e RJ

POLÍTICA
2021-08-02 11:07:47
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (2), que gostaria de concorrer à reeleição em 2022 por um partido que o permitisse escolher candidatos aos governos do Rio, de São Paulo e a oito cadeiras no Senado. "Se chegar num acordo nesse sentido e for bom para a outra parte, a gente faz um casamento. E tenha certeza que a gente vai ser feliz por um bom tempo", declarou em entrevista à Rádio ABC, de Novo Hamburgo (RS).
Bolsonaro reiterou que mantém negociações com o Progressistas, presidido pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. Sua filiação à sigla seria mais um passo em direção ao Centrão, ala mais fisiológica do Congresso com a qual o Planalto tem feito alianças em troca de governabilidade
O chefe do Executivo disse que pretende escolher a sigla pela qual disputará o pleito até março do próximo ano, quando ainda poderia escolher nomes para concorrer ao Legislativo e atuar como base de apoio do governo no Congresso em eventual segundo mandato. "A definição tem que vir no máximo em março. Se eu pensar em disputar uma eleição, tem que fazer uma bancada", afirmou o presidente.
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