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Cid articula bloco e diz que não será "nem oposição sistemática nem situação automática"

Sobre eleição para presidente do Senado, Cid disse que Tasso Jereissati "é um nome excelente, teria o perfil daquilo que se imagina para este lugar", mas não é a única opção
10:30 | Nov. 19, 2018 Autor - Tipo Notícia
Eleito para o Senado com mais de três milhões de votos, o ex-governador do Ceará Cid Gomes (PDT) articula a criação de um bloco que, de início, teria 17 dos 81 senadores, mas poderá unir siglas como Rede, PSB, PPS, PHS e PRB. Na Câmara, o PDT faz um movimento parecido com PSB e PCdoB.

[FOTO1] 

O objetivo, segundo ele, é criar um bloco de oposição "programática" ao governo Jair Bolsonaro (PSL) que supere o recorte ideológico da centro-esquerda e aglutine setores do centro e da centro-direita.

 

[SAIBAMAIS]"Não é nem oposição sistemática nem situação automática", disse o senador eleito em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

 

Segundo ele, se o PT, maior partido da oposição, quiser participar, terá que fazer uma "revisão" de sua postura histórica como oposição sistemática.

 

Cid elogiou Rodrigo Maia (DEM), que, conforme avalia, "inspira estabilidade" e sai na frente na disputa por mais um mandato na presidência da Câmara. Ele descartou apoio neste momento a Renan Calheiros (MDB) para comandar o Senado e disse que seu conterrâneo Tasso Jereissati (PSDB) é um "excelente nome", mas não o único.

 

Como o senhor e o PDT vão agir na oposição ao governo de Jair Bolsonaro?

 

A despeito das críticas à equipe que está sendo formada, nossa disposição é a de fazer uma oposição preocupada com a melhoria do País. Então se aquilo que a gente entende como melhor para o País vier como proposta do governo, terá nosso pronto apoio. E naquilo que a gente não concordar vamos procurar discordar construtivamente oferecendo alternativas e não simplesmente a velha tradição da oposição brasileira, quer seja PT ou PSDB, de apostar no quanto pior melhor. Torcemos para o País dar certo e queremos ajudar para que as coisas entrem nos eixos.

 

Com quais partidos vocês pretendem se aliar na oposição?

 

Citar nomes seria restringir. Quem comungar desses mesmos ideais nossos que são, resumidamente, nem oposição sistemática nem situação automática será bem-vindo, será bem-vindo em um esforço de atuação conjunta. Para além disso estamos articulando blocos no Congresso. No Senado este bloco, de partida, teria o PDT, Rede, PSB, PPS, vamos conversar com o PHS e PRB podendo chegar a 17 (senadores) com mais um senador com quem estamos conversando.

 

Este bloco é para disputar espaço na Mesa Diretora ou para fazer oposição?

 

Seria para ter uma postura mais repartida, discutida, no Senado. Além disso, este bloco conversará com outros partidos com vistas à participação em comissões técnicas e na Mesa Diretora.

 

[QUOTE1]A oposição a Bolsonaro pode ter um recorte que não seja ideológico, que vá além da centro-esquerda?

 

Não tenho dúvida disso. O comportamento vai e vem do Bolsonaro despertará muitas preocupações na esquerda e na direita. Acho que foi o (Fernando) Collor quem disse que o governo dele deixaria a esquerda perplexa e a direita enfurecida. Os primeiros passos do Bolsonaro são muito parecidos com estes na direção da imponderabilidade. O que não quer dizer, repito, que esteja tudo errado. Só que quero dizer que ele tem tido um comportamento fora do eixo tradicional de esquerda e direita.

 

Neste sentido é importante que o comando das Casas fique com nomes da política tradicional?

 

Eu não diria assim. Diria que dada a imponderabilidade de um governo é muito importante que o Legislativo inspire e atue no sentido de dar serenidade e estabilidade ao Estado no sentido amplo dos três Poderes. Isso não quer dizer que seja alguém da política tradicional.

 

Quais os nomes que o senhor defende para as presidências da Câmara e do Senado?

 

Prefiro não citar nomes, mas há na Câmara a possibilidade de reeleição do Rodrigo Maia (DEM), o que não acontece no Senado. Então é óbvio que ele é o nome que parte na frente. Ele está neste espectro de centro, de partido que não é nem situação automática, apesar de já ter três quadros escolhidos para o Ministério, nem oposição sistemática. Ele inspira estabilidade, até porque foi essa a postura dele nos dois anos de governo ou desgoverno Temer.

 

E no Senado?

 

No Senado imagino que a gente primeiro componha o meio de campo com estas características que já citei e que cada partido também se agrupe em blocos e apresente os nomes.

 

[QUOTE2]Renan Calheiros poderia cumprir este papel?

 

Sinceramente acho que neste momento, não. Não quero fazer disso um movimento a favor de sicrano e contra fulano. Até encontrei com ele lá no Senado e disse que vai chegar muita intriga até ele, mas pode ter certeza que não é essa a intenção. O que nós defendemos é um posicionamento da Casa e alguém com experiência.

 

Tasso Jereissati é uma opção?

 

Vou repetir que isso não é um movimento em prol de pessoas, é de um posicionamento, embora seja claro que no final pessoas representarão este posicionamento. O Tasso é um nome excelente, teria o perfil daquilo que se imagina para este lugar, mas certamente não é o único nome.

 

De que forma vocês pretendem se relacionar com o PT?

 

Se o PT se afinar com essas ideias, não temos nada contra. Se o PT amadurecer e achar que é razoável sair da posição que lhe é histórica de fazer oposição sistemática, tudo bem, nada a opor.

 

O PT poderia fazer parte destes blocos?

 

Desde que faça uma revisão, um mea-culpa do seu posicionamento histórico, que é de fazer oposição sistemática quando não são eles o governo.

 

Qual será o papel de Ciro neste próximo período?

 

O partido tem ratificado, já está marcando uma nova reunião para dezembro, o compromisso da atuação e quer que o Ciro seja o protagonista dessa atuação.

 

O senhor prevê um rearranjo partidário neste próximo período?

 

Na hora que você tem uma cláusula de desempenho que faz com quem 10, 12 partidos não possam mais ter tempo de televisão nem recurso do Fundo Partidário, isso por si só já é uma partida para um rearranjo partidário. Para além disso, acho que alguns partidos vão passar por processos de discussão internos que poderão levar a cisões e, a partir disso, a outros arranjos partidários. Cito como exemplos o PSDB e o MDB. Acho que estes dois partidos vão ter processos internos de disputa pelo comando e de posicionamento muito fortes que devem descambar para cisões.

 

Agência Estado

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"Eu não posso receber?", diz Bolsonaro sobre encontro com neta de ministro de Hitler

EXTREMA-DIREITA
2021-07-29 16:42:00 Autor Filipe Pereira Tipo Noticia

O presidente Jair Bolsonaro falou na manhã desta quinta-feira, 29, sobre seu encontro com a deputada alemã Beatrix von Storch, neta de um ministro de Adolf Hitler, no Palácio do Planalto. O discurso foi feito durante bate-papo com apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada.

“Semana passada tinha um deputado chileno e uma deputada alemã visitando lá a Presidência, poxa, tratei, conversei, bati um papo. Vai que a deputada alemã é neta de um ex-ministro do Hitler. Pô, me arrebentaram na imprensa. Eu acho que a gente não pode ligar um pai a um filho, muitas vezes, né? Fez uma coisa errada, ligar a outro. Os regimes comunistas, né?, quando não encontravam o homem acusado de algum crime, prendiam a esposa deles, prendiam filhos”, afirmou o presidente.

Ao se justificar, Bolsonaro então questionou: “Eu não posso receber essa deputada? Foi eleita democraticamente na Alemanha”. Logo depois, o mandatário defendeu que, se for ver a ficha de cada um para ser atendido, “vai demorar horas”.

Fotos da visita com Bolsonaro foram publicadas por Beatriz von Storch nesta segunda-feira, 26. No registro, aparece o deputado federal Eduardo Bolsonaro, com o qual ela já havia se reunido antes. A alemã aparece posando ao lado do presidente em meio a imagens das “motociatas” promovidas pelo chefe do Executivo. Em outra, ela entrega uma peça de arte de presente para o Bolsonaro.


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Marvel confirma lançamento da série do Gavião Arqueiro para novembro

Hawkeye
2021-07-29 16:39:00 Autor Clara Menezes Tipo Noticia

A Marvel Studios divulgou em suas redes sociais que a série “Hawkeye” estreia no dia 24 de novembro no Disney+. O estúdio ainda revelou a primeira imagem exclusiva com os protagonistas Jeremy Renner e Hailee Steinfeld.

A narrativa acompanhará a trajetória de Clint Barton, conhecido como Gavião Arqueiro nos quadrinhos da Marvel e em seu universo cinematográfico. O enredo oficial, porém, ainda não foi anunciado.

De acordo com as informações já divulgadas, depois de anos com as responsabilidades de seu alter-ego, o personagem deve passar seu posto para uma próxima heroína. A escolhida será Kate Bishop, uma jovem Vingadora.

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Em entrevista para a revista estadunidense Entertainment Weekly, Renner comenta: “Kate é uma jovem de 22 anos e é uma grande fã do Hawkeye. Ela tem um jeito maravilhosamente irritante e igualmente charmoso, porque ela é uma 'fangirl' do Hawkeye”.

Ele continua: “O relacionamento dos dois cresce a partir disso, mas a maior questão para Clint é Kate Bishop e os vários problemas que ela traz para sua vida”.

O ator ainda cita como foi trabalhar com Hailee Steinfeld. “Eu só queria protegê-la, porque há muitas coisas físicas. Ela é uma atriz maravilhosa, uma humana maravilhosa, e mal posso esperar para ver todas as coisas legais que ela é capaz de fazer”.

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A série foi escrita e produzida por Jonathan Igla. “Hawkeye” entra para a lista de obras audiovisuais da Marvel criadas exclusivamente para lançamento no Disney+.

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O podcast Vida&Arte é destinado a falar sobre temas de cultura. O conteúdo está disponível nas plataformas Spotify, Deezer, iTunes, Google Podcasts e Spreaker.

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Antecipação do 13º do RGPS piorou resultado de junho, diz secretário do Tesouro

ECONOMIA
2021-07-29 16:38:30 Autor Agência Estado Tipo Notícia
O resultado primário registrado pelo Governo Central (Tesouro Nacional, INSS e Banco Central) veio pior do que nos meses anteriores e foi impactado por questões como a antecipação do 13º de aposentados e pensionistas, que foram pagos em maio, junho e julho neste ano. A análise é do secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt.
Em junho, a diferença entre as receitas e as despesas ficou negativa em R$ 73,553 bilhões, o segundo pior desempenho para o mês da série histórica, que tem início em 1997, atrás apenas de junho de 2020, quando o rombo foi de R$ 211,117 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. "Temos recuperação no resultado primário em 12 meses", destacou Bittencourt.
Em 12 meses até junho, o governo central apresenta um déficit de 401,0 bilhões, equivalente a 4,7% do PIB. A meta fiscal proposta pela equipe econômica para este ano admite um déficit de até R$ 247,118 bilhões, mas despesas como o combate à pandemia não entram na conta.
Meta
O secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, disse que vê com bons olhos a possibilidade de reduzir o valor do déficit projetado na meta fiscal "para qualquer ano".
Ontem, o Broadcast revelou que a equipe econômica deve reduzir a meta fiscal para 2022, recém-aprovada em déficit de R$ 170,5 bilhões. O corte pode ficar entre R$ 60 bilhões e R$ 70 bilhões.
Além de incorporar a melhora da arrecadação, a medida teria potencial para frear o ímpeto do Congresso de aprovar benesses que signifiquem renúncia de receitas - inclusive na reforma tributária.
Bittencourt disse que não comentaria especificamente os dados da reportagem e ressaltou que ainda há "muitos temas em aberto para 2022" e que precisam ser endereçados antes de qualquer decisão.
O secretário ressaltou diversas vezes, porém, que a revisão da meta no sentido de apontar uma aceleração da consolidação fiscal é vista com bons olhos pela equipe. "Sempre que pudermos alterar meta para melhorá-la, isso será visto com bons olhos", disse Bittencourt.
Como mostrou o Broadcast, com a revisão da meta de 2022, seria a primeira vez que o governo melhora oficialmente a trajetória esperada para o resultado primário. Em 2016, quando o governo Michel Temer fixou pela primeira vez uma meta fiscal negativa de R$ 170,5 bilhões, a previsão era de uma redução gradual no rombo nos anos seguintes, mas a velocidade da melhora frustrou expectativas. Desde então, as metas de 2017 e 2018 foram alteradas para pior, a de 2020 foi afastada devido à calamidade provocada pela pandemia de covid-19, e o alvo para 2022 também acabou ficando mais negativo que os R$ 127,5 bilhões indicados inicialmente pelo governo.
A revisão da meta fiscal para 2022 é considerada pela área econômica uma direção correta e até um "caminho natural", uma vez que a receita extra não pode ser empregada em novas ações do governo devido ao teto de gastos, outra regra fiscal que limita o avanço das despesas à inflação.
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Seleção feminina reencontra Canadá por vaga na semifinal olímpica

Esportes
2021-07-29 16:38:18 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O adversário que a técnica Pia Sundhage mais vezes enfrentou no comando da seleção feminina de futebol está novamente no caminho. Nesta sexta-feira (30), as brasileiras encaram o Canadá pelas quartas de final da Olimpíada de Tóquio (Japão) às 5h (horário de Brasília), no estádio de Miyagi, na cidade de Rifu.

No comando do Brasil desde agosto de 2019, Pia encarou quatro vezes as canadenses. Em novembro daquele ano, a seleção atropelou as rivais: 4 a 0 no Torneio Internacional da China. Em março do ano passado, no Torneio Internacional da França, as equipes empataram por 2 a 2. Em fevereiro deste ano, o escrete canarinho superou as norte-americanas por 2 a 0 no She Believes, competição realizada em Orlando (Estados Unidos). Há pouco mais de um mês, em Cartagena (Espanha), os times não saíram do zero no último amistoso antes da Olimpíada.

Curiosamente, enfrentar o Canadá em um mata-mata olímpico costuma resultar em conquistas às equipes dirigidas por Pia. Nos Jogos de Pequim (China), em 2008, a técnica eliminou as rivais nas quartas de final e levou os Estados Unidos à medalha de ouro - contra o Brasil na final, inclusive. Quatro anos depois, em Londres (Grã-Bretanha), em 2012, novamente a frente das americanas, a sueca despachou as canadenses na semifinal.

"O Canadá é um bom time. Os jogos contra elas são apertados. Espero que seja um bom jogo e que consigamos fazer nosso melhor na defesa. Precisamos ter atenção na [atacante Christine] Sinclair, que é experiente [duas vezes medalhista de bronze, com mais de 300 jogos pela seleção] e inteligente. Não podemos deixá-la ter o domínio da partida", alertou Pia, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (29).

"Um detalhe que observamos nos jogos anteriores é que elas seguem um padrão de jogo. Temos que descobrir qual é esse padrão e preparar nossas jogadoras, especialmente no ataque. Quanto aos gols, creio ser a hora de marcarmos em jogadas de escanteio", completou a técnica.

O Brasil encerrou a primeira fase na segunda posição do Grupo F, com os mesmos sete pontos da líder Holanda, ficando atrás pelo saldo de gols. Na última terça-feira (27), as brasileiras superaram a Zâmbia por 1 a 0, gol de falta da meia Andressa Alves. Na ocasião, boa parte das titulares foi poupada e deve retornar contra o Canadá. O único desfalque certo é a zagueira Poliana, que sofreu uma pancada na cabeça diante das africanas e terá de fazer uma ressonância magnética para verificar se houve concussão.

Companhia aérea ITA estreia em Fortaleza em agosto

Aviação
2021-07-29 16:36:00 Autor Beatriz Cavalcante Tipo Notícia

A Itapemirim Transportes Aéreos (ITA) estreia em Fortaleza no dia 1º de agosto, próximo domingo, com voo do Aeroporto Internacional de Fortaleza para aeroporto de São Paulo-Guarulhos, com escala em Natal (RN). A empresa promete despacho gratuito de bagagem para todas as classes tarifárias e marcação de assentos sem nenhum custo adicional.

Os voos da ITA serão realizados por aeronaves Airbus A320, com capacidade para transportar confortavelmente até 162 passageiros. São 18 assentos a menos ante configuração máxima do modelo.

A empresa iniciou seus voos comerciais no último dia 1º de julho e já está atuando nos aeroportos de São Paulo-Guarulhos (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte-Confins (MG), Rio de Janeiro-Galeão (RJ), Porto Alegre (RS), Porto Seguro (BA), Salvador (BA) e Curitiba (PR). A partir de 1º de agosto de 2021, além de Fortaleza, a passará a voar para Florianópolis (SC), Maceió (AL), Natal (RN) e Recife (PE).

As passagens já estão à venda no site da companhia, em voeita.com.br, e nas agências de viagem parceiras.

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