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Bolsonaro critica "marxismo na educação" e descarta presidente do Inep como ministra

17:30 | Nov. 19, 2018 Autor - Tipo Notícia
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira, 19, que existe um "marxismo" na educação brasileira que "entrava o Brasil". "A educação desde há muito está aparelhada. Há um marxismo lá dentro que entrava o Brasil. Em 13 anos de (governo do) PT dobrou-se o gasto em educação e a educação foi lá pra baixo", criticou Bolsonaro, durante entrevista concedida na frente de sua casa, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio). "A prova do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) é bem clara no tocante a isso aí. A molecada não sabe fazer uma regra de três simples, interpretar um texto, então tem coisa errada", criticou.

 

Bolsonaro descartou a possibilidade de a presidente do Inep (órgão do Ministério da Educação responsável inclusive pelo Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem), Maria Inês Fini, ser escolhida para ministra da Educação: "Pode esquecer. Essa não esteve à frente do Enem? Está fora, cartão vermelho", disse o presidente eleito.

 

A prova do Enem aplicada neste ano incluiu uma questão que gerou polêmica por abordar linguagem usada pelo público homossexual. Depois disso, Bolsonaro já anunciou que a próxima prova, a ser aplicada em 2019, terá de ser submetida a pessoas do governo.

 

Banco

 

Bolsonaro falou com a imprensa nesta segunda-feira ao voltar de mais uma visita ao banco: "Eu saio por aí, sou um ser humano, de vez em quando dou uma saidinha. Fui ao banco, mas não fui ao caixa 2", brincou.

Agência Estado

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Vacinação em Fortaleza: confira lista de agendados para sexta, 30/7 (30 de julho)

COVID-19
2021-07-29 23:04:00 Autor Redação O POVO Tipo Notícia

A Prefeitura de Fortaleza divulgou uma lista de vacinação contra Covid-19 para aplicação nesta sexta-feira, 30 de julho (30/7). Desde a ultima quarta-feira, 28, a aplicação da primeira dose dose foi interrompida na Capital por falta de estoque. A listagem atual contempla a população em geral, gestantes e puérperas, além de agendados para aplicação da segunda dose (D2). O público nascido até julho de 1995 continuará ser vacinado. 18.887 pessoas dessa faixa etária devem receber a D1 do imunizante.

>> Confira lista da população em geral (D1) agendada para esta sexta (30/07):

>> Confira lista da agendados (D2) para esta sexta (30/07):

>> Confira lista de gestantes e puérperas (D1) agendadas para esta sexta (30/07):

Atualmente, de acordo com a ferramenta Vacinômetro, já foram aplicadas cerca de 5.417.527 doses de imunizantes no Ceará. Ao todo, 1.447.408 pessoas receberam a D2, outras 148.087 receberam a dose única da vacina Janssen e também completaram o esquema vacinal.

LEIA MAIS | Vacinação Covid-19: como me cadastrar e conferir se estou cadastrado e agendado?

Capital já vacinou 1,9 milhão contra Covid-19

Até quarta-feira, 28, 502.357 fortalezenses completaram o esquema vacinal contra a Covid-19, por meio da aplicação de duas doses, e garantiram uma maior proteção da doença. Com pelo menos uma das doses, o total vacinado é de cerca de 1,4 milhão de pessoas. As informações foram divulgadas no Vacinômetro da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).

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Bolsonaro: Quero eleições no ano que vem, vamos realizar eleições no ano que vem

POLÍTICA
2021-07-29 23:03:22 Autor Agência Estado Tipo Notícia
O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta quinta-feira, 29, em transmissão semanal pela internet, que haverá eleições em 2022, mas reiterou sua oposição ao atual sistema eletrônico de computação dos votos. "Eu quero eleições no ano que vem. Vamos realizar eleições no ano que vem, mas eleições limpas, democráticas, sinceras", declarou.
Ao lado de um 'analista de inteligência', a quem se referiu apenas como Eduardo, o chefe do Executivo atacou novamente o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, por fazer articulação junto a parlamentares para barrar a PEC do voto impresso, de autoria da deputada federal Bia Kicis (PSL-SP), em comissão especial no Congresso. Segundo Bolsonaro, o magistrado convenceu integrantes do Legislativo a mudar a orientação de suas bancadas sobre a mudança do sistema eleitoral.
"Onde quer chegar esse homem que atualmente preside o Superior Tribunal Eleitoral? Quer a inquietação do povo? Quer que movimentos surjam no futuro, que não condizem com a democracia?", questionou.
O presidente afirmou, incorretamente, que as urnas eletrônicas funcionam com a mesma tecnologia desde 1996, quando passaram a ser utilizadas para contabilizar votos no Brasil. De acordo com informações do TSE, os aparelhos mantiveram apenas a aparência, mas os modelos foram trocados em 2008 por versões com alterações em dispositivos internos. O software sofreu diversas reformas a partir de vulnerabilidades detectadas em cinco testes públicos de segurança realizados entre 2009 e 2019.
Eleições em SP
Bolsonaro colocou em dúvida a legitimidade da apuração da eleição para a Prefeitura de São Paulo, realizada em 2020. Segundo ele, houve um padrão suspeito na sequência de computação dos votos. Para endossar sua tese, apresentou prints que mostram como a ordem dos candidatos na disputa manteve-se a mesma desde quando havia apenas 0,39% das urnas apuradas até o fim da contagem. Os porcentuais eram similares.
"Isso não é um indício fortíssimo de que algo estranho aconteceu? Em uma eleição em uma cidade grande como São Paulo há diferenças enormes de tendências de eleições. Um bairro mais pobre, o outro mais risco. Um bairro que a área representa mais comunidades, outra menos. A tendência é variar isso aí. E não variou", disse durante transmissão semanal nas redes sociais.
Após admitir que tal constatação não consiste em prova de fraude, Bolsonaro citou fatos desconexos, como a capital paulista ter o terceiro maior orçamento da Federação. Ele reiterou ataques ao presidente do TSE e ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, por se opor ao voto impresso.
"Devemos continuar acreditando em um homem apenas, no caso o presidente do TSE, que bate no peito e é o dono da verdade? Diz que as urnas são confiáveis, e ponto final. Vamos mudar o sistema, presidente Barroso", declarou. Bolsonaro atacou também a Corte ao dizer que "quem tirou o Lula da cadeia é quem vai contar os votos na sala escura do TSE".
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Bolsonaro afirma que quer se aproximar cada vez mais do parlamento

POLÍTICA
2021-07-29 22:58:20 Autor Agência Estado Tipo Notícia
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na sua live semanal que quer se aproximar cada vez mais do parlamento. Nesta semana, tomou posse como ministro da Casa Civil o senador Ciro Nogueira (PP-PI), um dos líderes do Centrão.
"Não temos problema com esse novo parlamento que está aí, com os novos presidentes da Câmara e do Senado. São pessoas que têm ajudado muito o Brasil. Me sinto bem quando falo com eles, temos o mesmo sentimento", disse.
Bolsonaro repetiu algumas vezes durante a transmissão que respeita a Constituição e que quem pede um novo AI-5 "quer o impossível". "Eu quero dar golpe em mim mesmo?", questionou. "Eu já sou o presidente". No mesmo discurso, ele fez questão de dizer que respeita os militares. "Desrespeitados até há pouco tempo".
Ele, no entanto, falou sobre limites e respeito entre poderes. "Não se justifica um deputado federal estar preso", disse em referência ao seu aliado, o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ).
Foram mais de duas horas de live. Bolsonaro havia prometido apresentar provas sobre fraudes nas urnas eletrônicas, o que não aconteceu. Por fim, o presidente mostrou apenas uma mistura de fake news, vídeos descontextualizados que circulam há anos na internet e análises enviesadas sobre números oficiais da apuração dos votos.
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Presidente defende voto impresso nas eleições durante live

Política
2021-07-29 22:53:35 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

O presidente Jair Bolsonaro voltou hoje (29) a defender a utilização do voto impresso nas eleições durante a realização de live semanal, que nesta quinta-feira, excepcionalmente, durou 2 horas e 49 minutos. Normalmente, a live presidencial tem a duração de cerca de 1 hora. 

Durante transmissão realizada pelas redes sociais, e que teve, entre outros, a participação do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, foram apresentados vídeos de eleitores que foram às urnas em eleições anteriores apontando supostos indícios de fraudes na utilização da urna eletrônica.

“Voto impresso auditável e contagem pública dos votos é um instrumento de cidadania e paz social, garantia de paz e prosperidade, de harmonia entre os Poderes. Nenhum Poder é absoluto, todos nós temos limites. O que o povo quer, e nós devemos atendê-lo, é exatamente um sistema de votação onde se possa ter a garantia de quem se votou, o voto vai para aquela pessoa. Assim, nós conseguiremos, com toda certeza, uma paz no Brasil, conseguiremos antecipar possíveis problemas e nós partiremos para a normalidade”, afirmou. 

Bolsonaro desafiou aqueles que cobram que ele apresente provas de que há fraude na urna eletrônica a mostrarem que o sistema não pode ser fraudado. “Será que se fazer eleições é seguro, é blindado? Os que me acusam de não apresentar provas, eu devolvo a acusação. Me apresente provas [de que a urna eletrônica] não é fraudável”.

O presidente também disse que defende a realização das eleições. “Eu quero eleições no ano que vem, vamos realizar eleições ano que vem, mas eleições limpas, democráticas, sinceras”, afirmou.

TSE

Mais cedo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, voltou a defender a segurança da urna eletrônica. Durante um evento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Acre, o ministro voltou a reafirmar que jamais foi registrada nenhuma fraude desde a implantação das urnas eletrônicas, em 1996.

De acordo com o ministro, antes das urnas eletrônicas, urnas de lona desapareciam, votos em branco viravam votos para candidatos e “toda eleição tinha a suspeição da fraude”. 

Barroso disse que a decisão sobre a adoção do voto impresso no país é do Congresso Nacional, mas considera que a medida não é segura. “Ele [voto impresso] precisa ser transportado. Estamos falando de 150 milhões de votos em um país em que muitas regiões têm problemas de roubo de carga, milícias e facções criminosas. Vamos criar um mecanismo de auditoria que vai trazer insegurança, riscos para o sistema”. 

O ministro reafirmou que o voto eletrônico é auditável.  “Gostaria de desfazer a crença de que voto impresso e voto auditável sejam a mesma coisa. O voto eletrônico é auditável quando tudo começa, porque o programa tem seu código-fonte aberto a todos os partidos. A urna produz um arquivo digital chamado registro digital do voto e qualquer partido pode pedir e imprimir os votos. O sistema é seguro, transparente e auditável em muitas de suas etapas”.

Pela sua conta oficial no Twitter, o TSE respondeu à live do presidente. Entre outras postagens, o tribunal postou que “investigadores da edição de 2019 do Teste Público de Segurança (TPS), entre os quais, peritos da @policiafederal, admitem que novas barreiras de segurança da urna eletrônica são eficazes”.

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