Americanos vão às ruas após morte de mulher por agentes de imigração em Minneapolis

Americanos vão às ruas após morte de mulher por agentes de imigração em Minneapolis

Uma mulher foi morta a tiros em Minneapolis por um policial do Serviço de Imigração dos Estados Unidos, o ICE, nesta quarta-feira, 7. A morte gerou uma onda de protestos no país. O cruzamento em que a mulher foi morta foi tomado por manifestantes. Outros atos foram convocados nesta quinta-feira, 8, em Estados como Nova York, Carolina do Norte e Texas, Califórnia e Utah.

A versão oficial do governo de Donald Trump é de que o agente agiu em legítima defesa após a vítima, que estava em um carro, ameaçar o atropelar. O relato é contestado por testemunhas e por um vídeo que registrou o momento do disparo.

Vídeos da abordagem mostram que, após o agente de imigração sacar uma arma, Renee Nicole recuou seu carro. A versão é confirmada por relatos obtidos pelo jornal americano The Washington Post com moradores do local, que fica a poucos quilômetros de onde George Floyd foi morto em 2020.

O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, afirmou nesta quarta que a alegação do governo Trump de que o agente do ICE agiu em legítima defesa é um "lixo" e "uma grande mentira".

Frey conta com o apoio do governador de Minnesota, Tim Walz, que criticou duramente a versão apresentada pelo Departamento de Segurança Interna. O companheiro de chapa de Kamala Harris na eleição presidencial de 2024 classificou a narrativa do governo Trump como "propaganda" e afirmou que o Estado garantirá uma investigação "completa, justa e rápida" para assegurar responsabilização.

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