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Wagner diz que governistas praticam "ódio" e prega eleição "sem extremismos"

Em evento do União Brasil em Russas, o pré-candidato pediu a aliados que "não caiam em provocações" e fez discurso marcado por críticas a impostos estaduais

Principal pré-candidato da oposição ao Governo do Ceará, o deputado Capitão Wagner (UB) comandou neste sábado, 14, em Russas, evento do União Brasil para as eleições deste ano. Em discurso no evento, o parlamentar destacou que vem sendo alvo de “ódio” de adversários na disputa, mas pregou uma disputa “sem extremismo” e “provocações”.

“Do lado de lá eles praticam ódio e ficam dizendo que nosso discurso que é de ódio. Nosso discurso é de paz, de tranquilidade”, disse Wagner, ao lado de prefeitos do Vale do Jaguaribe e deputados aliados. “Estou muito preocupado com essa eleição, com o extremismo. Eleição é a festa da democracia, a gente não quer violência”, continua.

“Por conta do cenário que se avizinha, vamos ter que ter muito cuidado. Vão colocar palavras na boca, vão provocar para ver se você agride alguém. Quando provocarem, saia de perto”, diz o pré-candidato, que citou ataques que estaria recebendo do presidenciável Ciro Gomes (PDT). “A cada ataque do Ciro, eu só vou olhar para Deus e pensar ‘meu pai, perdoa, abençoa e dá unção para esse homem entender a besteira que está dizendo”.

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O deputado também ironizou discurso de adversários de que ele não possuiria, caso eleito, equipe formada para viabilizar ações de governo. “Eu tenho achado muita graça, mas estão tentando colar a narrativa de que nós não temos time. Olha a moleza, aqui não tem time não, tem seleção”, disse, apontando para o palanque do evento.

Neste sentido, Wagner cita, por exemplo, a pré-candidata a deputada federal Dra. Mayra (PL), que integrou até recentemente pasta do Ministério da Saúde no governo Jair Bolsonaro, o empresário Geraldo Luciano e o ex-deputado estadual Carlos Matos (UB), que chegou a ser secretário de Agricultura no governo Lúcio Alcântara.

No discurso deste sábado, Capitão Wagner focou falas principalmente na questão de impostos e dos índices de violência do Estado. No primeiro assunto, o deputado chegou a prometer uma redução, caso eleito, do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado sobre combustíveis.

“Taxa de luz solar? Comigo não. Taxa de poço profundo, comigo não (...) tenho compromisso com minha equipe econômica de rever toda essa tributação absurda. Muita gente dizendo do preço do posto do combustível. Pois eu vou baixar o ICMS dos combustíveis, pode anotar e cobrar”, afirma.

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