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General sobre o STF: "Togas não serviriam de pano de chão, pelo cheiro podre que exalam"

O presidente do Clube Militar do Rio de Janeiro criticou a condenação de Daniel Silveira e festejou indulto concedido por Bolsonaro

O presidente do Clube Militar do Rio de Janeiro, o general de reserva Eduardo José Barbosa, publicou nesta sexta-feira uma nota no site da entidade, intitulada Esperança Democrática, criticando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de condenar o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) e festejando o indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro.

Após afirmar que foi um "julgamento político, inconstitucional e imoral, com o intuito de cercear o sagrado direito universal da Liberdade de Expressão", mas sem citar o nome de Silveira, o general afirma que o decreto presidencial "restabeleceu o estado de direito". Segundo Barbosa, os ministros da Suprema Corte estão alinhados com o pensamento de políticos de esquerda, "que insistem no retorno ao poder de criminosos".

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"Lamentável temos, no Brasil, ministros cujas togas não serviriam nem para ser usadas como pano de chão, pelo cheiro de podre que exalam", afirma Barbosa, na nota. Em seguida, parabeniza o País pelos 522 anos de descobrimento "com renovada esperança de que a verdadeira democracia há de prevalecer".

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