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ONU: Bolsonaro cita crise no Afeganistão e promete visto humanitário para cristãos

A população de cristãos no Afeganistão é minoria, com pouco mais de 10 mil pessoas, segundo estimativas. Enquanto isso, mulçumanos representam 99% da população do país
12:08 | Set. 21, 2021
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Repórter de Política
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Tipo Notícia

Em discurso na 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira, 21, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o Brasil oferecerá asilo para “cristãos, mulheres, crianças e juízes afegãos", mas não citou os mulçumanos, ampla maioria no país acometido pela crise após o grupo extremista Talibã retomar o poder. Pouco antes, o presidente havia defendido a "liberdade de culto".

“O futuro do Afeganistão também nos causa muita apreensão. Concederemos visto humanitário para cristãos, mulheres, crianças e juízes afegãos”, disse Bolsonaro em um dos poucos momentos em que falou de política externa na ONU.

A população de cristãos no Afeganistão é minoria, com pouco mais de 10 mil pessoas, segundo estimativas. Enquanto isso, mulçumanos representam 99% da população do país.

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"Nesses 20 anos dos atentados contra os Estados Unidos da América, em 11 de setembro de 2001, reitero nosso repúdio ao terrorismo em toda as suas formas. Em 2022, voltaremos a ocupar uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU”, concluiu o presidente brasileiro.

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