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TCU suspende auditor que fez 'relatório paralelo' citado por Bolsonaro

10:47 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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O auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva, do Tribunal de Contas da União (TCU), foi suspenso das funções da Corte por 45 dias, sem direito a salário. A decisão foi tomada pela comissão do tribunal montada para estudar uma punição a ele. O servidor é autor de uma pesquisa não oficial que contestava o número de mortes por covid-19 em 2020 e apontava, sem amparo técnico, que o número poderia ser 50% menor que o informado oficialmente.
"O fato teve o potencial de provocar uma crise institucional entre a Corte e o Poder Executivo, com graves constrangimentos para todos os integrantes desta Casa", declarou a comissão do TCU no documento que informou a suspensão.
O levantamento não oficial feito por Marques aponta "supernotificação" de mortes por covid-19 no País. No ano passado morreram 195 mil pessoas em decorrência do coronavírus no Brasil. O relatório foi inserido no sistema do TCU sem que constasse de qualquer processo do órgão.
Esse documento foi citado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para comprovar sua tese de que cerca de metade dos óbitos registrados como covid-19 não seriam causados pela doença. O tribunal o desmentiu a versão no mesmo dia.
De acordo com o depoimento de Alexandre Marques à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, o texto foi repassado ao seu pai, Ricardo Silva Marques, que o encaminhou a Bolsonaro. O pai do auditor é amigo do presidente e tem um cargo na Petrobras.
Alexandre chegou a ser indicado para assumir a diretoria de Compliance do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas foi barrado pelo regimento interno do tribunal, que não permite que um servidor da casa possa ser cedido para uma instituição que pudesse ser alvo de apuração da Corte de Contas.

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FMI: vacinação acelerada contra covid adicionaria US$ 9 tri à economia em 5 anos

ECONOMIA
10:38 | Set. 13, 2021
Autor Agência Estado
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Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva afirmou que a economia global geraria mais US$ 9 trilhões em recursos ao longo de cinco anos caso a vacinação contra a covid-19 fosse acelerada ao redor do mundo, a partir da alocação de US$ 50 bilhões para o combate à crise sanitária.
Durante painel na Conferência de Montreal nesta segunda-feira, 13, Georgieva disse considerar a imunização global a "principal política econômica" para o futuro próximo.
Dos US$ 9 trilhões que seriam adicionados à economia, cerca de US$ 1 trilhão iria para economias avançadas por meio de receitas e tributos, segundo ela.
Ainda que espere um crescimento robusto, ao redor de 6%, do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2021, e acima de 4% em 2022, Georgieva afirmou estar preocupada com a "divergência perigosa" que se forma entre as recuperações de países que estão vacinando suas populações e que puderam liberar medidas de apoio fiscal ao longo da pandemia, e aqueles que têm dificuldade para fazer ambos.
Para a diretora-gerente do FMI, as medidas de apoio não devem ser retiradas neste momento, uma vez que a crise sanitária não terminou. Ela advogou, no entanto, a favor de um suporte mais "direcionado" a setores econômicos e sociais específicos.

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Covid-19: Brasil registra menor média de casos desde maio de 2020

Média móvel de casos de Covid-19
10:38 | Set. 13, 2021
Autor Levi Aguiar
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O Brasil contabilizou 293 mortes e 10.615 novos casos de Covid-19, se acordo com informações do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgadas no último domingo, 12. Em relação à média móvel de casos dos últimos sete dias, o País registrou 15.571. Esse é o menor número desde 21 de maio de 2020, quando o Brasil teve média de 15.310 casos na semana.

Sobre o mapeamento de mortes pela doença, a média móvel foi de 460, taxa que também apresentou recuo. A última vez que o Brasil havia apresentado um número com índice menor que a média móvel de 460 foi em 13 de novembro de 2020, com 389.

A média móvel serve para analisar se os números de casos confirmados e o de mortes por Covid-19 na última semana têm aumentado ou diminuído, em relação ao mesmo intervalo de tempo das semanas anteriores.

LEIA MAIS | Brasil acumula 20,9 milhões de casos e 586,5 mil mortes por Covid-19

Praia do Futuro tem movimentação intensa neste domingo; frequentadores se dizem seguros com vacina

No total, segundo o Conass, o Brasil acumula 20.999.779 casos de Covid-19 e 586.851 óbitos. O Ministério da Saúde (MS) anunciou, no sábado, que 70 milhões de pessoas já foram vacinadas com duas doses ou a dose única da vacina contra a Covid-19 e completaram a imunização contra o novo coronavírus. 

O número corresponde a 44% do total da população maior de 18 anos com o esquema vacinal completo. Já na primeira dose, foram mais de 136,9 milhões de primeiras doses aplicadas. O número, segundo o MS, condiz a 85% da população maior de 18 anos.

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Cinco estados não registram mortes por Covid-19 nesse domingo, 12

10:20 | Set. 13, 2021
Autor Euziane Bastos
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Acre, Amapá, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe são os cinco estados que não registraram mortes por Covid-19 neste domingo, 12. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, existe uma tendência de queda dos casos em todo o País em comparação à média de 14 dias atrás.

Leia Mais - Opas: Américas registraram 1,6 milhão de casos de coronavírus na última semana

Nesse mesmo balanço, o Ceará encontra-se entre os estados que estão em estabilidade de casos. Dos estados nordestinos, é o segundo com mais óbitos pela doença, ficando atrás apenas da Bahia.

Leia Mais - Brasil acumula 20,9 milhões de casos e 586,5 mil mortes por Covid-19

Apesar do aumento de casos no início do ano, o Brasil começou a apresentar médias móveis abaixo de 1.000 a partir do final de julho. Em um dos piores momentos da pandemia, a média móvel de óbitos chegou a 3.125. Atualmente, o total de mortes em todo o País desde o início da pandemia é de 586.882.

Leia Mais - Adoção de protocolos contra Covid-19 é fator decisivo para 60% dos turistas brasileiros

Veja o histórico de médias móveis de óbitos da última semana no Brasil:

Segunda (6): 603
Terça (7): 526
Quarta (8): 461
Quinta (9): 457
Sexta (10): 453
Sábado (11): 468
Domingo (12): 473

O consórcio de veículos da imprensa, responsável pela apuração desses dados, é uma parceria entre seis veículos (G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL) e os balanços são feitos a partir de dados que são provenientes de secretarias estaduais de saúde.


Coronavírus no Ceará


IntegraSUS: última atualização em 12/09/2021
Ministério da Saúde: última atualização em 12/09/2021

Total de mortes (geral): 24.127
Registro de mortes nas últimas 24 horas: 0
Novas mortes nos últimos 7 dias: 9
Total de casos confirmados nos últimos 7 dias: 268


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SP: capital começa a aplicar dose adicional em idosos acima de 85 anos

Saúde
10:18 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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Começa hoje (13) na capital paulista a aplicação da dose adicional da vacina contra covid-19 para idosos acima de 85 anos. Podem se vacinar neste momento aqueles que tomaram a segunda dose ou a dose única há mais de seis meses. A estimativa é a de vacinar 76.849 mil pessoas. Também podem ir os postos (no período da tarde) para receber o imunizante da Pfizer aqueles que deveriam tomar a segunda dose da AstraZeneca desde o dia 1º de setembro.

Segundo a prefeitura, toda a rede de saúde estará aberta para a imunização do público elegível para primeira dose (D1), segunda dose (D2) e dose adicional. Os idosos devem comparecer a um dos postos de vacinação do município com o comprovante de vacinação, documento com foto e comprovante de residência na capital.

Com relação aos pacientes acamados em domicílio, em instituições de longa permanência para idosos e população indígena aldeada na cidade de São Paulo, a vacinação é feita pela equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do usuário. A vacinação dos idosos acontecerá com a vacina que estiver disponível nos postos de saúde.

Os idosos com mais de 60 anos que tenham tomado a segunda dose há mais seis meses na capital podem fazer a inscrição para receber as doses de reforço, caso haja dose remanescente próximo ao término das atividades do serviço de saúde. Para isso, é preciso apresentar o comprovante de vacinação com ciclo vacinal completo, documento com foto e comprovante de residência. Também podem se cadastrar para a aplicação do reforço, pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose ou única há pelo menos 28 dias.

A recomendação da prefeitura é a de que a população acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila.

A lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

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Brasil recebe mais de 5 milhões de doses da vacina contra covid-19

Saúde
10:08 | Set. 13, 2021
Autor Agência Brasil
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O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde recebeu neste domingo (12) o total de 5,1 milhões de doses da Pfizer/BioNTech. Os lotes desembarcaram pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Essa é a maior remessa já entregue pela farmacêutica em um dia desde o começo da campanha de vacinação.

Os lotes com as doses foram divididas em quatro voos ao longo do dia. O primeiro, com 1,3 milhão, desembarcou ainda na madrugada do domingo. O segundo voo, com 1,1 milhão de vacinas, chegou por volta das 10h30. Outras duas remessas, com 1,1 milhão e 1,5 milhão, chegaram à tarde.

Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas vão acelerar a campanha de vacinação que já imunizou mais de 70 milhões de brasileiros com as duas doses ou a vacina de dose única, ou seja, quase 44% da população adulta. Os reflexos da imunização da população aparecem nos dados epidemiológicos todos os dias. Na última semana, 23 estados estavam com ocupação de leitos abaixo de 50%.

Desde o início da campanha de vacinação, das 259,4 milhões de doses distribuídas aos estados e Distrito Federal, 59 milhões são da farmacêutica Pfizer/BioNTech. Para que as vacinas cheguem aos postos de imunização, as doses passam por um rápido e rigoroso controle de qualidade.

No total, o Ministério da Saúde já entregou aos estados e ao DF mais de 259 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Mais de 136 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose dos imunizantes, isto é, cerca de 85% dos 160 milhões de brasileiros com mais de 18 anos.

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