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Lula sobre Bolsonaro: "Não é de direita. É mais para Hitler e Mussolini"

O pronunciamento foi realizada durante entrevista ao rapper Mano Brown, no terceiro episódio do "Mano a Mano", divulgado nesta madrugada
16:25 | Set. 09, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter Política
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O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) avaliou nesta quinta-feira, 9, não acreditar que o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) possa ser classificado em um espectro de direita. Durante entrevista ao rapper Mano Brown, no terceiro episódio do "Mano a Mano", divulgado nesta madrugada, o petista defendeu que o mandatária seja equiparado a ditadores como Adolf Hilter e Benito Mussolini.

"O que tá acontecendo no Brasil não é uma disputa de direita e esquerda. É entre fascistas e democracia. Bolsonaro não é de direita. Ele tem que ser analisado mais pra Hitler e Mussolini do que pra um cara de direita. Porque ele não pensa. Ele não constrói um pensamento, ele constrói bobagem. Você não vê uma frase inteira dele dizendo alguma coisa que preste, é só bobagem", declarou Lula. 

 

 

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Associação de supermercados diz que não vê risco de desabastecimento com paralisação de caminhoneiros

ECONOMIA
13:32 | Set. 09, 2021
Autor Agência Estado
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O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Marcio Milan, disse que a instituição monitora as movimentações de caminhoneiros junto ao governo federal e não vê risco de desabastecimento. "De ontem para hoje mais de 50% dos movimentos foram desmobilizados", afirma.

Ele diz ainda que a crise hídrica e outros fenômenos climáticos que interferem nos preços de insumos não chegam rapidamente às gôndolas dos supermercados e que, por meio de uma ampliação no conjunto de marcas o varejo consegue negociar melhor aumento de preços.

"Ocorrências climáticas e hídricas demoram para chegar aos pontos de venda. Muitas vezes o reflexo se dilui", afirma.

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Movimento perde força: de 15 estados, apenas 5 ainda registram bloqueios de caminhoneiros

ECONOMIA
13:27 | Set. 09, 2021
Autor Alan Magno
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Em clima incerto e meio a críticas por parte de entidades sindicais, protestos de caminhoneiros que bloquearam vias em 15 estados brasileiros perde força. No começo da tarde desta quinta-feira, 9, caiu para cinco o número de estados que permanecem com vias federais bloqueadas pela ação dos manifestantes que, em discurso antidemocrático, pedem a destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Conforme boletim informativo do Ministério da Infraestrutura, até as 12h desta quinta, 9, apenas os estados da Bahia, do Maranhão, Minas Gerais, de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina permanecem com ocorrências de bloqueios parciais ou totais das vias. 

Em nota, a pasta destaca que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) segue atuando para minimizar os impactos dos protestos e liberar totalmente as vias. 

Os estados de Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia, Pará e Roraima, que até a manhã de hoje, estavam com rodovias paralisadas, tiveram o tráfego liberado. Porém, o fluxo de produtos e mercadorias escoa em ritmo lento nas regiões citadas em virtude da abordagem feita a todo veículo de carga. 

A abordagem ocorre em diversos pontos das rodovias, tanto por parte das forças de segurança, quanto por parte de manifestantes que permanecem reunidos nas margens das BRs dos estados. Ao todo, dois mil agentes da PRF encontram-se em operação conjunta para debelar os bloqueios das vias. 

"A PRF encontra-se em todos os locais identificados e permanece trabalhando pela garantia do livre fluxo nas rodovias federais, viabilizando o escoamento da produção assim como o direito de ir e vir dos motoristas e usuários", afirma a entidade. 

Em articulação com os manifestantes, foram criados 12 corredores logísticos em nove estados para atuarem como vias de escoamento de mercadoria para garantir o abastecimento no País. 

Veja onde estão localizados os corredores logísticos para escoamento de mercadoria

  • BR-040/Minas Gerais
  • BR-116/Rio de Janeiro (Dutra/Barra Mansa)
  • BR-040/Rio de Janeiro (Reduc)
  • BR-101/Espírito Santo
  • BR-376/Paraná
  • BR-153/Goiás (Anápolis)
  • BR-116/Bahia (Feira de Santana)
  • BR-101/Bahia
  • BR-101/Sergipe
  • BR-101/Pernambuco (Igarassu)
  • BR-116/Rio Grande do Sul (Vacaria)
  • BR-392/Rio Grande do Sul (Pelotas)

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Atos de caminhoneiros já ameaça abastecimento de gás de cozinha em MG

ECONOMIA
13:13 | Set. 09, 2021
Autor Agência Estado
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A partir da tarde desta quinta-feira, 9, o mercado de gás de cozinha em Minas Gerais já deverá mostrar sinais de falta de abastecimento por causa da paralisação dos caminhoneiros, informou o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg), Alexandre Borjaili, que vem recebendo informes de possível falta do produto também em outros Estados. "Temos informações que em várias regiões do Brasil que já começam a registrar crise no abastecimento", disse Borjaili sobre o movimento de apoio de parte da categoria ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que ameaça paralisar o Brasil.
Segundo Borjaili, outros combustíveis também poderão faltar, e é urgente que o governo tome alguma medida para que a situação não se agrave.
"É um absurdo o que o governo vem fazendo com sua omissão. Cortar o abastecimento é colocar vidas em risco", afirmou em áudio enviado ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Ele destacou que as polícias civil e militar devem ser convocadas para liberar as estradas ou, em breve, começará a faltar também alimentos, a exemplo do que ocorreu em 2018.
A paralisação dos caminhoneiros bolsonaristas pede a saída de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme solicitado pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Paralisação dos caminhoneiros: número de corredores logísticos criados para garantir abastecimento chega a 12

ECONOMIA
12:51 | Set. 09, 2021
Autor Alan Magno
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Frente ao risco de desabastecimento em virtude da paralisação de caminhoneiros no Brasil, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) segue em negociação com os manifestantes para articular vias pelas quais as mercadorias de primeira necessidade possam circular. Ao todo, 12 corredores logísticos foram criados em nove dos 15 estados que registraram bloqueios parciais ou totais de rodovias. 

As negociações com a categoria, que pede a destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de mais poder de decisão ao presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), ocorrem desde a madrugada da quarta-feira, 8 de setembro.

Inicialmente, seis corredores logísticos foram criados nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Goiás ainda na manhã desta quinta-feira, 9 de setembro. No começo da tarde, estratégia similar foi implementada na Bahia, em Sergipe, Pernambuco e no Rio Grande do Sul. 

Veja onde estão localizados os corredores logísticos para escoamento de mercadoria

  • BR-040/Minas Gerais
  • BR-116/Rio de Janeiro (Dutra/Barra Mansa)
  • BR-040/Rio de Janeiro (Reduc)
  • BR-101/Espírito Santo
  • BR-376/Paraná
  • BR-153/Goiás (Anápolis)
  • BR-116/Bahia (Feira de Santana)
  • BR-101/Bahia
  • BR-101/Sergipe
  • BR-101/Pernambuco (Igarassu)
  • BR-116/Rio Grande do Sul (Vacaria)
  • BR-392/Rio Grande do Sul (Pelotas)

Conforme boletim informativo do Ministério da Infraestrutura, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia, Pará e Roraima, onde houve bloqueios feitos pelos caminheiros durante a madrugada, o fluxo de veículos foi restabelecido integralmente.  

Apesar disso, nas localidades acima, o trânsito nas rodovias federais ainda ocorre com lentidão, em virtude da abordagem de veículos de carga feita tanto pelos agentes de segurança, quanto por caminhoneiros que seguem aglomerados nas margens das vidas.

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Bolsonaro abandona ataques e usa tom conciliador com China: "Essencial na produção de vacinas"

Brics
12:40 | Set. 09, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Autor
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adotou, nesta quinta-feira, 9, um tom conciliador ao tratar da China em encontro virtual da cúpula do Brics. em seu pronunciamento, o chefe do Executivo disse que o país foi essencial para a gestão da Covid-19 no Brasil, em especial pela produção de insumos para vacinas contra a Covid-19.

A fala de Bolsonaro representa um recuso de sua postura agressiva em relação aos chineses durante a pandemia, quando a China era alvo de críticas diretas de ministros como o da Educação, Abraham Weintraub, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. 

Ao se referir à China durante discurso no qual falou sobre parcerias bilaterais com os outros integrantes do Brics (Índia, Rússia e África do Sul), Bolsonaro disse: "Essa parceria tem se mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia no Brasil, tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira são produzidas com insumos originários da China". 

Curiosamente, ao longo da pandemia, os principais ataques de Bolsonaro à China ocorreram por meio de críticas aos imunizantes produzidos no país, exatamente o ponto em que fez elogios em seu discurso nesta quinta. O alvo preferencial de Bolsonaro era a CoronaVac, produzida em parceria do instituto Butantan, ligado ao Governo e distribuída primeiramente em São Paulo. Na época, houve atritos entre Bolsonaro e o governador de SP, João Dória (PSDB).

Outros imunizantes, como o desenvolvida pelo AstraZeneca e produzido no Brasil pela Fiocruz, também depende de insumos chineses para a sua fabricação. A 13ª Cúpula do Brics, grupo formado Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, é realizada por encontro virtual a partir de Nova Deli, na Índia, país que ocupa a presidência do bloco em 2021. 

Polêmicas

Em maio deste ano, o presidente sugeriu que o vírus foi criado em um laboratório na China. Para atestar sua afirmação, ele insinuou que o país asiático se favoreceu economicamente durante a pandemia. “Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês”, declarou. Em resposta, o governo da China avisou que se opõe com firmeza a "qualquer tentativa de politizar e estigmatizar" a pandemia de coronavírus. 

Em outro episódio, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, atualmente fora do governo, afirmou em entrevista à Rádio Bandeirantes que não foi racista e preconceituoso em sua publicação no Twitter em que criticava a China usando o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. "Quem disse que eu sou racista, tem que provar que sou racista. Eu não sou racista. Pela minha origem familiar e pela origem pessoal".

O ministro ainda acusou a China de segurar informações sobre o coronavírus e afirmou que, agora, o país estaria lucrando com leilões de equipamentos hospitalares, como respiradores. A publicação do tuíte por Weintraub gerou críticas na web, sendo que a própria embaixada chinesa repudiou o ministro da Educação. Ele escreveu, usando a fala característica do Cebolinha - que troca a letra "R" por "L".

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