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Ato contra Bolsonaro termina no Rio; organizadores calculam 20 mil pessoas

13:23 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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O protesto contra o governo Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro foi encerrado por volta das 12h30 desta terça-feira na Praça Mauá, na região central da cidade. Os organizadores estimaram 20 mil pessoas no pico do ato. A Polícia Militar do Rio não faz estimativas de público em manifestações.
A concentração do ato contra Bolsonaro começou por volta das 9 horas na rua Uruguaiana, esquina com a avenida Presidente Vargas. Os manifestantes iniciaram às 11 horas uma caminhada que fechou as quatro pistas da avenida Presidente Vargas, principal via do Rio, seguiram pela Avenida Rio Branco e terminaram com um ato na Praça Mauá, em frente ao Museu de Arte do Rio (MAR).
Durante a caminhada, manifestantes carregavam faixas e cartazes com "Fora, Bolsonaro" e "Bolsonaro genocida".
Muitos grupos portavam bandeiras de partidos políticos (como PT e PCdoB), de centrais sindicais (como a CUT) e de movimentos sociais diversos. As pautas incluíam mais educação, saúde, vacinação, defesa da democracia e contra privatizações.
Guardas municipais e policiais militares acompanham o protesto e orientam o trânsito na região. Não houve registro de ocorrências.
Lideranças de movimentos sociais e estudantis, sindicatos e partidos políticos se revezaram ao microfone dos carros de som levados pelos organizadores. Esteban Crescente, presidente da Unidade Popular Rio, da coordenação do ato, reconheceu que a adesão de manifestações anteriores foi maior, na faixa de 60 mil a 70 mil pessoas.
"Panfletamos na cidade ao longo da semana e percebemos o apoio da população. As pessoas criticavam o preço dos alimentos e dos combustíveis", disse ele. "Mas hoje é feriado, claro que é mais difícil mobilizar. Mesmo assim, entendemos que o ato foi muito bem-sucedido."

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Fux nega ida a Conselho e, sobre Bolsonaro, diz que vai 'aguardar São Paulo'

POLÍTICA
13:23 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse, por meio de sua assessoria, que não irá participar da reunião do Conselho da República anunciada nesta terça-feira pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Fux lembrou ainda que não há previsão legal de o chefe do STF integrar esse conselho.
Sobre a fala de Bolsonaro na manifestação em Brasília, que foi carregada de ameaça ao Judiciário e ao Congresso, Fux disse que vai "aguardar São Paulo" e falar com os ministros mais tarde.
Ainda nesta terça, Bolsonaro promete fazer "discurso robusto" no ato programado para ocorrer à tarde na Avenida Paulista, em São Paulo.
Mais cedo, na manifestação pró-governo na Esplanada, Bolsonaro disse que haverá na quarta-feira uma reunião do Conselho da República, com presença dos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, além de Fux.
Antes de Fux, as assessorias de Lira e Pacheco também informaram que até agora eles não foram convidados para o encontro.
O Conselho da República é regulado pela Lei 8.041/1990 e é um órgão superior de consulta do presidente da República, reunido por convocação do chefe do Executivo. A esse colegiado cabe pronunciar-se sobre intervenção federal, estado de defesa, estado de sítio ou "questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas".
O Conselho é presidido pelo presidente da República e dele também participam o vice-presidente, os presidentes da Câmara e do Senado, os líderes da maioria e da minoria de ambas as Casas, o ministro da Justiça e seis cidadãos brasileiros natos com mais de 35 anos (Presidência, Câmara e Senado nomeiam cada um dois cidadãos).

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Atos favoráveis e contrários ao presidente reúnem manifestantes no Rio

Geral
13:22 | Set. 07, 2021
Autor Agência Brasil
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Manifestantes favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro se reuniram na manhã de hoje (7) na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, desde pouco antes das 10h. Também nesta manhã, um grupo contrário ao presidente participou, no centro, do 27º Grito dos Excluídos, manifestação que ocorre sempre no feriado do 7 de Setembro.

No centro da cidade, os cartazes do protesto que começou na Rua Uruguaiana pediam a saída de Bolsonaro da Presidência e traziam as pautas do Grito dos Excluídos. Neste ano, o movimento tem como tema "Vida em Primeiro Lugar", destacando o desemprego, os impactos da pandemia de covid-19 e a defesa do Sistema Único de Saúde.

Alguns manifestantes levavam bandeiras de centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis. O protesto seguiu pelas avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, em direção à Praça Mauá.

Demonstrators protest against far-right President Bolsonaro's administration in Rio de Janeiro
 Protesto no centro do Rio pediam a saída de Jair Bolsonaro da Presidência - Reuters/Ricardo Moraes/Direitos reservados

No ato na zona sul do Rio de Janeiro, os manifestantes a favor do presidente usavam camisas verde-amarelas, portavam bandeiras do Brasil e exibiam cartazes, em português e inglês, em apoio a Bolsonaro e em defesa do voto impresso, além de mensagens contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

O protesto contou com carros de som, começou na altura do Posto 5 da Praia de Copacabana e fechou as duas pistas da Avenida Atlântica. A manifestação no bairro contou ainda com um comboio de motociclistas, que percorreu bairros das zonas oeste e sul do Rio.

President Bolsonaro supporters march in a show of support in Rio de Janeiro
Ato em apoio ao presidente na altura do Posto 5 da Praia de Copacabana - Reuters/Pilar Olivares/Direitos reservados

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Presidente da OAB-CE prega união e pede diálogo entre opositores neste dia 7 de setembro

PREOCUPAÇÃO
13:21 | Set. 07, 2021
Autor Gabriel Borges
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O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (Ceará) foi mais uma liderança a se manifestar neste dia 7 de setembro, data em que manifestantes favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) realizam atos em todo o Brasil.

Em entrevista concedida à Rádio O POVO/CBN, nesta terça-feira, 7, Erinaldo Dantas destacou que o diálogo é o único caminho para o país encontrar as soluções para os problemas enfrentados.

"O discurso que nós temos que ter, nós eu não digo só a OAB, mas todos aqueles que têm algum tipo de liderança, deve ser um discurso de união, de conclamar a paz, de baixar as tensões e tentar encontrar soluções para divergências", destacou.

Erinaldo demonstrou preocupação com manifestações pautadas por bandeiras antidemocráticas, que atentam contra a Constituição Federal.

LEIA TAMBÉM| "Ou o chefe desse poder (STF) enquadra o seu, ou esse poder pode sofrer aquilo que não queremos", diz Bolsonaro a apoiadores

"Eu vejo com muita preocupação essas manifestações do dia de hoje para que o abismo aumente cada vez mais, o que temos que fazer é construir pontes para que a gente perceba que, seja você de extrema direita ou de extrema esquerda, todo mundo quer a mesma coisa", disse o presidente da OAB-CE.

O advogado também comentou que o momento não deve ser utilizado para escalonamento de tensões, para ele, esse tipo de atitude só afasta o Brasil da estabilidade política.

"É fundamental que a gente não perca a capacidade de diálogo, que evite um acirramento, que a gente procure tentar fazer com que as pessoas baixem a bola e que a gente consiga conversar", opinou Erinaldo.

LEIA TAMBÉM| Alexandre de Moraes exalta "liberdade" e "democracia" neste dia 7 de setembro

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PM registra 2 abordagens por porte de droga durante ato pró-Bolsonaro em Brasília

POLÍTICA
13:07 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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A Polícia Militar registrou duas abordagens por porte de drogas durante o ato de apoio ao presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília. A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança do Distrito Federal. Uma das pessoas foi detida e levada à delegacia e a outra foi liberada após a abordagem.
De acordo com a secretaria, uma pessoa foi detida por policiais militares por portar drogas e quatro celulares na Esplanada dos Ministérios, local onde ocorreu a manifestação.
O detido foi conduzido à delegacia para autuação de flagrante.
Outro flagrante informado pela secretaria ocorreu atrás do Ministério da Economia, na mesma região, por porte de drogas e arma branca. O detido foi liberado após a abordagem, ainda no local.
"As revistas estão sendo realizadas em pontos estratégicos, em locais pré-determinados para os manifestantes pró e contra o governo", diz a nota.
De acordo com o governo do Distrito Federal, o Corpo de Bombeiros Militar não registrou nenhuma ocorrência grave durante a manifestação.

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Presidente do DEM, ACM Neto defende País 'livre do radicalismo'

POLÍTICA
13:03 | Set. 07, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do DEM, ACM Neto, defendeu nesta terça-feira, por meio das redes sociais, um País "livre do radicalismo". O líder e não chegou a endereçar as críticas, mas ressaltou que a atual luta do País deveria ser por um Brasil mais justo e menos desigual
"Um Brasil independente é um Brasil livre do radicalismo, que valoriza a democracia, e não o ódio. Hoje a nossa luta é por tolerância, comida na mesa dos brasileiros, emprego, respeito às diferenças e por um País mais justo e menos desigual. Essas são lutas diárias, aquelas que realmente importam e fazem a diferença na vida das pessoas", publicou o presidente do DEM.
As falas de ACM Neto acontecem enquanto Bolsonaro volta a aumentar o tom contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas manifestações convocadas por ele neste feriado. Nesta terça, Bolsonaro voltou a afirmar que as manifestações são endereçadas a "um ou dois" que, segundo ele, estariam atuando fora das quatro linhas da Constituição.
No discurso, Bolsonaro anunciou uma reunião do Conselho da República na quarta-feira e afirmou que usará a fotografia das manifestações deste 7 de Setembro para mostrar aos chefes dos demais Poderes "para onde nós todos devemos ir".

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