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Janja posta foto com Lula e forma física do petista viraliza nas redes sociais

Internautas usaram a foto do ex-presidente de chapéu, camisa e sunga para destacar sua forma física aos 75 anos
15:56 | Ago. 23, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter Política
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O retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Ceará repercutiu nas redes sociais após uma foto publicada pela pela companheira do petista, Rosângela da Silva, conhecida como Janja. Na noite deste domingo, 23, ela apareceu posando ao lado do petista em frente ao mar do Ceará. Com o ex-presidente de chapéu, camisa e sunga, internautas atentaram para sua forma física. 

Não demorou para o registro do fotógrafo Ricardo Stuckert se transormar virar meme em tom de humor. Internautas elogiaram o físico do ex-presidente, inclusive com provocações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro. 

Com foco no exercício físico utilizado para tonificar as coxas, diversas pessoas comentaram a forma da musculatura do petista."Lula deve estar fazendo muito leg press na academia", comentou um usuário no Twitter. 

Em outros comentários, há comparações entre a musculatura de Lula e de Bolsonaro. Em tom irônico e comparativo, um outro internauta escreveu: 'Make Brazil Great Again' — "faça o Brasil grande novamente", em livre tradução do inglês.


 

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Lula promove diálogo com senador Cid Gomes no Palácio da Abolição

Eleições 2022
13:26 | Ago. 23, 2021
Autor Filipe Pereira
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva finalizou no começou da tarde desta segunda-feira, 23, seu encontro com o senador Cid Gomes (PDT), no Palácio da Abolição. Na tentativa de consolidar apoio regional para sua candidatura em 2022, o petista também teve reunião com o senador Tasso Jereissati (PSDB) no início da manhã. 

Durante sua gestão como governador do Ceará, Cid Gomes manteve constante diálogo com Lula. Em 2013, o então chefe do Executivo pelo PSB defendeu a indicação de um nome do partido para vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff na disputa pela Presidência em 2014. O posto foi ocupado por Michel Temer, do MDB. 

 

FORTALEZA, CE, BRASIL, 27-02-2013: Cid Gomes, governador do estado do Ceará, e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva conversam em evento do Partido dos Trabalhadores (PT). Evento realizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que celebra os 10 anos do partido na presidência da república. (Foto: Igor de Melo/O POVO) *** Local Caption *** Publicada em 01/03/2013 - PO 10
FORTALEZA, CE, BRASIL, 27-02-2013: Cid Gomes, governador do estado do Ceará, e o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva conversam em evento do Partido dos Trabalhadores (PT). Evento realizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que celebra os 10 anos do partido na presidência da república. (Foto: Igor de Melo/O POVO) *** Local Caption *** Publicada em 01/03/2013 - PO 10 (Foto: IGOR DE MELO)

Apesar dos partidos serem aliados no Ceará, a agenda com o pedetista acontece em meio às tensões entre Lula e o ex-ministro Ciro Gomes, irmão de Cid e também presidenciável. Em sua comitiva, o ex-presidente age para costurar um arranjo regional que lhe permita ter um palanque forte no Estado dominado politicamente pelo grupo político dos Ferreira Gomes. 

Para 2022, o PT também busca o apoio do governador Camilo Santana (PT), inclusive para disputa ao Senado Federal pelo partido. Durante evento no Porto do Pecém, Lula adiantou a estratégia ao afirmar que Camilo estava "com cara de senador". Porém, a decisão encontra resistência entre o comando local do partido que opta majoritariamente por manter aliança com o PDT, apoiando um candidato indicado por Ciro e Cid. 


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Mourão admite que haverá disputa sobre fundão, mas defende ajuste pela inflação

POLÍTICA
13:14 | Ago. 23, 2021
Autor Agência Estado
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O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu o reajuste do Fundo Eleitoral pela inflação com base no valor estipulado no pleito de 2018, mas reconheceu que ainda haverá "muito puxa e empurra" em torno do tema. Segundo Mourão, parlamentares devem buscar valores mais próximos ao patamar de R$ 5,7 bilhões aprovado pelo Congresso na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, mas vetado pelo presidente Jair Bolsonaro.
"Ainda vai ter muito puxa e empurra nisso daí. Acho que o Congresso quer mais do que o presidente considera, e eu concordo com o presidente plenamente, que seria reajustar pela inflação o que foi feito na eleição de 2018", disse.
Bolsonaro vetou o trecho da LDO que autorizaria um valor de R$ 5,7 bilhões para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha em 2022 - o chamado fundão, destinado ao financiamento de campanhas políticas.
Com o veto, o valor do fundo eleitoral para 2022 ficou em aberto e terá que ser estabelecido no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que precisa ser enviado ao Congresso até o dia 31 de agosto. O montante final do fundo poderá ser alterado pelo Congresso até a votação do projeto, em dezembro. Os partidos querem garantir um aumento na verba em relação aos R$ 2 bilhões pagos nas eleições municipais de 2020.
Pela legislação em vigor, o fundo eleitoral é calculado com base na arrecadação oriunda do fim da propaganda partidária no rádio e na TV, calculada em R$ 800 milhões, mais um porcentual não definido das emendas de bancada, que devem totalizar R$ 7 bilhões no ano que vem.
Nos próximos dias, o Executivo deve encaminhar um novo projeto de lei ao Congresso mudando as regras do cálculo para o próximo ano. Na sexta-feira, 20, o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou que o valor deve ficar entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões.

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Mesmo com veto, fundo eleitoral retira até R$ 3,5 bilhões da saúde em 2022

POLÍTICA
13:14 | Ago. 23, 2021
Autor Agência Estado
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Apesar do veto do presidente Jair Bolsonaro ao aumento do fundo eleitoral em 2022, as verbas para as campanhas podem retirar até R$ 3,5 bilhões da saúde em plena pandemia de covid-19 no próximo ano, de acordo com o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sancionado pelo chefe do Planalto, publicado nesta segunda-feira, 23, no Diário Oficial da União (DOU). O impacto foi revelado pelo Broadcast Político no dia 12 de agosto.
Independentemente de qual seja o valor, o fundo eleitoral será bancado com recursos da reserva de emendas de bancada em 2022, conforme prevê o texto sancionado. Essas verbas são indicadas pelo conjunto de parlamentares de cada Estado no Orçamento e devem totalizar R$ 7,06 bilhões no ano que vem, segundo cálculos de técnicos do Congresso. O projeto da LDO enviado pelo Executivo exigia que metade dos recursos fosse aplicada obrigatoriamente em ações e serviços públicos de saúde, como ocorre nas emendas individuais.
O texto aprovado pelos parlamentares e sancionado por Bolsonaro, porém, alterou a expressão "no mínimo" para "no máximo", acabando com qualquer piso ou garantia de aplicação das emendas de bancada na saúde. Se a versão inicial fosse validada, as bancadas seriam obrigadas a colocar no mínimo R$ 3,53 bilhões das emendas no setor. Na prática, o piso limitaria o repasse dos recursos públicos para as campanhas eleitorais. O movimento aprovado, no entanto, foi no sentido contrário: ampliar a verba eleitoral e limitar o montante para a saúde.
O Planalto ainda negocia o valor do fundo eleitoral com o Congresso. O montante final só será conhecido na sanção do Orçamento de 2022, cuja discussão deve se arrastar até o fim deste ano. Até lá, o governo promete encaminhar um projeto de lei alterando a regra para o cálculo do financiamento das campanhas. Tanto a regra quanto o valor no Orçamento, no entanto, dependem de aval dos parlamentares e podem ser alterados pelo Congresso. Em caso de veto, a decisão ainda passa por uma nova análise do Legislativo.
Com o fundo eleitoral e a alteração na LDO, o valor das emendas de bancada para a saúde deve cair no próximo ano, já que o montante para 2021 é de R$ 3 bilhões. Ao vetar o aumento do chamado "fundão" para R$ 5,7 bilhões, o Executivo admitiu que a ampliação dessa verba acaba retirando recursos de outras áreas. Na mensagem do veto, o Planalto afirmou que a proposta teria impacto negativo sobre a continuidade de investimentos indicados pelas bancadas em anos anteriores e que ainda estão em andamento.
"Da mesma forma, seriam comprometidas as demais despesas custeadas por emendas de bancada, a exemplo daquelas destinadas às subfunções da saúde, que têm recebido, em média, (sic) desses recursos nos últimos quatro anos, e cuja redução se mostra indesejável, em especial, no contexto econômico e social decorrente da pandemia da covid-19", diz a mensagem do Planalto.

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Mourão admite que relação com Bolsonaro 'não é simples', mas promete lealdade

POLÍTICA
12:51 | Ago. 23, 2021
Autor Agência Estado
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O vice-presidente Hamilton Mourão admitiu nesta segunda-feira, 23, que não vive um bom momento de sua relação com o presidente Jair Bolsonaro, a quem promete lealdade, apesar das desavenças. "Não é uma relação simples. Nunca foi entre presidente e vice, nós não somos os primeiros a viver esse tipo de problema. Mas o presidente sabe muito que ele conta com a minha lealdade acima de tudo. Ele pode ficar tranquilo sempre a meu respeito", disse o general - que negou ter cogitado renunciar ao cargo devido a desentendimentos com o chefe do Executivo.
Segundo reportagem do jornal O Globo, a relação entre os dois se encontra em seu pior momento. Bolsonaro teria se irritado ao saber pela imprensa do comparecimento de Mourão a uma reunião às escondidas com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, inimigo número um da vez do presidente. A atitude do vice seria um dos motivos pela falta de condições de permanecer no cargo.
A reunião, revelada pelo Estadão, ocorreu no último dia 10, quando o presidente assistiu a blindados da Marinha passarem em frente ao Congresso na data para a qual estava prevista a votação da PEC do voto Impresso, pauta prioritária do presidente, mas que acabou sendo arquivada pelo Parlamento. Naquele dia, Mourão assegurou a Barroso que as Forças Armadas não embarcariam em aventuras golpistas.
O presidente tem feito ataques sistemáticos ao ministro e promete entregar ao Senado pedido de impeachment contra Barroso, assim como fez com o ministro Alexandre de Moraes na última sexta-feira (20).

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Volta de Lula seria menos traumática do que reeleição de Bolsonaro, afirma FHC 

Eleições 2022
12:31 | Ago. 23, 2021
Autor Filipe Pereira
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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta segunda-feira, 23, que uma eventual volta de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República seria "menos traumática" do que a reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido). Durante entrevista ao jornal Correio Braziliense, FHC reforçou que defende uma candidatura do PSDB, mas que uma vitória do petista seria melhor para o Brasil do que a permanência de Bolsonaro. 

"No momento, eu penso que a [reeleição] de Lula é menos traumática para o Brasil, de forma direta. Isso não quer dizer que eu não queira uma via pelo PSDB. Claro que eu desejo. Mas uma coisa é você desejar e trabalhar neste sentido, e outra coisa é analisar a realidade. Assim, por ora, entre Lula e Bolsonaro, acredito que o Lula seja melhor", disse FHC. 

LEIA MAIS l Lula se encontra com Tasso Jereissati em Fortaleza e reforça diálogo com PSDB

O ex-presidente já declarou apoio à pré-candidatura de João Doria (PSDB), atual governador de São Paulo. Ele também manteve sua posição contrária a um processo de impeachment contra Jair Bolsonaro, porém, destacou que a medida pode ser inevitável dependendo da postura do presidente. 

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