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Após causar mal-estar no PSDB por encontro com Lula, FHC diz que votará em Doria

Autor - Agência Estado
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- Agência Estado Autor
Tipo Notícia

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarou neste sábado, 31, que pretende votar em João Doria (PSDB) para presidente nas eleições 2022.
A declaração foi registrada em vídeo divulgado pela equipe do governador paulista neste sábado, 31, e acontece semanas depois de um mal-estar causado pelo ex-presidente por causa de um encontro com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também presidenciável. FHC chegou a afirmar que votaria em Lula num eventual segundo turno entre o petista e Jair Bolsonaro (sem partido).
"Ele é candidato à Presidência e tem meu voto", diz FHC apontando para Doria no vídeo que circula nas redes sociais neste sábado. Além do governador, FHC aparece acompanhado dos presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, e do ex-presidente Michel Temer, na reabertura do Museu da Língua Portuguesa, neste sábado em São Paulo.
O encontro entre FHC e Lula rendeu críticas públicas de tucanos como Aécio Neves, Orlando Morando e do presidente da legenda, Bruno Araújo. Doria não se manifestou, mas aliados do governador disseram ao Estadão que ele ficou aborrecido ao saber do encontro. "Reafirmo, para evitar más interpretações: PSDB deve lançar candidato e o apoiarei; se não o levarmos ao segundo turno, neste caso não apoiarei o atual mandante, mas quem a ele se oponha, mesmo o Lula", afirmou FHC após a repercussão de seu encontro com Lula.
A disputa pelo posto de candidato à Presidência pelo partido em 2022 tem quatro nomes: Doria, o governador gaúcho Eduardo Leite, ambos em campanha para as prévias tucanas e, além deles, o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (AM).
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FHC diz que Doria é candidato à presidência e tem seu voto

POLÍTICA
2021-07-31 17:12:11
Autor Agência Estado
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Tipo Notícia

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou neste sábado que o governador de São Paulo, João Doria, é candidato à Presidência da República e "tem o meu voto". Um vídeo do momento da fala do ex-presidente foi divulgado pela assessoria de imprensa do governador paulista e FHC estava acompanhado dos presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, além do ex-presidente Michel Temer e do governador João Doria, por ocasião da reabertura do Museu da Língua Portuguesa, neste sábado em São Paulo.
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Rejeitado por 62% da população, Bolsonaro perderia para Lula, Mandetta, Ciro, Haddad e Doria

ELEIÇÕES 2022
2021-07-30 14:53:00
Autor Filipe Pereira
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Tipo Noticia

Após investigações envolvendo a gestão da pandemia e possíveis envolvimento em esquemas de corrupção, a imagem do presidente da República Jair Bolsonaro está em processo constante desgaste entre os brasileiros. É o que mostra pesquisa da Atlas Político divulgada nesta sexta-feira, 30. A pesquisa revela que, caso as eleições fossem hoje, o chefe do Executivo perderia para todos os seus adversários políticos no segundo turno. 

Segundo a pesquisa, Bolsonaro perde de Lula (PT), Ciro Gomes (PDT) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) e está numericamente atrás do Fernando Haddad (PT) e João Dória (PSDB). Os dados foram levantados entre os dias 26 e 19 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. 

Lula ampliou a vantagem sobre o presidente em comparação à pesquisa anterior, e venceria a eleição por 49,2%, contra 38,1%, num eventual segundo turno, em cenário com 12,8% de votos nulos ou brancos. Em maio, a vantagem de Lula era de 4,7% sobre o presidente.

O mesmo também se aplica para Ciro Gomes (43,1% a 37,7%), o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (42,9% a 37,5%), o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (41,9% a 38,4%), e João Dória (40,6% a 38,1%).

A Pesquisa Atlas registra ainda nova deterioração da aprovação presidencial. Bolsonaro é desaprovado por 62% da população, em empate técnico com o recorde de desaprovação registrado anteriormente em maio e junho de 2020.

Com popularidade em queda, Bolsonaro vem intensificando sua campanha com uma série de motociatas pelo Brasil e se colooando contra o sistema eleitoral eletrônico, mesmo sem apresentar provas concretas. 

O desgaste segue em curso conforme avança os trabalhos da CPI da Covid. A comissão investiga irregularidades em contratos de compra da vacina indiana Covaxin. Os senadores também apuram suspeitas de pedidos de propina em outras negociações que atingem inclusive militares que ocupavam cargo no Ministério da Saúde.

A pesquisa também revela nova alta na intenção de voto para o ex-presidente Lula nos cenários de 1º turno para 2022. Jair Bolsonaro mantém sua base de apoio de aproximadamente um terço do eleitorado.

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Monalisa Soares: Há caminhos para uma terceira via em 2022?

DOM
2021-07-24 22:42:00
Autor Monalisa Soares Lopes
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Monalisa Soares Lopes Autor
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Tipo Notícia

Anthony Giddens, na obra de 1998, afirma que a expressão terceira via “não tem nenhum significado especial em si mesma [...] Ela foi usada muitas vezes na história [...] por políticos e escritores de convicções completamente diferentes”. Ainda que o sociólogo britânico use a categoria para analisar as experiências da socialdemocracia, penso que suas reflexões nos servem para refletir sobre o atual debate político da conjuntura brasileira.

No Brasil, a terceira via representa uma candidatura de fuga dos polos. Foi Marina Silva, em 2010 e 2014, quem melhor representou, programaticamente e com densidade eleitoral, a perspectiva de que havia uma parcela significativa de votantes que gostaria de uma alternativa política à polarização consolidada em torno de PT e PSDB. Em 2018, a polarização sofreu alterações com a substituição do PSDB pelo grupo do atual presidente Bolsonaro. Sendo o antipetismo a tônica da disputa, o espaço da terceira via ficou inviabilizado.

Às voltas com a disputa presidencial de 2022, o tema passa a ocupar diuturnamente o debate público. Praticamente todos os dias nos deparamos com declarações sobre um novo nome para uma provável candidatura da terceira via. O campo caracteriza-se por uma diversidade de candidaturas pulverizadas, grande parte delas programaticamente situadas à centro-direita no espectro político. No entanto, o maior dilema é que nenhuma delas apresenta percentual de intenção de votos inequívoco a ponto de dobrar as pretensões dos demais.

As pesquisas de opinião pública ainda apontam uma provável polarização entre Lula e Bolsonaro para 2022. A garantia de posição de ambos nos polos, no entanto, não poderia ser mais distinta. Enquanto, de um lado, os levantamentos indicam a consolidação da força eleitoral do petista, de outro, evidenciam o enfraquecimento do atual presidente. Além da queda na intenção de votos, Bolsonaro também viu aumento da avaliação negativa de seu governo e ampliação de apoio ao impeachment.

O presidente, por sua vez, entendeu que quanto mais difícil for contornar os obstáculos que têm se apresentado, mais se torna possível a competitividade para as candidaturas da chamada terceira via. Não à toa o presidente, que nunca havia tocado no assunto, decidiu opinar atacando: “Não existe terceira via, não vai dar certo, não vai atrair a simpatia da população”. É nesse desgaste do governo que tais candidatos podem viabilizar suas expectativas para 2022, ocupando o lugar de Bolsonaro.

Monalisa Soares
Professora do Departamento de Ciências Sociais da UFC e coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Política, Eleições e Mídia (LEPEM-UFC)

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Os desafios e a viabilidade de uma terceira via em 2022

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS
2021-07-24 22:42:00
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Autor
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Tipo Notícia

Se a política brasileira fosse um glossário, termos como CPI, fundão, impeachment, polarização e terceira via figurariam entre os mais pesquisados nos últimos meses. Conforme 2022 se aproxima, os dois últimos itens dessa lista tendem a assumir as rédeas da discussão política nacional.

Sabendo disso, partidos já começam a veicular nomes para testar a viabilidade de candidaturas que se coloquem como uma opção à polarização hoje representada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Dentre os atores ditos de centro que aparecem como presidenciáveis a pouco mais de um ano do pleito, surgem nomes como: os ex-ministros Ciro Gomes (PDT), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Sergio Moro (sem partido), além dos governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) e dos senadores Rodrigo Pacheco (DEM-MG), Simone Tebet (MDB-MS) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). A tendência é que essa fila aumente (ver gráfico).

Apesar de nem todos esses manifestarem publicamente interesse em concorrer, é natural que no período anterior à eleição nomes de possíveis candidatos sejam especulados para testar a receptividade com eleitorado e com meio político em geral.

A questão é saber se há viabilidade na terceira via e quem seria seu representante mais consistente. Além do PT de Lula, apenas o PDT de Ciro aparece com uma pré-candidatura fechada. Até mesmo Bolsonaro, que nem partido tem ainda, passou a por em dúvida na última semana sua presença na disputa.

No caso do PSDB, o partido ainda realizará prévias em novembro para decidir dentro do partido. Doria e Leite figuram como principais postulantes

A eventual candidatura de Rodrigo Pacheco estaria atrelada a uma migração do DEM para o PSD. Embora o presidente do Senado não confirme, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, tem dado entrevistas sugerindo que a filiação dele é questão de tempo. Sergio Moro, por sua vez, que se distanciou dos holofotes políticos, ainda conta com apoio de alas entusiastas da Lava Jato.

Na última pesquisa DataFolha, divulgada em 9 de julho, Lula aparecia com 46% das intenções de voto ante 25% de Bolsonaro. Dentre os candidatos da terceira via, Ciro Gomes obteve 8%, seguido por Doria (5%), Mandetta (4%) e Eduardo Leite (3%).

Eis o dilema: se por um lado é importante que haja pluralidade, por outro o grande número de postulantes pulveriza a votação e garantiria que Bolsonaro e Lula cheguem ao 2° turno sem dificuldades.

Bolsonaro e Lula criticam possibilidade de terceira via para disputa presidencial em 2022(Foto: Reprodução: Lula (PT.org)/ Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR))
Foto: Reprodução: Lula (PT.org)/ Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR) Bolsonaro e Lula criticam possibilidade de terceira via para disputa presidencial em 2022

A professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e pesquisadora do Laboratório de Política, Eleições e Mídia (Lepem-UFC), Monalisa Torres, aponta que as eleições presidenciais no Brasil têm sido, em via de regra, polarizadas.

“A gente sempre teve uma candidatura mais à esquerda e uma mais à direita nos últimos 30 anos. O problema agora é que há uma radicalização em cima disso, o que tem prejudicado o debate político”.

“Os afetos tornaram-se orientadores das discussões. O debate político perdeu a capacidade de discutir posições e tem ficado no aspecto emotivo, daquilo que se rejeita”, explica, acrescentando que na medida em que o debate centra-se em questões passionais “a terceira via perde espaço para se movimentar” e que para além disso “o conjunto de candidaturas fragmenta o voto e ao fazê-lo reduz as chances de furar a polarização”.

Por isso, líderes partidários defendem a união de siglas da centro-direita à centro-esquerda em torno de um nome comum e competitivo. Até o momento, as tentativas fracassaram.

A cientista política Paula Vieira aponta que, no cenário atual, tudo que não está à frente nas pesquisas é uma terceira via. “Não vejo ninguém alcançando uma competitividade até agora. Então é normal que testem novos nomes e caminhos para serem construídos”, analisa.

A pesquisadora diz acreditar que ainda é cedo para fechar questão sobre a viabilidade da ideia, mas aponta para a necessidade de “mudança de estratégias” para evitar um resultado diferente do registrado em 2018, quando a polarização se confirmou.

“Quando chegar mais próximo (da eleição) vamos saber quais as estratégias de cada um, mas por enquanto tudo é uma grande simulação para ver como a opinião pública vai repercutir os nomes”, conclui.

Torres destaca que para que o projeto de terceira via funcione é necessário “conseguir trazer o debate para um aspecto mais racional, que discuta o futuro do país a partir do que se deseja, não do que se rejeita”. Em resumo, será preciso construir uma narrativa política que convença o eleitor que há opção além do bolsonarismo e do petismo. Não é tarefa fácil.

“Os nomes da terceira via tentam incorporar, em alguma medida, essa racionalidade. Mas do ponto de vista, de projeto político, o único que tem um projeto e tenta discutir em cima dele atualmente é Ciro Gomes. O PSDB enfrenta problemas internos, o DEM não fechou questão sobre o Mandetta e tem outros nomes que ainda não emplacaram”, finaliza Torres.

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Favorecidos por polarização, Lula e Bolsonaro criticam terceira via

DOM
2021-07-24 22:42:00
Autor Vítor Magalhães
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Vítor Magalhães Autor
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Tipo Notícia

Opositores em quase tudo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestaram de maneira similar sobre a movimentação de diversos partidos para a criação de uma chamada "terceira via" eleitoral para 2022, ou seja, uma candidatura que rivalize com ambos de forma consistente no pleito do ano que vem.

Na última semana, Bolsonaro afirmou que "não existe terceira via" e reconheceu a polarização existente entre ele e o petista. Para o presidente, a tentativa de emplacar um outro nome “não vai atrair a simpatia" da população.

"Tem uma passagem bíblica que diz, seja quente ou frio, não seja morno. Então terceira via, povo não engole isso aí (...) Não vai dar certo. Não vai agregar, não vai atrair a simpatia. Não existe terceira via, está polarizado".

A estratégia bolsonarista que começa a se desenhar passa pela intensificação da polarização com Lula. A ideia de chegar ao segundo turno contra o petista faria com que o presidente investisse, novamente, no discurso antipetista que o elegeu em 2018.

Entretanto, Bolsonaro carregará o peso do governismo e dos efeitos da pandemia de Covid-19 que tirou a vida de mais de 540 mil brasileiros. Além disso, Lula tem peso político superior ao de Fernando Haddad, adversário de três anos atrás.

Lula foi às redes sociais na terça-feira, 21, afirmar que a terceira via é "uma invenção dos partidos que não têm candidato". Ele criticou o termo "polarização", usado para definir a situação política do Brasil, afirmando que "de um lado é democracia e do outro é fascismo".

"Quem está sem chance usa de desculpa a tal da terceira via. Seria importante que todos os partidos lançassem candidato e testassem sua força", escreveu no Twitter.

 

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As falas de Lula e Bolsonaro geraram reações de representantes da terceira via. O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) disse que ambos têm “medo” da ideia e querem convencer o eleitor da sua inviabilidade. "Eles precisam um do outro e estão com medo”, disse. Os governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) também reagiram.

O paulista disse que Lula sonha em disputar a eleição apenas com Bolsonaro e vice-versa, mas que o sonho dos brasileiros é “que os dois percam a eleição”. O gaúcho afirmou que “ninguém chuta cachorro morto” e que se não existe terceira via, não sabe porque “estão se preocupando”.

Dirigentes de algumas siglas trabalham para que no ano que vem se construa uma união em torno do candidato que se mostrar mais competitivo. Nesse sentido, os nomes começam a ser postos no tabuleiro político.

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi a última a se juntar à lista que atualmente conta ainda com os senadores Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) e com o ex-juiz Sergio Moro.

 

Outra prática comum ao período pré-eleitoral que precisa ser levada em consideração é que os partidos lançam nomes para se firmar como uma força a ser considerada. Mesmo que seus candidatos não cheguem ao segundo turno, uma boa porcentagem de votos serve como moeda de negociação. O apoio desses "aliados de última hora" pode garantir espaços no governo ou ministérios aos partidos que apoiarem o vencedor.

Cleyton Monte, cientista político vinculado ao Laboratório de Estudos sobre Política, Eleições e Mídia (Lepem-UFC), aponta caminhos para a viabilidade da terceira via. "É uma construção. O primeiro ponto importante é ter um projeto e fazê-lo conhecido. Lula e Bolsonaro têm suas visões de mundo e seus projetos que, questionáveis ou não, estão bem colocados".

De acordo com o pesquisador é preciso construir uma pauta conectada com as demandas sociais. "A viabilidade exige base social, portanto, articulação política, programa, estratégia eleitoral e financiamento. Tudo isso para ser uma candidatura competitiva", aponta.

Como o histórico eleitoral da redemocratização para cá não é favorável a grupos que tentam romper a polarização, o cientista político cobra pressa das legendas. "Os partidos têm que escolher logo a figura que representa essa ideia; ainda há um clima muito especulativo. É um trabalho muito árduo que deveria estar mais adiantado", encerra.

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