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Política
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Assessor de Flávio Bolsonaro aparece como membro do "gabinete do ódio"

Fernando Nascimento Pessoa também é investigado por envolvimento no esquema das rachadinhas, ainda quando o hoje senador cumpria mandato na Alerj

Carlos Holanda
18:35 | 08/06/2021
Senador Flávio Bolsonaro é investigado por ter se apropriado de parte dos salários dos funcionários, esquema de enriquecimento ilícito. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Senador Flávio Bolsonaro é investigado por ter se apropriado de parte dos salários dos funcionários, esquema de enriquecimento ilícito. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

A Polícia Federal (PF) localizou seis perfis ocultos em redes sociais que eram usados por assessor de Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), Fernando Nascimento Pessoa, um dos membros do chamado gabinete do ódio.

Ele trabalha com o primogênito do presidente desde maio de 2014, segundo o Uol, e é investigado no caso das rachadinhas - esquema de enriquecimento por meio de fatias dos salários dos funcionários - supostamente praticado por Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A Polícia Federal detectou a atuação de três grupos que, coordenados, atuam em Brasília, em São Bernardo (SP) e no Rio de Janeiro.

Empresa especializada em comportamentos criminosos nas redes, a Atlantic Council trabalha em relatórios que já chegaram à primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Um assessor da Presidência, Tércio Arnaud Thomaz, também foi alcançado pelas investigações. Ele seria outro membro do gabinete do ódio. O grupo é focado na disseminação de conteúdos falsos e danosos às reputações de adversários políticos de Bolsonaro.

Relatórios mostram que o jovem acessou contas, inclusive, a partir da casa do presidente na Barra da Tijuca (RJ).

Dia 15 de junho estreia o Jogo Político