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Amoêdo sobre gestão Bolsonaro: "Desespero grande para a reeleição com ataque às instituições"

Segundo o ex-presidente do Novo, a presidência de Jair Bolsonaro realizou "péssimo combate" à pandemia do coronavírus no Brasil, além ampliar o desemprego e a pobreza
12:05 | Mai. 27, 2021
Autor Filipe Pereira
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Filipe Pereira Repórter de Política
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Tipo Notícia

O empresário e ex-presidenciável João Amoedo (Novo) destacou, durante entrevista à rádio O POVO CBN, nesta quinta-feira, 27, que nunca teve expectativas na gestão do presidente Jair Bolsonaro, eleito em 2018. Segundo o co-fundador do partido Novo, por seu histórico como parlamentar, "nunca teve capacidade de entrega" e vem atuando de forma a atacar as instituições em prol do "desespero grande para a reeleição" em 2022. 

"E eu não acreditava que ele tivesse capacidade de entrega, por todo o histórico dele de parlamentar. O que me impressionou foi ver que não só ele não tinha capacidade de entrega, mas como ele partiu para um desespero grande para reeleição com um ataque às instituições", disse Amoêdo em entrevista que teve o comando do jornalista Jocélio Leal, âncora do programa O POVO no Rádio. 

Possível candidato ao Planalto pelo Novo no próximo ano, o empresário destacou ainda que Bolsonaro, visando disputar novamente a Presidência, "se completou pessimamente no combate à pandemia. "Fez com que o Brasil regredisse em termo de emprego, pobreza, meio ambiente e contas públicas. Na minha avaliação foi um governo muito ruim", completou. 

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Sobre sua candidatura para enfrentar o que ele chama da "polarização" entre o ex-presidente Lula e Bolsonaro, Amoêdo afirma que "não é algo a ser descartado" e que tal decisão caberá também junto com o partido, em concordância entre os membros dos diretórios. Porém, ele afirma que, no momento, o objetivo é "criar uma opção viável para sair da grande polarização que estamos hoje no Brasil".

"Esse é o principal objetivo e é por isso que estou trabalhando. E se isso significar sair candidato, provavelmente sairei", disse o co-fundador do Novo. Segundo Amoêdo, para a sucessão presidencial, o Brasil possui "bons nomes" para a disputa. Por isso, ele defende que a população deve buscar "outras opções do que os mesmos discursos populistas e salvadores da pátria que têm se destacado nos últimos anos". 

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