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Falsa capa do New York Times que exalta atos pró-Bolsonaro tem grave erro de grafia: Brazil "whants" to be free

A manchete, verificada por uma agência de checagem, destaca que o Brasil "quer se livre", ou "Brazil whants to be free". A palavra "wants" (quer), no entanto, aparece erroneamente escrita com "h"

A Lupa, agência de fact-checking, verificou uma imagem que circula nas redes sociais de uma suposta capa do jornal norte-americano The New York Times que destaca manifestações pró-Bolsonaro. Na produção, a manchete afirma que o Brasil “quer ser livre”. A falsa edição, no entanto, apresenta um erro de grafia.

O título “Brazil whants to be free” coloca a palavra “wants” (quer) erroneamente escrita com “h”. A agência também apontou erros na data sinalizada no material, que se identifica como uma edição de “segunda-feira, 4 de abril”. A checagem explica que o último 4 de abril a cair em uma segunda aconteceu em 2016. Neste dia, o jornal norte-americano estampava uma reportagem sobre a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e os encaminhamentos da Operação Lava Jato.


Um dos usuários a compartilhar a montagem, por sua vez, referia-se à capa como uma repercussão dos protestos mais recentes a favor de Bolsonaro, que aconteceram no dia 1° de maio, Dia do Trabalhador, em várias regiões do Brasil. “PARABÉNS BRASIL!!!!!!!! SAIU NO The New York Time. Dia 1° foi gigante, o mundo viu!!, comemorou.

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Os checadores também destacam aspectos da diagramação que fogem do padrão adotado pelo jornal, além do aspecto “grosseiro” da montagem. Segundo foi apontado, a edição “não costuma publicar slogans, como “Bolsonaro forever!”, na sua capa, nem misturar palavras com todas as letras capitalizadas (“BOLSONARO”) com palavras grafadas normalmente”.

Foi destacado ainda que as últimas menções ao presidente no caderno internacional não foram positivas. Na última segunda-feira, 3, o veículo chegou a citar o Brasil e afirmou que o mandatário tem “consistentemente rejeitado a ameaça de o vírus e denunciou medidas para controlá-lo, ajudando a alimentar uma variante perigosa que agora está perseguindo o continente”.

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