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Quem é mais forte, o antipetismo ou o antibolsonarismo?

Análise das perspectivas de Bolsonaro, Lula, Doria, Huck, Ciro e outros no jogo para 2022
11:32 | Fev. 18, 2021
Autor Érico Firmo
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Érico Firmo Editor e Colunista
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Tipo Opinião

Falta um ano e meio para o começo da campanha eleitoral do ano que vem e avançam as articulações do presidente Jair Bolsonaro, do governador paulista João Doria (PSDB), e também na esquerda, tanto com Fernando Haddad (PT) pré-lançado por Luiz Inácio Lula da Silva quanto com o próprio ex-presidente, sem falar de outras forças de centro-esquerda que não gostaram do que julgam precipitação. E há nesse meio Ciro Gomes (PDT). O apresentador Luciano Huck também faz seus movimentos. E o ex-juiz Sergio Moro aparece em destaque nas pesquisas.

O episódio 121 do Jogo Político discute as perspectivas para as eleições presidenciais de 2022. E comenta dois sentimentos que já estiveram presentes em 2018 e podem ser determinantes novamente em 2022: o antipetismo e o antibolsonarismo. As duas forças políticas mais relevantes do País atualmente são também as mais odiadas. Qual a rejeição é maior? Na eventual repetição de um segundo turno entre eles, quem levaria a melhor? Quem tem mais chances de romper a polarização e se colocar entre eles?

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Participam do Jogo Político 121 o jornalista Guálter George, editor-chefe de Opinião do O POVO e colunista de Política; Carlos Mazza, repórter de Política e colunista; e Érico Firmo, editor de Cotidiano e colunista.

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