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Política
NOTÍCIA

Ex-candidato ao Governo, General Theophilo se filia ao Podemos em ano de disputa municipal

Partido integra a aliança de Capitão Wagner (Pros), pré-candidato a prefeito de Fortaleza

Carlos Holanda
13:02 | 16/06/2020
FORTALEZA, CE, BRASIL, 23-09-2018: General Teophilo, candidato ao governo do estado (PSDB-CE). Caminhada da campanha do General Teophilo (PSDB-CE) na praça do Lago Jacarey.  (Foto: Júlio Caesar/O POVO) (Foto: Julio Caesar)
FORTALEZA, CE, BRASIL, 23-09-2018: General Teophilo, candidato ao governo do estado (PSDB-CE). Caminhada da campanha do General Teophilo (PSDB-CE) na praça do Lago Jacarey. (Foto: Júlio Caesar/O POVO) (Foto: Julio Caesar)

 

Ex-candidato ao Governo do Ceará em 2018, General Theophilo se filiou nesta terça-feira, 16, ao Podemos do senador cearense Eduardo Girão. Ele chega para comandar a sigla em Fortaleza em ano de disputa à Prefeitura da Capital e também para gerir o núcleo de Segurança do partido.

O partido é parte do arco de aliança do pré-candidato a prefeito da Cidade, Capitão Wagner (Pros). Para que Theophilo passe a dirigir o Podemos, o coronel da reserva da Polícia Plauto de Lima deixou o comando do partido. Ele irá lançar pré-candidatura à Câmara Municipal de Fortaleza.

O reforço de Theophilo ao nome de Wagner deverá ser informal. Para este ano, Theophilo não poderá pleitear cargos eletivos porque o prazo para filiação partidária estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para os interessados em ser candidatos, seja ao Legislativo ou aos Executivos municipais, acabou em 4 de abril.

Vida tucana

Theophilo se desfiliou do PSDB do Ceará ainda em 2018, depois de ter perdido eleição para o governador Camilo Santana (PT), que garantiu novo mandato com quase 80% da preferência nas urnas. Saiu com a queixa de que tucanos, sobretudo no Interior, não prestaram o devido apoio à candidatura dele.

Nesse período, deu "sim" a Bolsonaro para comandar a Secretaria Nacional de Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública do ex-ministro Sergio Moro, de quem adquiriu confiança durante mais de um ano de convivência. Ele foi demitido da função no dia 6 de maio, com o ministério já comandado por Jorge Oliveira.

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