Quem são os ministros já indicados por Jair BolsonaroNotícias de Política
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Quem são os ministros já indicados por Jair Bolsonaro

Até o momento, o presidente eleito já indicou oito ministros. Ele trocou as indicações para o Ministério da Defesa

13:05 | 13/11/2018
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Atualizada em 14/11/2018, às 16h40min
 
O presidente eleito Jair Bolsonaro já tem oito ministros nomeados para o governo. Até o momento, estão definidos os ministérios da Casa Civil; Economia; Defesa; Ciência e Tecnologia; Justiça; Gabinete de Segurança Institucional; Agricultura; e Relações Exteriores. Bolsonaro havia indicado anteriormente o general Augusto Heleno para o Ministério da Defesa, mas o trocou nesta terça-feira, 13, pelo general de Exército Fernando Azevedo e Silva. O presidente eleito pretende diminuir o número de ministérios de 29 para 15.
 
Uma das primeiras indicações foi a de Paulo Guedes como Ministro da Economia. O economista vai assumir um superministério, que reúne Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio. Ele era o guru econômico de Bolsonaro ainda durante a campanha.
 
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Pouco depois de eleito, Bolsonaro indicou Onyx Lorenzoni, citado em delação da JBS, como ministro da Casa Civil.
 
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Também foi indicado Marcos Pontes, o primeiro e único astronauta brasileiro a ir para o espaço, como ministro da Ciência e Tecnologia.
 
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A indicação que gerou maior repercussão até agora foi a do juiz federal Sergio Moro como ministro da Justiça em uma pasta que unirá os ministérios da Justiça e da Segurança Pública. Juiz há 22 anos, ele ganhou visibilidade nacional ao julgar processos da Operação Lava Jato na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba.
 
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Após desistir da ideia de juntar os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, Bolsonaro indicou Tereza Cristina como ministra da Agricultura. Em seu primeiro mandato como deputada, ela foi uma das principais defensoras de projeto que muda as regras no registro de agrotóxicos.
 
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O general de Exército Fernando Azevedo e Silva foi o escolhido para o Ministério da Defesa. Ele foi chefe do Estado Maior do Exército e comandante da Brigada Paraquedista antes de ir para a reserva. Ele é assessor especial no gabinete da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).
 
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General Augusto Heleno, que antes estaria a frente da pasta, foi confirmado por Bolsonaro para ser o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional na semana passada. 
 
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O embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos, foi o escolhido para o Ministério das Relações Exteriores. O anúncio ocorreu nesta quarta-feira, 14. Durante a campanha eleitoral, o diplomata declarou apoio ao, à época, candidato do PSL em seu blog pessoal. Araújo também atacou o Partido dos Trabalhadores (PT). 
 
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Quem são os sete ministros:
Onyx Lorenzoni – deputado federal pelo DEM do Rio Grande do Sul, assumirá a Casa Civil. Por enquanto, atua como ministro extraordinário da transição;
 
General Augusto Heleno Ribeiro Pereira – oficial da reserva, assumirá o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). É chamado de “conselheiro” pelo presidente eleito;
 
Paulo Guedes – economista que acompanhou Bolsonaro durante a campanha, ocupará o Ministério da Economia (unindo Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio);
 
Sergio Moro – juiz federal, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, assumirá o Ministério da Justiça (fusão com a Secretaria de Segurança Pública e Conselho de Controle de Atividades Financeiras, Coaf);
 
Marcos Pontes – astronauta e próximo ao Bolsonaro, ficará à frente do Ministério de Ciência e Tecnologia, que deverá agregar também a área do ensino superior;
 
Tereza Cristina – deputada federal pelo DEM do Mato Grosso do Sul, engenheira agrônoma e empresária do agronegócios, assumirá o Ministério da Agricultura;
 
General Fernando Azevedo e Silva – é militar da reserva e atuou como assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. Assumirá o Ministério da Defesa.
 
Ernesto Araújo - diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. É admirador do presidente americano Donald Trump. Durante a campanha eleitoral no Brasil, defendeu em artigo a política de "recuperação do passado simbólico, da história e da cultura das nações ocidentais” promovida por Trump. 
 
Redação O POVO Online
com Agência Brasil 
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