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Perdeu a entrevista exclusiva de Jair Bolsonaro à Record? Assista aqui

Jair Bolsonaro não compareceu ao debate organizado pela TV Globo, que acontece na noite desta quinta-feira, 4, com candidatos à Presidência

22:22 | 04/10/2018
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O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, concedeu entrevista exclusiva para a rede Record de televisão nesta quinta, 4 de outubro (04/10). A entrevista foi transmitida pelo YouTube e você pode assistir a íntegra abaixo.
 
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Jair Bolsonaro não compareceu ao debate organizado pela TV Globo, que acontece na noite desta quinta-feira, 4, com candidatos à Presidência. Segundo Bolsonaro, ele não pode participar por recomendação médica.
 
O candidato levantou questionamentos sobre a isenção da investigação do atentado pela Polícia Federal, já que o primeiro inquérito aponta que o agressor, Adélio Bispo, agiu sozinho. Segundo Bolsonaro, ele acredita que Adélio tinha apoio. 
 
Ele também nega acusações de racismo, machismo, homofobia, afirmando que não existem vídeos que comprovem que ele tem algum posicionamento polêmico em relação a esses temas. Citou sua discussão com Maria do Rosário. Em sua fala, citou também o já famoso "kit gay".
 
"Esses rótulos eles jogam pra cima de mim por que não podem me chamar de corrupto", afirmou Bolsonaro, em sua defesa. Segundo ele, a esquerda busca nesses argumentos, meios de denegrir sua imagem.
 
Usa exemplo de Donald Trump para falar sobre economia, já que, segundo ele, os Estados Unidos tiveram uma recuperação financeira desde que Trump assumiu a presidência.
 
Quando questionado sobre os movimentos contrários a ele terem acontecido pouco antes de sua intenção de voto crescer nas pesquisas, Bolsonaro disse que acredita que as mobilizações tenham "aberto os olhos" da população. "Não tem quem estivesse no movimento 'ele não' que não esteja ganhando dinheiro da lei Rouanet", afirmou.
 
Ele também comentou sobre as polêmicas envolvendo o vice, General Mourão. "Nunca o Mourão falou sobre acabar com 13º salário". Para o presidenciável, Mourão apenas se expressou errado, não quis insinuar que um possível governo de Bolsonaro fosse tirar direitos dos trabalhadores.
 
Ao ser questionado com quem acreditaria que iria ao segundo turno, Bolsonaro foi enfático ao afirmar que não iria competir com o "candidato do PT", mas que enfrentaria a insatisfação do povo brasileiro com a corrupção na política, com a "desvalorização dos valores da família", a falta de união das classes, o que, segundo ele, é o oposto do que ele representa. 
 
Um enfermeiro interrompeu a entrevista por duas vezes, afirmando que o candidato não pode falar por mais de dez minutos sem causar danos a sua saúde. Ele reforça que Bolsonaro ainda usa a bolsa de colostomia e deve evitar estresse e cansaço. 

Redação O POVO Online

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