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Perdeu o debate entre candidatos a presidente no SBT? Assista aqui

Nesta quarta, 26 setembro (26/09), ocorreu mais um debate de candidatos a presidente. Dessa vez, no SBT
17:42 | Set. 26, 2018
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>> ANÁLISE: Haddad vira alvo de candidatos na tentativa de romper polarização 

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Mais um debate entre os candidatos a presidente ocorreu nesta quarta, 26 de setembro (26/09), promovido e transmitido ao vivo pela UOL, em parceria com a "Folha de S.Paulo" e o SBT, a partir das 17h45min.

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Esiveram presentes no debate Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).

Redação O POVO Online

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Homem morre e dois idosos ficam feridos após acidente na Barra do Ceará

SEGURANÇA
13:33 | Ago. 22, 2021
Autor Redação O POVO
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Um homem morreu e um casal de idosos ficou ferido após colisão entre um carro e uma motocicleta nesse sábado, 21, na avenida Coronel Carvalho, na Barra do Ceará, em Fortaleza.

Os idosos estavam na moto e sofreram fraturas nas pernas. Eles foram levados para uma unidade de saúde depois dos primeiros atendimentos prestados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Já o condutor do carro recebeu socorro dos plantonistas no local do acidente, mas não resistiu aos ferimentos.

A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar do Ceará (PMCE), o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) e a Perícia Forense do Ceará (Pefoce).

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Ex-secretário de Administração Penitenciária do Rio deixa a prisão

Geral
13:27 | Ago. 22, 2021
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O ex-secretário de Estado de Administração Penitenciária (Seap) do Rio de Janeiro, Raphael Montenegro, deixou na manhã de hoje (22) o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8. Acusado de negociar acordos com líderes da facção Comando Vermelho, ele estava preso desde a última terça-feira (17) por determinação do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). No mesmo dia, ele foi exonerado pelo governador Cláudio Castro.

Montenegro comandava a pasta desde janeiro. Ele foi alvo da Operação Simonia, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e o Departamento Penitenciário Federal (Depen). São investigados ainda Wellington Nunes da Silva e Sandro Farias Gimenes, que eram subsecretários da Seap. Os dois também foram presos e exonerados e, da mesma forma, foram colocados em liberdade hoje. O prazo da prisão dos três definido pelo TRF2 se encerrou neste sábado (21) e não houve extensão.

De acordo com a PF, a atuação da cúpula da Seap cometeu desvios em troca de influência sobre os locais de domínio destes traficantes, além de outras vantagens ilícitas. Na decisão que determinou as prisões, o desembargador Paulo Espirito Santo registrou que as negociações permitiam que os integrantes da facção “continuassem comandando (com maior facilidade) suas atividades criminosas de dentro da cadeia, ao passo que eles, os presos, dariam uma 'trégua' em determinadas atividades criminosas, a fim de que prevalecesse perante a sociedade e as autoridades de segurança pública uma falsa sensação de tranquilidade social”. Ele registra ainda haver suspeita de que também tenha ocorrido pagamentos de propina.

Considerada a maior facção criminosa de tráfico de drogas do estado, o Comando Vermelho teria conseguido inclusive a soltura irregular de um membro apontado pela PF como um criminoso de alta periculosidade. Ele foi colocado em liberdade mesmo com mandados de prisão pendentes de cumprimento. Segundo a PF, acordos também se deram para efetuar o retorno ao sistema prisional do Rio de Janeiro de presos que tinham sido transferidos para o Paraná. Outro tema que teria sido discutido com a facção foi a liberação de entrada de itens proibidos nas unidades penitenciárias.

As investigações prosseguem. No âmbito da Operação Sinfonia, foram cumpridos ainda mandados de busca e apreensão e recolhidos celulares, arquivos digitais e documentos em endereços relacionados aos investigados. A quebra do sigilo telefônico também foi autorizada. A Agência Brasil tentou contato com a defesa dos investigados, mas não obteve sucesso.

O posto deixado por Montenegro na Seap foi inicialmente ocupado por Victor Poubel. Três dias depois, o governador Claudio Castro fez uma nova nomeação: na sexta-feira (20), assumiu o delegado Fernando Veloso, ex-chefe de Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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Museu da Energia de Itu recebe exposição sobre a cientista Marie Curie

Geral
13:13 | Ago. 22, 2021
Autor Agência Brasil
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A partir do próximo dia 25 o Museu Catavento, em parceria com o Museu de Energia de Itu (SP), realiza a exposição "Marie Curie 1867-1934". A mostra contará com 13 painéis sobre a vida da cientista franco-polonesa – que cem anos atrás conquistou o Prêmio Nobel de Química – e ficará em cartaz até 21 de dezembro no Museu da Energia de Itu. A exposição foi criada em 2011, ano consagrado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional da Química, justamente em comemoração ao 100º aniversário da conquista. A mostra segue até o dia 21 de dezembro de 2021.

Em 2011 essa exposição foi promovida pelo Consulado Geral da França em São Paulo e esteve disponível no Museu Catavento por três meses. Desenvolvida pelo Instituto Curie de Paris, a mostra tem como objetivo levar ao conhecimento público os feitos da cientista, que foi a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel e única cientista a ser condecorado duas vezes com o prêmio. Um de Física (1903), pelas suas descobertas no campo da radioatividade, e outro de Química (1911), pela descoberta dos elementos químicos Rádio e Polônio.

O Museu da Energia de Itu fica na Rua Paula Souza, no Centro de Itu, e funciona de quarta a sábado, das 10h às 17h. É necessário fazer agendamento prévio e são permitidas dez pessoas por horário. Para mais informações basta acessar o site do museu.

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Artigo - Preste atenção nos planos eleitorais para a primeira infância

Blog do Eliomar
12:28 | Ago. 22, 2021
Autor O Povo
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Tipo Opinião

O Brasil precisa, com urgência, de uma coalizão pela primeira infância. Essa é a pauta definidora e modeladora do desenvolvimento e do progresso. Dela depende realmente o futuro da nação. Num passado não tão distante, fomos capazes de promover avanços, graças à grandes consensos nacionais, como no enfrentamento à mortalidade infantil e ao analfabetismo.

No Brasil da década de 1980, muitos estados brasileiros mantinham Taxas de Mortalidade Infantil (TMIs) que extrapolavam uma média dramática de mais de 100 crianças mortas no primeiro ano de vida para cada 1.000 que nasciam vivas. O cenário era ainda bem mais desolador nas zonas rurais das regiões mais vulneráveis do País. A TMI é um dos indicadores de saúde mais usados em todo o mundo para aferir a qualidade das políticas de saúde e de assistência social dirigidas às crianças, às mães e, de alguma maneira, às famílias.

Atualmente, a TMI brasileira está em torno de 11 crianças mortas no primeiro ano de vida para cada 1.000 nascidas vivas. Uma evolução civilizatória das mais significativas ocorrida ao longo das últimas décadas. Mas isso aconteceu a partir de um consenso nacional em torno da necessária mudança dessa realidade.

Esse consenso foi estabelecido e ancorado, incialmente, em novos conhecimentos científicos, forte apoio técnico e financeiro de organismos internacionais de saúde e bancos de desenvolvimento, cooperação interfederativa e a influência de novas práticas preventivas e assistenciais de baixo custo, realizadas com sucesso em algumas regiões do País, replicáveis com simplicidade.

Nesse mesmo período o Brasil vivenciou um forte processo de urbanização, melhorias da condição socioeconômica de grupos populacionais específicos, além do advento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a significativa expansão da assistência à saúde materno-infantil. Todavia, a vida de grande parte dessas crianças que sobreviveram ao seu primeiro ano esteve muito longe do ideal de proteção, estímulos, oportunidades e de acesso a serviços públicos de qualidade.

Tem faltado ainda aporte nutricional adequado, proteção aos abusos, prevenção à negligência e abandono familiar, oportunidades educacionais, acesso a serviços de saúde, monitoramento do desenvolvimento infantil, ambientes comunitários e espaços públicos adequados à infância etc. Na prática, governos e a sociedade em geral têm falhado na implantação ampla e integral dessa agenda de políticas públicas, tão essenciais para um país ainda tão perversamente desigual.

Para agravar esse cenário, há um conjunto de novas evidências científicas produzidas por diversos campos do conhecimento que têm dado uma nova e mais crítica centralidade à questão da infância, especialmente à fase da vida que passou a ser conhecida por primeira infância, aquela que vai do nascimento aos seis anos de vida. A base fisiológica dessa compreensão é que o cérebro se desenvolve mais rapidamente nessa fase e tem o mais alto poder absortivo das influências e estímulos externos.

Estudos na área na neurociência, psicologia, pedagogia, medicina e economia, dentre muitas outras, trazem conclusões consolidadas: nessa etapa da vida, o conjunto de experiências das crianças no ambiente familiar, na comunidade e na escola podem ter impactos individuais e coletivos muito significativos para o futuro.

Na dimensão individual (diversidade e riqueza do vocabulário adquirido, a performance escolar e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como autoestima, autorregulação e autoconfiança, são positivamente influenciados por estímulos certos na primeira infância) e também na coletiva. A ciência demonstra que investimentos públicos corretos na primeira infância podem incrementar a renda média da população, mitigar desigualdades sociais, reduzir problemas de baixa escolaridade, prevenir a violência e impactar, favoravelmente, para a redução da mortalidade infantil.

O Prêmio Nobel de Economia James Heckman, estudioso do tema, crê, inclusive, que o investimento na primeira infância é uma estratégia central para a promoção do crescimento econômico das nações, tendo em vista trás taxas de retorno social muito elevadas.

O Brasil tem, então, muitas tarefas para os seus governos, suas famílias e toda a sociedade civil organizada. Por um lado, é necessário reconhecer que a dívida histórica com a qualidade das políticas públicas dirigidas à infância, para além do contínuo enfrentamento à mortalidade infantil, dando assim outras oportunidades de qualidade de vida que estejam para além, somente, do direito à sobrevivência.

A agenda é grande: construir planos municipais e estaduais bem estruturados e de longo prazo para a primeira infância, pautar políticas públicas baseadas em boa evidência cientifica, trabalhar em parceria com as universidades e organizações que advogam qualificadamente pela primeira Infância, garantir orçamento nas três esferas de governo, estabelecer indicadores e monitorá-los com frequência, criar mecanismos de controle social efetivo e envolver às famílias na luta pela causa é tarefa pública que se coloca de forma urgente.

Teremos eleições em todo o Brasil em 2022, inclusive para deputado federal, senador e presidente da República. O compromisso dos candidatos com essa causa falará muito dos seus valores, mas, principalmente, de que tipo de sociedade e de desenvolvimento eles almejam para o nosso País.

Roberto Cláudio é médico sanitarista e ex-prefeito de Fortaleza

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Paralimpíada: conheça mais sobre a natação na Tóquio 2020

Esportes
12:18 | Ago. 22, 2021
Autor Agência Brasil
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A natação está presente na Paralimpíada desde a edição de 1960, a primeira oficial, em Roma (Itália). Na ocasião, a disputa reuniu 77 nadadores com lesões medulares, representando 15 países e competindo em 62 provas de, no máximo, 50 metros (m).

Atletas com amputações e deficiências visuais entraram na briga por medalhas a partir dos Jogos de Toronto (Canadá), em 1976. Quatro anos depois, em Arnhem (Holanda), a disputa foi aberta a nadadores com paralisia cerebral. Em 1984, cadeirantes e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora (les autres, do francês os outros) foram incluídos nas edições realizadas, simultaneamente em Stoke Mandeville (Grã-Bretanha) e Nova Iorque (Estados Unidos). Por fim, na Paralimpíada de Sydney (Austrália), em 2000, tiveram vez os competidores com deficiência intelectual.

Os nadadores paralímpicos são divididos por categorias, de acordo com o grau da deficiência. As classes S (do inglês swimming) de 1 a 10 são voltadas a atletas com comprometimento físico-motor, sendo que, quanto maior o número, menor a limitação. Na hora da prova as próteses devem ser retiradas. Nas classes mais baixas é comum o competidor largar de dentro da piscina, por conta do tipo de comorbidade. No caso de amputados de membros superiores, alguns se apoiam em uma toalha, usando a boca, para largar no nado costas.

O mesmo critério (quanto maior o número, menor a limitação) também distingue as classes de S11 a S13, nas quais competem os deficientes visuais. Na S11 estão os atletas totalmente cegos, que necessitam do tapper, um bastão com espuma na ponta, que técnicos ou voluntários utilizam para tocá-los nos metros finais, alertando-os que a borda da piscina está próxima. Em outras categorias, os nadadores têm baixa visão, podendo, ou não, fazer uso do tapper. Nas três classes, os óculos devem ser escuros, para que a competição seja igual.

Entre as categorias físico-motoras (1 a 10), as provas de revezamento são 4x100 m (livre e medley) e 4x50 m (livre). Na primeira, a soma do número das classes dos nadadores (tanto na disputa masculina como na feminina) não pode superar 34. Na segunda, que reúne atletas com maior grau de comprometimento, a soma máxima é 20.

Nadadores com deficiência visual (11 a 13), além daqueles com deficiência intelectual (S14), também disputam revezamentos 4x100 m livre, todos mistos. No primeiro caso, porém, há uma restrição: a combinação do número das categorias de cada integrante não pode ir além de 49.

Na história da Paralimpíada, Estados Unidos e Grã-Bretanha disputam o posto de país com mais medalhas na natação. Segundo o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), os norte-americanos conquistaram 689 láureas, sendo 268 douradas, contra 681 pódios dos britânicos (217 vezes no topo). O top-5, com base nas medalhas de ouro, ainda tem Holanda (180), Canadá (161) e Austrália (128).

Parte significativa das conquistas norte-americanas vieram com Trischa Zorn, dona de 46 medalhas paralímpicas, sendo 32 douradas. Entre os homens, o britânico Mike Kenny é quem mais vezes esteve no topo do pódio (16), mas o maior medalhista é Daniel Dias, com 24 láureas (14 de ouro). Na última Paralimpíada da carreira, o brasileiro terá a chance de se tornar o maior campeão da modalidade no masculino.

O Brasil participa das competições de natação na Paralimpíada desde os Jogos de Heidelberg (Alemanha), em 1972. As primeiras medalhas vieram 12 anos depois, na edição de Stoke Mandeville: um ouro, cinco pratas e um bronze. Atualmente, a modalidade é a segunda que mais rendeu pódios ao país no evento: 102 (32 ouros, 34 pratas e 36 bronzes), atrás somente do atletismo (142).

A natação brasileira competirá renovada em Tóquio. São 13 estreantes paralímpicos entre os 35 convocados. Entre eles, alguns fortes candidatos a medalha, como Gabriel Geraldo (S2), recordista mundial da categoria, e os campeões mundiais Wendell Belarmino (S11) e Maria Carolina Santiago (S12). Além disso, 12 nadadores têm até 23 anos, caso do integrante mais jovem dos 260 atletas da delegação nacional em solo japonês: João Pedro Brutos (S14), de 18 anos.

As provas da natação serão disputadas no Centro Aquático de Tóquio. As eliminatórias ocorrem sempre a partir das 9h, no horário local (21h no de Brasília), com finais às 17h do Japão (5h de Brasília). Pelo horário brasileiro, os atletas começam a cair na água na noite da próxima terça-feira (24).

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