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Para Gleisi Hoffmann, fizeram sensacionalismo com sua frase sobre possível condenação de Lula

Apesar da polêmica, ela reafirma que o partido irá à luta em caso de o ex-presidente ser condenado em 2ª instância

13:31 | 19/01/2018
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A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, afirmou que, ao falar que para o ex-presidente Lula (PT) ser preso teriam que "matar gente", usou uma "força de expressão". Ela considera que o tratamento dado a ela é diferente do que é concedido ao pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSC-RJ), defensor do porte de armas e que já afirmou que "o ser humano só respeita o que teme". A informação é do Uol.  

Em sua defesa, a petista disse ter usado a frase em um momento de indgnação que, segundo ela, também é vivido pela militância. Ela entende que a imprensa fez um "Carnaval" com sua frase, no entanto, é algo irrelevante perto dos discursos de Bolsonaro.

Apesar da polêmica, ela reafirma que o partido irá à luta em caso de Lula ser condenado. "Nós não vamos ficar parados, não". Ela ainda afirmou que não irá aceitar uma decisão contrária a Lula e que a militância irá reagir caso isso se confirme. Segundo a paranaense, não há provas de crimes praticados pelo ex-presidente.

Para a força-tarefa do Ministério Público Federal na Lava Jato, o entendimento é de que Lula seria o proprietário do triplex no Guarujá, em São Paulo, uma vantagem ilícita, uma vez que o imóvel estaria associado à esquemas de corrupção entre a construtora OAS e a Petrobras. A defesa de Lula afirma que não documentos que comprovem que Lula é dono.

 

Redação O POVO Online

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