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Justiça aumenta pena de José Dirceu na Lava Jato para 30 anos e nove meses

Em 2016, o juiz Sergio Moro havia condenado Dirceu a 20 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e organização criminosa

11:29 | 26/09/2017
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[FOTO1] O Tribunal Federal da 4ª Região aumentou a condenação do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu para 30 anos e 9 meses pelo crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava-Jato.
 
De acordo com o órgão, há provas materiais suficientes para ligar o envolvimento do petista no caso da Engevix, empreiteira que teria formalizado contratos fraudulentos com a diretoria de Serviços da Petrobras. 
 
"Espera-se das pessoas que atuam em nome da administração que o façam baseados nesses princípios, evitando a deterioração e a perversão da coisa pública", afirmou o juiz federal Leandro Paulsen, revisor do processo e presidente da 8ª Turma do TRF. 
 
Em 2016, o juiz Sergio Moro havia condenado Dirceu a 20 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e organização criminosa. No mesmo caso, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, também havia sido condenado a nove anos de prisão na primeira instância.
 
O TRF-4, por outro lado, absolveu, pela segunda vez, Vaccari por falta de provas. Em junho deste ano, o órgão já havia reformado a sentença de Moro e absolvido o ex-tesoureiro de uma pena firmada em 15 anos e 4 meses. 
 
 A defesa de Vaccari afirmou, através de nota, que a lei foi cumprida ao reformar a decisão anterior da primeira instância. "Nunca é demais lembrar que as informações trazidas por delator não são provas, carecendo, pois, de investigação para que o Estado busque provas que confirmem o que o delator falou", diz a defesa.
Redação O POVO Online 


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