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Impeachment de Dilma é aprovado por 61 votos a 20; ela continua elegível

Para condenar Dilma seriam necessários 54 votos. Por não alcançar outros dois terços em segunda votação, Dilma continua elegível e pode exercer cargo público

10:10 | 31/08/2016
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Por 61 votos a 20, Dilma Rousseff (PT) foi afastada definitivamente do cargo de presidente da República. Apesar de cassada, Dilma mantém direitos políticos e pode exercer cargos públicos e ser eleita novamente.

Assista a sessão ao vivo: [VIDEO1]

A votação acontecerá de forma eletrônica e não de forma nominal, como ocorreu nas outras fases do processo. [SAIBAMAIS 3]

Acompanhe o tempo real da sessão:

14h11- Lewandowski lê a sentença. 

14h06 - Inicia votação. Senado decide manter Dilma habilitada a exercer função pública.

14h03 - Renan Calheiros (PMDB-AL) faz pronunciamento afirma que posse de Michel Temer (PMDB) acontecerá às 16 horas. "Afastar a presidente da República é constitucional, mas não pe da Constituição inabilitar a presidente", afirma Renan. Renan discursa contra supressão dos direitos políticos de Dilma por oito anos.

14h - O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) diz que a votação agora é "mais um acordo entre Dilma e Cunha". Segundo ele, isso poderá abrir precedente para que Cunha perca o mandato, mas não fique inelegível. Senador Aécio Neves (PSDB-MG) é quem fala agora.

13h57 - A candidata à Prefeitura de Fortaleza Luizianne Lins (PT) publicou no seu perfil no Facebook: "A decisão de golpistas não calará a voz dos que sempre lutaram pela democracia. #LutarSempre #PelaDemocracia"

13h54 - O senador Jorge Viana (PT-AC) encaminha voto contrário agora.

13h53 - O senador João Capiberibe (PSB-AP) pede que senadores votem não pela inelegibilidade de Dilma pela "conciliação". 

13h49 - Aloysio Nunes afirma que as duas penas, a perda do mandato e a inabilitação, devem ser aplicadas conjuntamente.

13h47 - O deputado federal cearense José Guimarães (PT) publicou agora no seu perfil do Twitter: "Golpe consolidado! Resta-nos a continuidade da luta pela democracia e nenhum direito a menos! #foraTemer"

13h45 - O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) encaminha voto agora. Ele diz que "não há golpe".

13h40 - A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) diz que Dilma é honesta e que não deve perder direitos políticos. Ela argumenta que Dilma precisa continuar trabalhando para receber aposentadoria.

13h37 - Agora será votado o destaque para decidir se Dilma ficará inabilitada para cargo público por 8 anos.

13h36 - Senadores cantam o Hino Nacional.

13h35 -  PLACAR:
SIM, Pró-impeachment: 61
NÃO, Contra o impeachment: 20 

13h31 - Será votado agora o impeachment, salvo a condenação imediata à inelegibilidade. Para condenar Dilma são necessários 54 votos.

13h25 - O senador Humberto Costa (PT-PE) encaminha voto pelo "não" ao impeachment agora. "Um processo que não cumpriu os pressupostos básicos da Constituição brasileira, ou seja, a constatação de que tenha havido crime de responsabilidade". Ele diz que o Senado pode cometer "grave erro".

13h20 - Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)  é o próximo a falar. Ele diz que os "verdadeiros canalhas" são os que assaltaram a Petrobras e enriqueceram com dinheiro público. "Amanhã o povo já vai respirar alegre e aliviado", afirma. Ele diz que essa é a oportunidade do "ressurgimento da boa política". Ele encaminha pelo sim ao impeachment.

13h16 - Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) inicia sua fala. "A maioria vai cassar uma presidente inocente", afirma. "Não gostam que a gente fala de golpe, mas a gente fala". "Em nome da história, da nossa gente e do nosso País apelamos: senhores senadores e senadoras, vamos votar não nesse processo indigno e ilegal que chamam do impeachment". 

13h13 - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fala contra o impeachment. Depois dele, falará Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ele inicia afirmando que o que está acontecendo "é uma farsa" e que as provas contra Dilma são "absolutamente irrelevantes". Ele diz que vai lutar para anular esta sessão. "Nós vamos dormir tranquilos porque estamos do lado certo da história porque vamos votar contra esse impeachment".

13h10 - A senadora Ana Amélia (PP-RS) inicia fala encaminhando ao impeachment de Dilma. ela afirma que não é fácil para um parlamentar ser juiz, mas que eles estão cumprindo a Constituição. "O Brasil sai aliviado desse processo", afirmou. "Um fio de esperança nasce, a nova esperança, um novo Brasil". 

13h09 - O presidente do STF e do processo, Ricardo Lewandowski, pede que os termos do quesito do destaque sejam apregoados no painel eletrônico.

13h06 - Renan Calheiros encerra discurso.

12h56 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) toma a palavra, diz que os senadores estão "fazendo história". Ele também afirma que a democracia não é o melhor regime por ser infalível, mas por corrigir suas imperfeições. Renan devefazer discurso longo.

12h50 - Senadores continuam argumentando sobre requerimento apresentado pelo PT.

12h42 - O presidente do STF e do processo, Ricardo Lewandowski, afirma que a Lei da Ficha Limpa fala em inelegibilidade, e o processo de impeachment fala de inabilitação para exercer função pública.

12h36 - O senador Cássio Cunha Lima (PMDB-PB) diz que, através do destaque, não será mudada a Constituição. Isso, segundo ele, será argumentado no momento do encaminhamento da votação do destaque.

12h32 - O deputado federal cearense José Guimarães (PT) publicou agora no seu perfil do Twitter: "Diferente do que diz a imprensa brasileira toda imprensa internacional diz que impeachment agrava crise econômica!"

12h30 -  O candidato à Prefeitura de Fortaleza João Alfredo (Psol) organiza, nesta quarta-feira, 31, a partir das  16 horas, um ato  contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT). A votação que decidirá se ela será afastada definitivamente da presidência da República acontece neste momento no Senado Federal.
12h27 - O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) pede a palavra. Ele argumenta que, se for votado em separado, pode acontecer de a presidente não ser impedida, mas, ainda assim, se tornar inelegível.

12h26 - Lewandowski fala sobre a necessidade de acabar o julgamento "o mais rápido possível".

12h20 - O senador Fernando Collor (PTC-AL) volta a lembrar fatos do processo de impeachment contra ele em 1992. Ele argumenta que a perda dos direitos políticos "não é perda acessória".

12h14 - O presidente da sessão volta a afirmar que acolhe o requerimento.

12h08 - Pessoas assistem à sessão de votação do impeachment em loda de eletrodomésticos no Centro da Cidade. [FOTO2]

12h06 - Lewandowski diz que votação em separado sobre inelegibilidade de Dilma "não trará prejuízos". 

12h04 - "É preciso pacificar forças políticas após a votação do impeachment", diz senador Aécio Neves (PSDB-MG).

12h - Lula irá acompanhar Dilma em discurso que ela fará após votação do impeachment.  [FOTO1]

11h54 -  Lewandowski decide aprovar o requerimento para votar em separado inelegibilidade de Dilma. 

11h50 - O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) tem a palavra. Será o último a debater a questão do requerimento.

11h43 - Kátia Abreu (PMDB-TO) toma a palavra e pergunta a Lewandowski comos erá o procedimento. Depois, Lindbergh Farias (PT-RJ) defende requerimento.

11h37 -O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) tem a palavra. Ele relembra o processo do seu impeachment e sua decisão de renúncia em 1992. O senador afirma qu,a pós renúncia, sessão foi suspensa para dar posse a novo presidente da República, para depois o julgamento sera retomado para tirar os direitos políticos dele. "Isso foi considerado uma violência, uma atitude absolutamente fora dos parâmetros em que se queira interpretar a Constituição. Hoje, se coloca uma questão dessa, de querer fatiar os ditames da Constituição", argumenta Collor contra o requerimento. Ele diz que comparece triste à sessão, por lembrar como teve seu direito "vilipendiado" em 1992.

11h35 - Lewandowski dá mais tempo para a discusão do requerimento. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) contesta o requerimento.

11h34 - "Peço aos senadores que tenham consciência na hora de avaliar esse processo #PelaDemocracia, diz a última publicação de Dilma Rousseff (PT) no seu perfil oficial do Twitter.

11h30 - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) toma a palavra e argumenta em favor do requerimento do PT.

11h27 - O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) pede a palavra para contraditar o requerimento do PT. Ele argumenta que não há mais momento para essa decisão. Ele diz que a Constituição prevê inelegibilidade e que, mesmo que "escapássemos do comando constitucional", Dilma estaria enquadrada na Lei da Ficha Limpa e já não poderia se candidatar a cargo público.

11h25 - Antes da votação, há a leitura de requerimentofeito pelo PT. O senador Vicentinho Alves lê odocumento. Nele, o PT pede que a decisão de que Dilma fique inabilitada para cargos públicos por oito anos seja votada em separado.

11h20 - Neste momento, Lewandowski relembra as datas e as etapas do processo.O processo contém cerca de 27.400 páginas.

11h17 - A sessão é iniciada com o relatório do processo de impeachment, incluindo o resumo dos argumentos da defesa e da acusação da presidente afastada. O presidente da sessão e do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, explica que não lerá todo o relatório, mas apenas fará um resumo dele. O texto seráadicionado aos autos do processo e será público.

11h15 - Inicia a sessão.

 

 

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