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Governador do DF discute repasses com Arno Augustin

12:40 | 13/11/2014
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, se reuniu nesta quinta-feira, 13, com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, para tratar de "questões sobre orçamento", mas negou que o DF dependa de ajuda do governo federal para não deixar o caixa com dívida ao fim do ano. "Depende de várias iniciativas", afirmou.

Agnelo disse que conversou sobre "coisas devidas", e não sobre novos repasses. "São coisas que podem ser repassadas agora. O governo federal nos deve R$ 625 milhões só na área de Previdência. Repasses como esse ajudariam nesse esforço (de fechar as contas)", afirmou. Segundo ele, o Tesouro irá analisar se há espaço fiscal para o repasse.

"Tomaremos todas as providências para entregar o DF com normalidade", prometeu. O governador reconheceu, entretanto, que é possível que ocorra atraso no pagamento a empresas que prestam serviços para o Distrito Federal.

"Atrasos é possível que tenha, é normal em fase como essa. Tem empresas com dificuldades econômicas e não podemos responsabilizar só o governo por isso (problemas na prestação de serviços)", disse. "O governo reconhece que tem atrasos e dentro de prazos contratuais. Na hora que o governo começar a descumprir contrato, aí está certo (reclamar), inclusive tem a Justiça pra cuidar disso".

Outro governador que esteve com o secretário do Tesouro na manhã de hoje foi o de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. "Vim pedir míseros R$ 44 milhões, que me são suficientes para fechar as contas", afirmou. Trata-se de valor devido pelo governo federal referente à desoneração de ICMS para produtos exportados, prevista na Lei Kandir. "Eu vim pedir que seja editada uma Medida Provisória, como foi nos anos anteriores, para que seja fechada a conta, o que me é de direito", finalizou.

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