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Biden cumprimenta Dilma pela reeleição em telefonema

20:50 | 06/11/2014
O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou nesta quinta-feira, 6, por telefone com a presidente Dilma Rousseff para cumprimentá-la pela reeleição. A pedido do presidente Barack Obama, Biden renovou o convite para uma visita oficial de Dilma a Washington, informou a Secretaria de Imprensa da Presidência da República. A data da visita, no entanto, segue indefinida.

"Parece-me extremamente oportuno que comecemos a planejar desde já minha visita de Estado", concordou a presidente. Biden recebeu, nesse telefonema, convite para a posse dela em 1º de janeiro. "Fiquei muito feliz com sua vitória. A senhora é uma grande amiga que temos na América do Sul", declarou Biden na conversa desta quinta-feira, conforme informou o Planalto. "Podem contar sempre com minha amizade", retribuiu Dilma. A ligação durou 15 minutos.

Biden se colocou à disposição para colaborar para o aprofundamento das relações entre Brasil e Estados Unidos. "Admiro sua coragem e sua dedicação. Creio que, com seu empenho, podemos fazer muito em favor das relações entre nossos países", afirmou o vice-presidente norte-americano.

Durante a conversa, Dilma ressaltou que as relações bilaterais com os Estados Unidos são muito importantes para o Brasil. Ela comentou ainda que, em conversa por telefone com o presidente Barack Obama logo após a eleição, já havia manifestado ser do "maior interesse para o Brasil manter as melhores relações com os Estados Unidos".

No dia 27 de outubro, dois dias depois da apuração dos votos, Obama ligou para Dilma para felicitá-la pela reeleição e reforçar o compromisso de aprofundar a relação bilateral entre Brasil e EUA.

Viagem oficial

No ano passado, Dilma cancelou viagem oficial aos Estados Unidos, marcada para o final de outubro. A decisão ocorreu depois do desconforto gerado após a revelação de um esquema de espionagem envolvendo o governo norte-americano, revelado por Edward Snowden.

Segundo nota divulgada à época pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, o adiamento foi uma decisão conjunta de Dilma e do presidente dos EUA, Barack Obama.

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