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Dilma promete linha de financiamento para bicicletas

18:10 | 22/09/2014
A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, disse nesta segunda-feira, 22, em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte, que o governo federal lançará uma linha de financiamento para bicicletas. A informação foi divulgada no Dia Mundial sem Carro, lembrado por ela.

"As bicicletas hoje são feitas na Zona Franca de Manaus, e aí estamos pensando nessa linha de financiamento para, principalmente, regiões que tenham estrutura para usá-las." Dilma reiterou os feitos da administração federal para mobilidade urbana, com R$ 143 bilhões em obras construídas e em vias de serem terminadas em 2015 e 2016.

Ao afirmar que essa linha de financiamento terá juros acessíveis, ela, indiretamente, criticou Marina. "Vamos criar essa linha com juros acessíveis. Olha como é importante o juro subsidiado, desculpe-me quem é contra isso." Dilma afirmou também que, sem a ajuda de financiamento dos bancos públicos, as obras no geral e de mobilidade urbana não saem do papel.

Perguntada sobre críticas de candidatos adversários de que ela não entregou o programa de governo, a presidente disse: "Eu não sou candidata como ela (Marina Silva, do PSB, foi) em 2010. Eu tenho programa e parte dele está na realidade, sistematicamente", respondeu, citando na sequência políticas de transporte de massa, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e segurança pública.

Dilma ainda enfatizou: "Não só tenho proposta, mas tenho fatos concretos e quantificados. Temos problemas nas duas candidaturas (adversárias). Um dia, você defende uma coisa, outro dia, outra. Porém, quem muda de programa como muda de casaca, é problema da pessoa e não do programa. Então, não venha me dizer que não tenho propostas".

A presidente ainda comentou que o Brasil deu exemplo de competência e segurança na Copa do Mundo, com as construções dos Centros de Comando e Controle. Dilma comprometeu-se a expandir esses centros para o País inteiro. "Não só vou expandir, como também tem de haver ação conjunta com os Estados, principalmente no caso de fiscalização de fronteiras."

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