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Fortaleza terá primeiro plano diretor cicloviário, diz Roberto Cláudio

Plano inclui ciclovias, ciclofaixas e até implantação de um projeto de bicicletas compartilhadas, integrado ao bilhete único

13:05 | 12/08/2014
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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, participou na manhã desta terça-feira, 12, do “Debates O POVO/CBN” com os jornalistas Cinthia Medeiros, da TV O POVO, Erivaldo Carvalho, do núcleo de Conjuntura do O POVO, e o radialista da CBN Ruy Lima. Na ocasião, ele “comprou a briga das ciclofaixas” e disse que a Prefeitura fecha o primeiro Plano Diretor Cicloviário de Fortaleza, para construção de ciclovias, ciclofaixas e até implantação de um projeto de bicicletas compartilhadas.

“Estaremos iniciando até o final de setembro o projeto de bicicletas compartilhadas, que já existe em outras 11 cidades brasileiras”, explica. A ideia é a criação de uma área para ciclistas do Campus do Pici até a Unifor, que visa atender a juventude, público que mais demanda esse uso, segundo ele.

Plano a ser enviado à Câmara, conta ainda com integração do bilhete único no projeto de bicicletas compartilhadas. “O aspecto único da bicicleta compartilhada é que vai integrar o bilhete único. Na lista ainda está uma ciclovia piloto financiada pelo BID, que deverá ligar o sul da cidade à região central, atendendo também a demanda do trabalhador”, explica.

Participação popular
Quando questionado sobre às polêmicas envolvendo o viaduto do Cocó e da Praça Portugal, o prefeito negou que os investimentos sejam voltados para essa zona limitada da cidade. “Esses temas ganharam relevo pelos aspectos polêmicos, há a impressão que essa área ganha mais intervenção, mas é uma manipulação política de setores da oposição”, defende.

Segundo ele, 70% dos investimentos da Prefeitura estão nos bairros mais pobres da cidade. “Estamos com 112 creches em construção, reformas e ampliação de postos de saúde. Eu não governo em um ambiente politicamente neutro, grande parte da crítica era originária de militância política partidária de oposição”, justificou.

Para ele, nenhuma das propostas enviadas pelos militantes eram projetos. “Todos eram rabiscos ou animações eletrônicas que não sustentavam cálculo estrutural”. A polêmica do viaduto, ainda segundo ele, serviu para a cidade ganhar uma intervenção urbana de relevo. “São quase dez anos em que a cidade não recebia uma obra que gerava discussão sobre a cidade”, completa.

Sobre a pecha de “autoritário”, ele disse estaria aberto a receber propostas e questionamentos da população. “Inclusive estarei respondendo pelo meu e-mail, que é [email protected]”.

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Redação O POVO Online

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