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Cap. Wagner diz que resposta a ofensas de Ciro Gomes é plano de segurança formulado

11:01 | 30/07/2014
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O vereador Capitão Wagner (PR) afirmou, nesta quarta-feira, 30, que a resposta às ofensas disparadas pelo secretário de Saúde do Estado, Ciro Gomes (Pros), é a estruturação de um plano de segurança pública para o Ceará formulado e registrado em cartório.

Ao Blog do Eliomar, o parlamentar destacou que o projeto de sugestões para a área mais criticada da gestão do governador Cid Gomes (Pros) está registrado no cartório Melo Júnior, sob número 73.4890.

Na terça-feira, 29, durante inauguração do comitê do candidato ao Governo Camilo Santana (PT), Ciro voltou a se referir ao vereador como “vagabundo chefe de milícia”.
[SAIBAMAIS 2]
“Enquanto Ciro não apresenta nenhuma proposta na área para a população, nós já o fizemos e em cartório”, disse o vereador Capitão Wagner, candidato a deputado estadual. Ele adiantou que suas propostas para a área da segurança pública serão, inclusive, entregues a Eunício Oliveira durante a inauguração do comitê central do peemedebista, marcada para a noite de amanhã, 31.

“Não vou bater boca com ninguém. A população quer propostas. Nosso plano tem 38 projetos detalhados em 30 páginas. Tudo registrado em cartório”, acrescentou o vereador, que já afirmou ter sido convidado por Eunício para assumir a secretaria caso o peemedebista seja eleito.

Desavenças
Essa não foi a primeira ocasião em que ocorreram desentendimentos entre Ciro e Wagner. Em junho, quando o vereador anunciou o convite para a pasta da Segurança, Ciro classificou o convite como “aberração terrivelmente perigosa”, reforçando acusação de que o vereador chefiaria “milícia ligada ao narcotráfico” na PM do Estado.

Wagner reagiu à fala do secretário na Câmara Municipal, afirmando que, caso o Ceará não tivesse “Assembleia Legislativa tão submissa”, Ciro estaria em um presídio. Afirmou ainda que vazamento da gravação é fruto de espionagem do governo. Na época, a Assembleia Legislativa aprovou nota de repúdio contra o parlamentar.

Redação O POVO Online

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