PUBLICIDADE
Notícias

Eunício ironiza pesquisa Ibope e diz que apoio a Dilma depende de "reciprocidade"

O senador brincou com levantamento, que aponta Michel Temer como seu principal aliado no Estado. "Michel descobriu que é famoso", ironiza

10:01 | 10/06/2014

O senador Eunício Oliveira (PMDB) ironizou na noite desta segunda-feira, 9, pesquisa Ibope divulgada no último domingo que coloca o vice-presidente Michel Temer como seu principal “padrinho” no Estado. Sobre a possibilidade de o PMDB vir a fechar com outros candidatos que não Dilma Rousseff (PT) no Ceará, o peemedebista diz que questão “vai depender do comportamento que tiverem comigo”.

Durante jantar que abriu convenção do PMDB na noite desta segunda, Eunício ironizou diversas vezes o fato de a pesquisa Ibope ter colocado ele como apoiado por Temer, devido a pouca popularidade do vice-presidente no Estado. Em tom de brincadeira, o senador disse que convidará o vice de Dilma para fazer campanha para ele no Estado.

“A orientação é para que se faça aliança em torno de Michel Temer. Até porque o Ceará descobriu que meu grande apoiador é o Michel Temer, veja a última pesquisa. O Michel ficou famoso com essa pesquisa, então vou convidá-lo a ir ao Ceará (para fazer campanha)”, disse.

[SAIBAMAIS 2]Apoio a Dilma

Questionado sobre Estados onde o PMDB sairá sem o PT e apoiando Aécio Neves (PSDB), Eunício não descartou que situação possa ocorrer no Ceará. “Eu quero apoiar a presidente. Vou apoiá-la até por um pedido do presidente Lula. Agora, vai depender obviamente do comportamento que tiverem comigo”, disse.

“Nunca fiz um encaminhamento de uma matéria contrário ao que ela (Dilma) desejava. Se isso não tem valor, se não tem reciprocidade, se a opção é outra, paciência”, completa. Segundo Eunício, sua campanha no Ceará não será “anti ninguém”. “Quero ser pós alguém. Aquilo que tiver de bom, nós vamos preservar”, disse. Entre pontos ruins da atual gestão, ele destaca Segurança Pública, que estaria “dramática”.

Redação O POVO Online
com informações do repórter Bruno Pontes, enviado a Brasília

TAGS