Irã sinaliza julgamentos e execuções para manifestantes; número de mortos ultrapassa 2,5 mil

Irã sinaliza julgamentos e execuções para manifestantes; número de mortos ultrapassa 2,5 mil

O chefe do judiciário do Irã, Gholamhossein Mohseni-Ejei, sinalizou nesta quarta-feira (14) que haverá julgamentos rápidos e execuções para aqueles detidos em protestos nacionais, apesar de um aviso do presidente dos EUA, Donald Trump. Os comentários surgem enquanto ativistas alertavam que enforcamentos dos detidos poderiam ocorrer em breve.

Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA, disse que a repressão das forças de segurança às manifestações matou pelo menos 2.571 pessoas. Esse número supera em muito o número de mortos de qualquer outro protesto ou agitação no Irã em décadas e lembra o caos em torno da Revolução Islâmica de 1979 no país.

Ainda nesta quarta, o Irã realizou um funeral em massa de 300 membros das forças de segurança mortos nas manifestações. Dezenas de milhares de enlutados compareceram, segurando bandeiras iranianas e fotos do aiatolá Ali Khamenei. Os caixões, cobertos com bandeiras iranianas, estavam empilhados. Rosas vermelhas e brancas e fotografias emolduradas de pessoas que foram mortas os cobriam.

Em outros lugares, as pessoas permaneciam temerosas nas ruas. Forças de segurança à paisana ainda circulavam por alguns bairros, embora a polícia anti-motim e membros da força paramilitar Basij, totalmente voluntária da Guarda Revolucionária, parecessem ter sido enviados de volta aos seus quartéis. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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