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G7: Estamos unidos para responsabilizar Putin e seu regime por invasão na Ucrânia

O G7 afirma em comunicado que o grupo está unido para "responsabilizar o presidente da Rússia, Vladimir Putin e seu regime por sua guerra não provocada e injustificada" na Ucrânia. Na nota, o G7 informa sobre novas medidas para endurecer as punições contra os russos, após o presidente americano, Joe Biden, ter mencionado as novidades em pronunciamento mais cedo.

O G7 pede que a Rússia pare de imediato com a incursão militar na Ucrânia e recue. Além disso, afirma que, além das sanções anunciadas anteriormente, adotará mais medidas para reduzir a dependência da energia russa, mas nota que pretende fazer isso de modo ordenado, a fim de ter tempo para buscar alternativas, inclusive sustentáveis. O grupo lembra que várias empresas têm desistido de negócios na Rússia. "Nós apoiamos nossas companhias que buscam uma retirada ordenada do mercado russo."

No comunicado, o G7 diz que atuará para retirar o status de nação mais favorecida de vários produtos da Rússia. E vetará que ela receba auxílio de organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. O grupo ainda reforça punições contra oligarcas russos, ampliando a lista desses nomes e de seus familiares alvos de sanções.

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O G7 afirma que atuará para evitar que a Rússia consiga contornar sanções, inclusive com moedas digitais, e reafirma o apoio à Ucrânia e à população do país atacado. O grupo também menciona a intenção de responsabilizar o regime de Aleksandr Lukashenko, presidente de Belarus, um aliado de Putin que tem dado algum apoio à invasão militar russa.

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