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China decreta lockdown na cidade de Xiamen, com temor de surto da Delta

15:22 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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Em meio ao receio sobre a ascensão de casos de covid-19, a China decretou um lockdown na cidade de Xiamen, de 3,7 milhões de habitantes, para tentar conter um novo surto que começa a se espalhar pela província de Fujian, no sudeste do país.
A decisão foi tomada após as autoridades de saúde detectarem 32 infecções transmitidas localmente. A maior parte delas está ligada à cidade de Putian, onde teve início o novo surto, causado pela variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia.
De acordo com a Associated Press, Xiamen decretou lockdown nos bairros afetados, fechou estabelecimentos e cancelou atividades de grupo, incluindo aquelas para o próximo Festival da Lua, também conhecido como Festival do Meio do Outono, em 21 de setembro. O serviço de ônibus de longa distância para outras partes da província também foi suspenso.
Na Rússia, o presidente Vladimir Putin, tomou a decisão de se isolar após um encontro com o ditador sírio, Bashar Al-Assad, em Moscou, na segunda-feira, 13, de acordo com a Associated Press.
Putin já recebeu as duas doses da vacina Sputnik V e todos aqueles com quem ele se reúne são submetidos a quarentenas e testes de diagnóstico antes do encontro. Questionado nesta terça-feira, 14, se Putin teve resultado negativo no teste de detecção do coronavírus, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, respondeu: "Claro que sim. O presidente está absolutamente saudável".

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Reino Unido aplicará reforço da vacina em pessoas com mais de 50 anos

INTERNACIONAL
15:05 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O Reino Unido anunciou, nesta terça-feira, 14, que oferecerá uma terceira dose das vacinas contra a covid-19 a todas as pessoas com mais de 50 anos e com comorbidades. A decisão ocorre depois de um painel de especialistas dizer que os reforços eram necessários para proteger contra a diminuição da imunidade neste inverno.
O secretário de Saúde, Sajid Javid, disse que o governo havia aceitado a recomendação do Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização (JCVI) e começaria a oferecer doses de reforço na próxima semana, noticiou a Associated Press. A Organização Mundial da Saúde (OMS), contudo, pediu às nações ricas que adiem as doses de reforço até que todos os países tenham vacinado pelo menos 40% de suas populações.
O JCVI disse que as vacinas de reforço são necessárias para garantir que as pessoas estejam protegidas contra a doença, porque estudos mostraram que a imunidade conferida pelas vacinas enfraquece com o tempo.
O painel recomendou que todos com mais de 50 anos, bem como profissionais de saúde, pessoas com problemas de saúde subjacentes e aqueles que vivem com pessoas imunossuprimidas, recebam uma injeção de reforço pelo menos seis meses após terem recebido a segunda dose da vacina.

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15 municípios cearenses vão participar de pesquisa do Ministério da Saúde sobre Covid

saúde
14:16 | Set. 14, 2021
Autor Júlia Duarte
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O Ceará é um dos estados escolhidos para participar da Pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 (Precov) no Brasil. O estudo é conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) para estimar quantas pessoas foram infectadas pelo vírus. No Ceará, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) e do projeto Vigiar SUS vão efetivar a pesquisa em 15 municípios cearenses.

A análise pretende chegar a cálculos mais precisos da morbidade e da letalidade pela Covid-19. O estudo vai ser uma das maiores análises sorológicos de Covid-19 registradas no mundo até o momento.

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A pesquisa vai considerar não só o aspecto da infecção por coronavírus, como também as características socioeconômicas e demográficas dos participantes. A estimativa é que 10.985 pessoas serão entrevistadas no Ceará, após seleção pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Todos que aceitarem participar da pesquisa terão uma amostra de sangue coletada para identificar a presença de anticorpos contra a doença. O estudo vai poder dizer também se a pessoa já foi contaminada e/ou desenvolveu imunidade após a vacinação, por meio da análise das proteínas IgG, produzidas pelo organismo com o objetivo de defender o organismo contra agentes infecciosos.

De acordo com a Sesa, todas as informações dos participantes serão mantidas em sigilo, e a secretaria ressalta a importancia de traçar estratégias baseadas em evidências. "Com as informações adquiridas, tomar decisões baseadas em evidências, embasando as respostas em saúde pública”, ressaltou a interlocutora do Vigiar SUS, Viviane Duarte, por meio de nota.

O material será analisado nas unidades de Apoio ao Diagnóstico de Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Ceará e no Rio de Janeiro.
Municípios cearenses que farão parte da pesquisa

Aquiraz
Cascavel
Caucaia
Chorozinho
Eusébio
Fortaleza
Guaiúba
Horizonte
Itaitinga
Maracanaú
Maranguape
Pacajus
Pacatuba
Pindoretama
São Gonçalo do Amarante

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Covax enviou mais de 260 milhões de doses de vacina contra covid-19 a 141 países

INTERNACIONAL
12:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom informou que a iniciativa Covax, mecanismo global para acesso aos imunizantes, enviou mais de 260 milhões de doses de vacina contra covid-19 a 141 países. "Mas, como vocês sabem, a Covax também enfrentou vários desafios, com os fabricantes priorizando acordos bilaterais e muitos países de alta renda bloqueando o fornecimento global de vacinas", pontuou o diretor em coletiva à imprensa nesta terça-feira.
Em relação à equidade de distribuições de vacina, Tedros afirmou que a "África foi deixada para trás pelo resto do mundo". Mais de 5,7 bilhões de doses foram administradas pelo mundo, mas só 2% foram aplicadas no continente africano, segundo o diretor. Até o momento, apenas 2 países africanos alcançaram a meta de OMS de vacinar ao menos 40% da sua população contra a covid-19 ainda neste ano, informou Tedros.
"Só 3,5% da nossa população foi totalmente imunizada contra a covid-19", disse o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da África, John Nkengasong. "As vacinas são a solução para sairmos dessa pandemia coletivamente. E isso precisa ser feito rapidamente".
Secretária Executiva da Comissão Econômica para África na ONU, Vera Songwe reforçou que é necessário financiamento para as vacinas no continente. "Precisamos produzir essas vacinas e esperamos trabalhar com a OMS, Covax e Unicef", disse. Songwe ainda afirmou que o intuito não é só produzir as vacinas, mas trabalhar também vendê-las dentro e fora da África.
"Não queremos doações. Vocês podem doar, se quiserem, mas queremos acesso para conseguir comprar os imunizantes", esclareceu o enviado especial da União Africana para covid-19, Strive Masiyiwa. "Apreciamos as doações. Mas também queremos comprar, ao mesmo tempo".

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Putin entra em autoisolamento após casos de covid-19 em seu entorno

INTERNACIONAL
11:38 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente russo, Vladimir Putin, entrou em um período de autoisolamento nesta terça-feira, 14, após a confirmação de que pessoas de seu entorno testaram positivo para covid-19.
O anúncio foi feito pelo Kremlin, em uma transcrição de uma ligação entre Putin e o presidente do Tajiquistão, Emomali Rahmon, onde o líder russo afirmou que participará de uma reunião da Organização de Cooperação de Xangai, planejada para o final desta semana na capital tajique, Dushanbe, virtualmente.
"Devido a casos identificados de coronavírus em seu entorno, Vladimir Putin deve respeitar um regime de autoisolamento durante um certo período de tempo", diz um comunicado do Kremlin, acrescentando que o presidente está "absolutamente saudável". O porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, afirmou que Putin foi submetido a um teste de detecção do vírus, mas o resultado não foi divulgado até o momento.
Desde o início da pandemia, as autoridades russas tomaram medidas excepcionais para proteger o presidente, de 68 anos, que foi imunizado com a vacina de fabricação russa Sputnik V. Antes de se reunirem com o presidente, líderes estrangeiros, jornalistas e funcionários de alto escalão tiveram de passar por um autoisolamento.
Putin se reuniu com o presidente sírio, Bashar Assad, e com os atletas russos que voltaram dos Jogos Paralímpicos de Tóquio na segunda-feira, 13. Assad disse que ele e sua mulher se recuperaram da covid-19 em março.
A Rússia está entre os mais atingidos pela pandemia da covid-19. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, o país é foi o 8º do mundo a registrar mais casos ativos da doença nos últimos 28 dias. O cenário é ainda pior quando considerado o período total da pandemia: com mais de 7 milhões de casos confirmados - número superado apenas por Estados Unidos, Índia, Brasil e Reino Unido - e mais de 190 mil mortos.
População cética sobre vacinas russas
Depois de disparar em agosto, o número de casos chegou a diminuir, mas continua a preocupar. As autoridades não conseguem convencer uma população cética em relação às vacinas, e pesquisas independentes mostram que a maioria dos russos não quer se imunizar.
Apenas 39,9 milhões dos 146 milhões de russos estão totalmente vacinados, segundo o site Gogov, que coleta dados oficiais das regiões.
A Rússia tem várias vacinas de fabricação própria disponíveis para sua população, mas não distribui imunizantes de países ocidentais.
Moscou, epicentro da pandemia no país, e outras regiões implementaram medidas de vacinação obrigatórias para acelerar a imunização. O presidente Putin pede, repetidamente, a seus concidadãos que se vacinem.
A meta do Kremlin era ter 60% da população protegida até setembro, o que não foi atingido, ainda que tenha iniciado sua campanha de vacinação no início de dezembro.
O governo russo foi acusado de subestimar os efeitos da pandemia da covid-19 e de ter desistido de voltar a adotar medidas restritivas após o severo confinamento decretado em 2020.
As autoridades depositaram suas esperanças de conter a pandemia nas quatro vacinas de fabricação nacional - Sputnik V, EpiVacCorona, CoviVac e Sputnik Light (de dose única) -, ainda sem sucesso. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

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Maioria do STF confirma liminar que garante segunda dose a São Paulo

Justiça
10:33 | Set. 14, 2021
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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para confirmar uma decisão do ministro Ricardo Lewandowski que, em agosto, concedeu uma liminar (decisão provisória) para garantir o envio de vacinas contra a covid-19 em número suficiente para a aplicação da segunda dose no estado de São Paulo.

Em agosto, Lewandowski determinou que o Ministério da Saúde, ao fazer a divisão dos quantitativos de vacinas enviadas aos estados, reserve ao estado de São Paulo número suficiente para a aplicação da segunda dose dentro do prazo estipulado na bula do imunizante pelo fabricantes.

Desde 3 de setembro o Supremo julga se confirma a decisão de Lewandowski. Até o momento, seis dos dez ministros votaram para confirmar a liminar. Além do próprio relator, também votaram favoravelmente Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Rosa Weber e Edson Fachin.

O julgamento ocorre no plenário virtual, e os ministros têm até as 23h59 desta terça-feira (14) para votar contra ou a favor da liminar de Lewandowski, salvo se houver algum pedido de vista (mais tempo de análise) ou destaque (remessa do caso ao plenário convencional).

Voto

Em seu voto, Lewandowski afirmou que a determinação do envio de vacinas se fez necessária depois de mudanças nos critérios de distribuição de doses promovidas em agosto, levadas a efeito pela União sem comunicação prévia aos entes federados (estados e municípios).

Os estados não tiveram tempo hábil para se adaptar, o que pode comprometer a aplicação da segunda dose em São Paulo dentro do cronograma previsto, que prevê o cumprimento do prazo previsto na bula das vacinas.

“Cumpre deixar claro que o prazo estabelecido pelos fabricantes das vacinas para a aplicação da segunda dose do imunizante, aliás expressamente considerado na aprovação concedida pela Anvisa, precisa ser rigorosamente respeitado, sob pena de ineficácia da imunização”, afirmou Lewandowski.

Ao acionar o Supremo, procuradores de São Paulo alegaram que, desde a adoção desses novos critérios, 228 mil doses deixaram de ser encaminhadas ao estado de forma “descabida”.

O voto do relator foi acompanhado integralmente pelos outros cinco ministros que votaram até o momento.

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