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Aos 89 anos, "vovó nazista" condenada por negar Holocausto é presa

De acordo com o 130º artigo do código penal alemão, quem negar, aprovar ou relativizar de modo público algum ato cometido durante o regime nazista será punido com pena de até cinco anos de reclusão

21:40 | 10/05/2018
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Ursula Haverbeck, de 89 anos, foi levada ao presídio após negar o Holocausto. Ela é destaque entre os grupos que contrapõem a veracidade do extermínio de judeus entre os anos 1933 e 1945. A nazista já havia sido condenada outras vezes, tendo recorrido das sentenças. Até então ela nunca tinha sido presa. As informações são do El País. 
 
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Para Ursula, Auschwitz não se tratava de campo de extermínio, mas apenas de um campo de trabalho. Em 2016, ela foi condenada por mandar cartas a um prefeito e a um jornal contrapondo os crimes cometidos pelo regime nazista. Segundo ela, a morte de seis milhões de judeus é a "maior mentira da História".

De acordo com o 130º artigo do código penal alemão, quem negar, aprovar ou relativizar de modo público algum ato cometido durante o regime nazista será punido com pena de até cinco anos de reclusão. 

O vice-presidente do comitê internacional de Auschwitz, Christoph Heubner, externou preocupação, domingo. Ele solicitou que as autoridades intensificassem a procura pela alemã. Na última segunda-feira, 7, Ursula foi presa no noroeste da Alemanha.
 
Redação O POVO Online 
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