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Entenda porque americana que ganhou R$ 1,8 bilhão em loteria foi impedida de receber o prêmio

23:30 | 14/02/2018
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Uma mulher em New Hampshire, nos Estados Unidos, foi impedida de receber o prêmio de US$ 560 milhões (equivalente a R$ 1,8 bilhão) a que tinha direito após vencer um sorteio na loteria Powerball por conta de uma disputa legal.

A mulher assinou no verso do bilhete sorteado, como obriga a regra do sorteio, usando o pseudônimo de "Jane Doe" - nome genérico normalmente usado no país para se referir as pessoas desconhecidas ou indigentes -, mas afirma que se arrependeu do ato por querer se manter em anonimato. Ela entrou com uma ação para recolher o prêmio sem ter o próprio nome revelado.

Segundo a lei do estado de New Hampshire, não é permitido o sigilo dos vencedores de loteria. O nome do ganhador, cidade onde a aposta foi realizada e a quantia a receber têm de ser divulgadas, pois são informações públicas.

Agora, a mulher contesta na Justiça as regras da Comissão de Loterias de New Hampshire e luta para se manter no anonimato. Até o fim do processo, ela está impedida de recolher o prêmio.

Na ação, a mulher alega querer manter sua privacidade. Argumenta ainda que diferentes ganhadores de loteria sofreram danos graves, inclusive alguns morreram, após terem o nome tornado público. As informações são da BBC.

Charlie McIntyre, diretor-executivo da Comissão, afirmou num comunicado que a entidade entende que ganhar uma quantia tão grande é "um feito que muda a vida" das pessoas. "Respeitamos o desejo da participante de permanecer sob anonimato, mas os estatutos e as regras da loteria expressam claramente os protocolos", assinalou.

Na loteria Powerball, o apostador escolhe cinco números, entre 1 e 69. As chances de ganhar foram estimadas como sendo de uma em 292 milhões. Diante da baixa chance, o prêmio se acumula por várias vezes seguidas.
 
Redação O POVO Online 
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