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Criança destrói bancada de maquiagem da marca Sephora e causa prejuízo de R$ 4 mil

Uma consumidora que chegou à loja logo após o acidente fotografou a cena e sugeriu numa postagem no Facebook que as mães não levem os filhos pequenos quando forem comprar maquiagem

18:54 | 20/11/2017
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A curiosidade de uma criança causou prejuízo de cerca de R$ 4 mil a uma loja de maquiagem da marca Sephora, nos Estados Unidos. Em sua página no Facebook, a maquiadora Brittney Nelson publicou fotos da bancada destruída. Brittney chegou à loja minutos depois do incidente, percebeu que uma mãe, apressada, levava o filho pequeno pelas mãos, olhou para a bancada de sombras, e concluiu o que havia acontecido. "A cena parecia 100 vezes pior na vida real e não trabalho para a Sephora. Mãe e criança estavam indo embora apressadas. As pequenas pegadas coloridas perto da cena tornaram fácil concluir que aquilo foi obra de uma criança", disse ela na publicação.

Ela ainda lamentou o ocorrido, imaginando que a criança possa ter pensado que eram tintas de pintura a dedo, querendo brincar. "O resultado foi uma quantidade imensa de produto destruído e uma equipe de funcionários irritada".

A maquiadora apontou uma solução para um problema que dividiu opiniões. Brittney pediu para que as mães não levem os filhos pequenos quando forem comprar maquiagem. Ela argumentou que isso não é divertido nem para as mães, nem para os filhos e muito menos para os responsáveis pelos produtos.

Algumas mães concordaram com o que ela escreveu, já que não importa o valor do produto, a criança destruiu a propriedade de outra pessoa. Outras mães, entretanto, pensam que isso só as deixam cada vez mais excluídas, além de acharem "absurdo e desrespeitoso". Elas alegam que "alguns pais não têm o luxo de ir a lugares sem os filhos".

A maquiadora disse que quando precisava ir em lojas de maquiagem com sua filha pequena, Allie, colocava uma regra de "mãos no bolso", para a menina, e uma rígida regra de "10 minutos" para ela comprar o que precisava.

Confira a publicação:

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Redação O POVO Online

 

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