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Objetos que supostamente estiveram com Hitler são encontrados na Argentina

Dentre os objetos estavam outras antiguidades ilícitas. Esse é o maior tesouro nazista já encontrado, diz o Ministério da Segurança Argentino. Suspeita-se que oficiais nazistas tenham trazido os objetos para América do Sul após a Segunda Guerra

14:32 | 23/06/2017
Na foto pode ser visto águia imperial com uma suástica, um quadro com uma escultura de Hitler, um relógio de sol e outras esculturas e objetos do nazismo
Na foto pode ser visto águia imperial com uma suástica, um quadro com uma escultura de Hitler, um relógio de sol e outras esculturas e objetos do nazismo

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Foi encontrada em Beccar, subúrbio ao norte de Buenos Aires, capital da Argentina, a maior coleção de objetos da Alemanha nazista. São 75 peças e além dessas também estavam presentes outras antiguidades. Entre elas: objetos paleontológicos, vasos chineses e animais mumificados egípcios. As informações são do jornal La Nacion, a agência Associated Press e do Ministério da Segurança da Argentina.

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Os itens nazistas incluem um busto de Adolf Hitler, uma escultura de uma águia imperial com uma suástica, facas, medalhas, uma lupa e um instrumento de medição de tamanho de cabeças - que era uma das formas que os nazistas determinavam aqueles pertencentes a raça ariana. As peças estavam escondidas em um cômodo que só poderia ter acesso por detrás de uma estante falsa na biblioteca na galeria de um comerciante de antiguidades.

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Certas obras apareciam com uma fotografia de Hitler com alguns dos objetos que foram encontrados. Essas imagens não foram divulgadas por conta da importância delas para a investigação. Suspeita-se que os artefatos teriam sido de oficiais do exército nazista que fugiram para a América do sul quando o regime caiu, após o fim da Segunda Guerra Mundial. O dono da coleção não foi preso, mas está sendo investigado por autoridades federais. As peças recuperadas serão levadas para o Museu do Holocausto em Buenos Aires quando as perícias chegarem ao fim.

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A ação que levou ao encontro desses objetos faz parte da Operação Oriente Médio, que teve início em outubro de 2016 e foi em 8 de junho de 2017 que agentes da Interpol realizaram a busca no estabelecimento. Algumas das obras de arte de procedência ilícita estavam na Lista Vermelha de Objetos Culturais Chineses, emitida pela Unesco, ou estavam sob o amparo da Lei de Proteção do Patrimônio Arqueológico e Paleontológico.

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Confira mais informações sobre a operação e os objetos encontrados no vídeo abaixo:

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