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Trump quer estreitar colaboração com Otan

19:52 | 15/08/2016
Proposta de trabalho em conjunto visa o combate ao grupo extremista "Estado Islâmico". Candidato, no entanto, é vago ao detalhar diferenças em relação à estratégia já seguida pela administração de Barack Obama. Em um discurso sobre suas proposta para a política externa, o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta segunda-feira (15/08) estreitar a colaboração com os aliados da Otan para derrotar o "Estado Islâmico" (EI) e restringir a imigração de simpatizantes de grupos extremistas. O magnata afirmou que irá combater o EI com uma frente militar, cibernética e financeira. "Trabalharemos estreitamente com a Otan nessa nova missão", disse Trump, no estado de Ohio, sem detalhar as diferenças em relação à estratégia que vem sendo aplicada pela administração de Barack Obama no combate ao grupo jihadista. Trump defendeu ainda bloquear o acesso à internet e às redes sociais de integrantes do Estado Islâmico. "Venceremos o terrorismo radical islâmico como vencemos todas as ameaças que enfrentamos até agora", acrescentou. No discurso, o candidato comentou ainda seu polêmico plano para banir temporariamente a imigração muçulmana para os Estados Unidos. O magnata disse que criará um sistema de triagem para determinar pessoas que tenham a intenção de fazer algum mal ao país e vetará a admissão de simpatizantes de grupos extremistas e daqueles que se recusarem a adotar os valores americanos. "Aqueles que não acreditam na nossa Constituição ou apoiam a intolerância e o ódio não serão admitidos pela imigração no nosso país", reforçou, pedindo que pais e professores promovam a cultura americana e encorajem a assimilação. Esse projeto inclui também a localização de regiões no mundo que sejam hostis aos EUA e a interrupção temporária no recebimento de migrantes desses países. "Pararemos o procedimento de visto para essas áreas até o momento que seja considerado seguro", acrescentou, prometendo divulgar em breve sua lista de "países terroristas". CN/rtr/ap/afp
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