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Gêmeas siamesas vão à escola pela primeira vez após cirurgia de separação

A mãe de Rosie e Ruby, Angela Formosa, disse que as gêmeas estão animadas para começar a vida escolar

16:50 | 30/08/2016
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As gêmeas siamesas britânicas Rosie e Ruby, que nasceram unidas pelo abdomen e tinham apenas 20% de chances de sobreviver à operação de separação, de acordo com os médicos, se preparam para iniciar os estudos. As informações são da rede britânica BBC. Elas nasceram em 2012 no hospital da Universidade College of London, na Inglaterra, com um problema que atinge um em cada 200.000 nascimentos de crianças vivas.

Logo após o parto, Rosie e Ruby foram levadas para o principal hospital infantil de Londres, o Great Ormond Streer, onde passaram por uma cirurgia de separação de urgência, já que havia um bloqueio do intestino das meninas. A mãe Angela Formosa disse em entrevista à BBC, que as gêmeas estão animadas para começar a estudar.

"Há quatro anos eu nem imaginava que isso iria acontecer. Quando eu estava grávida, não pensei que as veria no primeiro dia a escola. É incrível! O tempo voou, não acredito como tudo passou tão rápido. A irmã mais velha já está na escola, então elas mal podem esperar. Elas já conheceram a professora e adoraram. Estão ansiosas para começar a pintar, fazer bagunça, elas adoram ler", afirmou.

A mãe destaca que as meninas são muito parecidas e que são duas meninas alegres. "Elas são teimosas e muito determinadas também, o que eu já sabia quando elas ainda estavam na minha barriga, por causa do modo como elas cresceram e sobreviveram”, comenta.

O cirurgião especializado em pediatria no hospital Great Ormond Street, Paolo De Coppi, comemorou o ingresso das meninas na vida escolar. “Estamos muito felizes que Rosie e Ruby estejam indo para a escola agora em setembro. É sempre uma alegria testemunhar o progresso de pacientes e saber que eles estão atingindo novos marcos em suas vidas. Isto torna nosso trabalho muito mais gratificante”, afirmou Paolo.

Rosie e Ruby começam a frequentar a escola no sudeste de Londres a partir de setembro próximo, quando acontece o início do ano letivo no Reino Unido.
Redação O POVO Online
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