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EUA tentam rastrear pessoas que tiveram contato com infectado por ebola

16:32 | 01/10/2014
Autoridades de saúde já monitoram 12 possíveis casos de contágio e garantem que vírus não vai se espalhar. Paciente, que está em estado grave, contraiu doença na Libéria e chegou ao Texas em voo com escala em Bruxelas. As autoridades de saúde americanas estão monitorando 12 das 18 pessoas que tiveram contato com o homem diagnosticado na terça-feira (01/10) como o primeiro caso de ebola dos Estados Unidos. O paciente, que não teve a identidade revelada, entrou nos EUA em um voo a partir da Libéria onde contraiu o vírus com escala em Bruxelas. Por ele só ter apresentado sintomas da doença em solo americano, as autoridades descartam que outros passageiros tenham sido infectados. O presidente Barack Obama mobilizou uma série de esforços para tentar diminuir o risco de casos adicionais de ebola. Ele se reuniu com Thomas Frieden, diretor dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC). "O presidente e Frieden falaram dos rígidos protocolos com os quais o paciente está sendo tratado, assim como sobre os esforços atuais para rastrear os contatos do paciente a fim de diminuir o risco de casos adicionais", afirma uma nota da Casa Branca. Todos os enfermeiros e médicos que tiveram contato com o infectado fizeram testes, que deram negativo para ebola. Segundo o governador do Texas, Rick Perry, o paciente teve contato com algumas crianças, mas os riscos de que as tenha contaminado é baixo. Tratado num hospital no Texas, o paciente infectado está em estado grave. Ele chegou aos EUA em 20 de setembro e foi internado no domingo (28/09), cinco dias depois de os sintomas começarem a se manifestar. Esse é o primeiro paciente diagnosticado com ebola nos EUA, embora outros quatro já tenham sido tratados no país três deles se recuperaram completamente e outro segue internado, sem que haja detalhes, porém, de seu estado de saúde. Até o momento, o vírus já causou a morte de mais de 3.300 pessoas em Serra Leoa, Libéria, Nigéria, Guiné e Senegal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). RPR/rtr/ap

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