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África é mais eficiente que a Ásia no controle do contrabando de marfim

12:00 | 13/06/2014
A luta contra o contrabando de marfim foi, pela primeira vez, mais eficiente na África do que na Ásia em 2013, assegura a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres (Cites), uma organização internacional encarregada da proteção das espécies ameaçadas.

No relatório sobre caça e comércio ilegais de elefantes para usar o marfim de suas presas divulgado nesta sexta-feira, 13, pela Cites, 80% das apreensões na África aconteceram no Quênia, Tanzânia e Uganda.

Segundo o texto, até então, estes carregamentos conseguiam sair da África sem serem detectados.

O informe demonstra que no ano passado, mais de 20.000 elefantes foram vítimas de caça ilegal na África, um retrocesso em relação a 2011, quando foram mortos 25.000. Em 2012, foram 22.000.

Segundo a Cites, os elefantes africanos enfrenta uma grande ameaça para sua sobrevivência.

No começo do século XX havia 10 milhões de elefantes na África. Esta cifra caiu a 1,2 milhões em 1980 e a 500.000 atualmente.

O comércio de marfim foi proibido em 1989 pela Cites.
AFP

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