Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Cão farejador da PF localiza 64 kg de cocaína no aeroporto de Fortaleza

Foram necessárias cerca de 10 policiais e mais de quatro horas para conseguir extrair o conteúdo ilícito de dentro da carga apreendida
23:05 | Ago. 03, 2021
Autor - Lara Vieira
Foto do autor
- Lara Vieira Autor
Tipo Noticia

64 kg de cocaína foram apreendidos na tarde dessa segunda-feira, 2, no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. De acordo com a Polícia Federal (PF), a droga foi localizada na área do Terminal de Cargas (TECA), no interior de furadeiras de bancada, ferramenta utilizada na construção civil. O material ilícito foi encontrado durante fiscalização de rotina, com o auxílio do cão detector de drogas "Inu".

Segundo a PF, o cão da raça belga malinois apontou a existência de produto suspeito em carga despachada de Fortaleza para Cabo Verde, com escala em Lisboa. Na vistoria, uma das caixas foi aberta e encontrado pó, na cor branca. Em nota, a PF declarou que foram necessárias mais de quatro horas e os esforços de dez policiais para conseguir extrair a droga alojada.

Policiais federais realizaram o exame preliminar do narcoteste e confirmaram se tratar de cocaína. Segundo os agentes, a droga extraída tinha um peso total de 64 kg. O material foi encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal para pesagem da droga. Não foram encontrados suspeitos do crime durante a ocorrência. A PF realiza investigação para identificar a origem, o remetente e o destinatário da cocaína.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

PF apreende obra de arte suspeita de ter sido roubada na Líbia

Justiça
13:23 | Jul. 29, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (29) mandado de busca e apreensão, com o objetivo de localizar e apreender uma obra de arte adquirida pela internet, suspeita de ter sido roubada de um museu na Líbia, no ano de 1990.

Segundo a PF, trata-se de uma escultura de mármore de uma cabeça humana, representando Eusculápio (Head of Asclepius), deus grego da cura, do período de 400 a.C.

A solicitação de busca da obra de arte foi feita em comunicação da Interpol Tripoli, na Líbia, ao Escritório Central Nacional da Interpol no Brasil. Conforme a Secretaria-Geral da Interpol, a escultura está inserida na base de dados da organização de obras furtadas ou roubadas.

A PF explica ainda que a obra havia sido retida pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, São Paulo, permanecendo naquela unidade alfandegária de fevereiro a setembro de 2020, mas foi liberada ao comprador da peça, mediante a apresentação dos documentos de importação, não sendo possível verificar a ilicitude do objeto.

De acordo com a PF, a obra de arte será periciada e, caso confirmada sua autenticidade e procedência, será repatriada à Líbia. O comprador será ouvido para esclarecer se sabia da origem da escultura.

 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

PF inaugura centro de combate a grupos criminosos violentos no Rio

Geral
12:23 | Jul. 29, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Polícia Federal inaugurou, hoje (29), uma unidade que além de mapear áreas de influência e atuação de grupos criminosos violentos, pretende desarticular as suas estruturas organizacionais, por meio da prisão de lideranças e da apreensão de material ilícito, valores e bens adquiridos com recursos originados nos delitos praticados.

O Centro Integrado de Investigações e Operações de Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro da Missão Redentor, que funcionará na Superintendência Regional do Rio de Janeiro, vai receber meios e equipamentos para realizar os trabalhos de investigação, interceptação, monitoramento e processamento das informações obtidas.

Segundo a PF, a Missão Redentor, que tem foco no combate de facções criminosas e corrupção, é de caráter permanente e terá um grupo de policiais especializados na área de inteligência no combate a este tipo de crimes, podendo ser ampliado se houver necessidade.

De acordo com o órgão, a escolha do local de instalação do Centro de Inteligência Policial Operacional da Missão Redentor é em decorrência da expansão das facções criminosas no estado do Rio de Janeiro, “onde acredita-se que o investimento reforçado na PF/RJ fortalecerá a desarticulação de organizações criminosas voltadas ao tráfico de drogas e de armas, bem como aumento nos números de apreensões e prisões no estado fluminense”.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

11 trabalhadores em condição análoga à escravidão são resgatados

galpão no Itaperi
00:30 | Jul. 23, 2021
Autor
Tipo Notícia

Onze trabalhadores que viviam em condição análoga à escravidão foram resgatados em uma ação por auditores-fiscais do trabalho em Fortaleza. Os homens resgatados eram oriundos do Rio Grande do Norte e de cidades paraibanas: Catolé do Rocha, São Bento e Brejo Cruz. Eles foram encontrados alojados em condições degradantes em um galpão no bairro Itaperi, após uma denúncia anônima. A operação foi iniciada no dia 6 de julho e finalizada na última terça-feira, 20.

Os homens exerciam atividades ligadas à venda de redes, artigos de cama, mesa e banho, além de produtos eletrônicos. Eles trabalhavam na Capital cearense e na Região Metropolitana. “O mais grave é que além das multas e interdições, o empregador deve responder criminalmente”, relata o auditor-fiscal, Klenio Lima, que atuou na ação. O nome da empresa e do dono ainda não podem ser revelados, porque o processo segue em julgamento.

Conforme os auditores-fiscais do trabalho do Ministério da Economia ligados à operação, juntamente às condições precárias em que viviam, as vítimas ainda eram induzidas a um endividamento contínuo e submetidas a longas jornadas de trabalho, sem descanso semanal.

Tanto a contratação dos trabalhadores como a venda dos produtos eram realizadas na informalidade, em descumprimento com as normas legais, sem registro em carteira de trabalho e sem recebimento de salário pelo trabalho feito por eles.

Ao O POVO, o Klenio Lima contou que o empregador era do interior da Paraíba, por isso ele conseguiu contatar diretamente alguns dos trabalhadores e trazê-los a Fortaleza. Os outros chegaram no “boca a boca”, buscando melhores oportunidades de emprego.

“Eles não tinham noção do que o atingiam, muitos eram gratos por ter um teto para morar. Os homens moravam em uma garagem, que deveria servir apenas para alocar carros. Viviam em meio à sujeira. Sobretudo, eles também não foram informados sobre os cuidados da Covid-19 e sequer usavam máscaras”, comenta o auditor ressaltando o perigo da contaminação pelo coronavírus.

O local foi interditado imediatamente pelos auditores-fiscais, por causa do risco à integridade física dos trabalhadores. Também foi verificado o risco de choque elétrico devido às más instalações. Depois da operação, os onze foram resgatados e receberam cerca de R$ 42 mil em salários atrasados e verbas rescisórias. O valor calculado pela Auditoria-Fiscal do Trabalho é baseado no tempo de serviço prestado ao empregador, segundo a Superintendência Regional do Trabalho.

A Auditoria também emitiu as guias de Seguro-Desemprego Especial do Trabalhador Resgatado, pelas quais as vítimas têm direito de receber três parcelas de um salário mínimo, equivalente a R$ 1.100 cada. Após o pagamento, eles puderam retornar ao município de origem. Eles serão encaminhados a órgãos de assistência social, para que possa ser feito o atendimento prioritário.

Denúncias

As denúncias de qualquer tipo de trabalho análogo ao de escravo podem ser feitas de forma anônima no Sistema IPÊ (https://ipe.sit.trabalho.gov.br) ou através do autoatendimento da Fiscalização do Trabalho: (85) 3878.3117.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

11 homens são resgatados de trabalhos em condição análoga à escravidão em Fortaleza

bairro itaperi
11:20 | Jul. 22, 2021
Autor Levi Aguiar
Foto do autor
Levi Aguiar Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

Onze trabalhadores que viviam em condição análoga à escravidão foram resgatados em uma ação por auditores-fiscais do trabalho em Fortaleza. Os homens resgatados eram oriundos do Rio Grande do Norte e de cidades paraibanas: Catolé do Rocha, São Bento e Brejo Cruz. Eles foram encontrados alojados em condições degradantes em um galpão no bairro Itaperi, após uma denúncia anônima. A operação iniciou no dia 6 de julho e finalizou na última terça-feira, 20.

Os homens exerciam atividades ligadas à venda de redes, artigos de cama, mesa e banho, além de produtos eletrônicos. Eles trabalhavam na Capital cearense e na Região Metropolitana.

“O mais grave é que além das multas e interdições, o empregador deve responder criminalmente”, relata o auditor-fiscal, Klenio Lima, que atuou na ação. O nome da empresa e do dono ainda não podem ser revelados, porque o processo segue em julgamento.

Conforme os agentes ligado à operação, os auditores-fiscais do trabalho do Ministério da Economia, juntamente às condições precárias em que viviam, as vítimas ainda eram induzidas a um endividamento contínuo e submetidas a longas jornadas de trabalho diariamente, sem descanso semanal.

Tanto a contratação dos trabalhadores, como a venda dos produtos eram realizadas na informalidade, em descumprimento com as normas legais, sem registro em carteira de trabalho e sem recebimento de salário pelo trabalho feito por eles.

Ao O POVO, o auditor contou que o empregador era do interior da Paraíba, por isso o dono da empresa conseguiu contatar diretamente alguns deles e trazê-los para Fortaleza. Os outros chegaram no “boca a boca”, buscando melhores oportunidades de emprego.

“Eles não tinham noção do que o atingiam, muitos eram gratos por ter um teto para morar. Os homens moravam em uma garagem, que deveria servir apenas para alocar carros. Viviam em meio à sujeira. Sobretudo, eles também não foram informados sobre os cuidados da Covid-19 e sequer usavam máscaras”, comenta o auditor ressaltando o perigo da contaminação pelo coronavírus.

O local foi interditado imediatamente pelos auditores-fiscais, por causa do risco à integridade física dos trabalhadores. Também foi verificado o risco de choque elétrico devido às más instalações.

Clique na imagem para abrir a galeria

Resultado da ação

 

Depois da operação, os onze foram resgatados e receberam cerca de R$ 42 mil em salários atrasados e verbas rescisórias. O valor calculado pela Auditoria-Fiscal do Trabalho é baseado no tempo de serviço prestado ao empregador, segundo a Superintendência Regional do Trabalho.

A Auditoria também emitiu as guias de Seguro-Desemprego Especial do Trabalhador Resgatado, pelas quais as vítimas têm direito de receber três parcelas de um salário mínimo, equivalente a R$ 1.100 cada. Após o pagamento, eles puderam retornar para o município de origem. Eles serão encaminhados a órgãos de assistência social, para que possa ser feito o atendimento prioritário.

Denúncias

As denúncias de qualquer tipo de trabalho análogo ao de escravo podem ser feitas de forma anônima no Sistema IPÊ (https://ipe.sit.trabalho.gov.br) ou através do autoatendimento da Fiscalização do Trabalho: (85) 3878.3117.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags