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Ministério Público afirma que não há indícios para denunciar advogado por feminicídio

Jamile Correia morreu no dia 29 de agosto. Inicialmente, o caso foi considerado um suicídio, mas, posteriormente, foi investigado como feminicídio

20:03 | 29/04/2020
Jamile de Oliveira Correia morreu no Instituto Dr. José Frota
Jamile de Oliveira Correia morreu no Instituto Dr. José Frota (Foto: Reprodução/ Facebook)

O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio das 11ª e 166ª Promotorias de Justiça, que atuam na 4ª Varta Júri da Capital, concluiu, na última terça-feira, 28, a manifestação sobre a morte da empresária Jamile de Oliveira Correia e afirma que os promotores de Justiça não vislumbraram indícios mínimos para o oferecimento de denúncia pelo crime de feminicídio.

A morte de Jamile aconteceu no dia 29 de agosto. O processo possui mais de mil páginas, 63 depoimentos, provas periciais e arquivos de mídia. No entanto, os promotores não verificaram critérios mínimos para o oferecimento da denúncia de feminicídio. Eles entenderam que existe relação com outros crimes, como porte ilegal de arma de fogo, fraude processual e lesão corporal contra a vítima.

"Dessa forma, não havendo indícios de crime doloso contra a vida nos autos, pugnaram pelo declínio de competência e a consequente remessa dos autos para outro juízo", divulgou o órgão.

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