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economia

IPCA de fevereiro em Fortaleza sobe e fica em 0,69%, diz IBGE

O reajuste no preço da passagem do ônibus urbano contribuiu para o aumento

22:58 | 12/03/2019

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA de fevereiro em Fortaleza foi de 0,69%, maior que o registrado no País (0,43%). Em relação a janeiro (0,16%), a Capital teve um aumento de 0,53%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O acumulado no ano foi para 0,85%, acima dos 0,34% registrados no mesmo período de 2018. Nos últimos doze meses, o acumulado foi de 3,42%, menor que o verificado no Brasil (3,89%).

Em Fortaleza, a taxa do IPCA da variação e impacto entre os grupos de produtos no período mensal foi de 4,18%, sendo o quinto maior registrado, ficando atrás de Aracaju (5,93%), Salvador (4,66%), Rio de Janeiro (4,65%) e Recife (4,63%). Na comparação com o Brasil (3,53%), a Capital ficou 0,65% acima do registrado nacionalmente.

Sobre o serviço de Transportes em Fortaleza, o ônibus urbano teve uma variação de 5,72% no valor com um reajuste de 5,88% no preço da passagem a partir do dia 26/01, quando o custo da tarifa inteira foi de R$ 3,40 para R$ 3,60 e a estudantil passou de R$ 1,50 para R$ 1,60.

De acordo com o IBGE, o IPCA é calculado desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte.

Dados sobre INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC em fevereiro na Capital foi de 0,75%, 0,49 p.p. acima da taxa de 0,26% registrada em janeiro. O acumulado do ano está em 1,01% e o dos últimos doze meses foi de 3,30%. Fortaleza (0,75%) teve o quinto maior índice registrado no mês, atrás de Rio Branco (1,17%), Vitória (1,04%), Belém (0,97%) e Goiânia (0,88%).

Conforme o IBGE, o cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 30 de janeiro a 26 de fevereiro de 2019 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de dezembro de 2018 a 29 de janeiro de 2019. O INPC é calculado pelo Instituto desde 1979 e se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, tendo como base o rendimento do chefe assalariado.

DAVID MOURA