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Presidente do Sindiônibus lamenta transtorno no funcionamento do transporte público

Por meio de rede social, Dimas Barreira afirmou confiar nas forças de segurança do Estado e agradeceu funcionários

17:39 | 06/01/2019
Terminal de ônibus vazio
Terminal de ônibus vazio
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O serviço mais prejudicado pela onda de ataques na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e, posteriormente, no interior do Estado, foi o transporte público. Lamentando o cenário, o presidente executivo do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), Dimas Barreira, publicou um longo texto na sua página oficial do Facebook, onde afirma sentir muito "por esta difícil situação de insegurança que Fortaleza atravessa e por todos os impactos que nossos cidadãos vêm sofrendo em decorrência disto".

Desde o início dos ataques, na madrugada da última quarta-feira, 3, pelo menos dez ônibus na Capital e RMF. No texto, Barreira conta que os prejuízos deverão ser arcados pelas empresas já que "não existe seguro para vandalismo em frotas de ônibus".

"Não há nenhum meio de amortecer o impacto financeiro causado às empresas. Financeiramente o prejuízo é exclusivo das empresas, que muitas vezes nem têm condições de repor um ônibus em momento não previsto em seu planejamento financeiro", afirma.
[SAIBAMAIS]
Ainda de acordo com o relato do presidente do Sindiônibus, a limitação da capacidade de ofertar serviços levou à ação de existirem policiais embarcados. Ele comenta que apenas 136 ônibus estão circulando neste domingo, 6, quando o normal para o dia são 700 veículos, portanto, Fortaleza e RMF operam com algo em torno de 20% da frota. O sindicato já garantiu que nesta segunda-feira, 7, o funcionamento de toda a frota está garantido.

"A queima de um ônibus prejudica toda a população, pois a reposição de cada um leva vários meses e isso traz sérios impactos negativos ao desempenho normal do sistema de transportes", complementa.

No fim da publicação, Dimas Barreira agradeceu aos motoristas, cobradores e equipes de controle operacional, além de reafirmar a confiança nas forças de segurança em "restabelecer rapidamente a normalidade no nosso Estado". "Reitero à nossa população, especialmente a nossos clientes, que todos sentimos muito", finaliza.
 
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