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Extinta, Sejus foi atacada no primeiro ciclo de atentados registrado no Ceará

21:58 | 03/01/2019


O 1º ciclo de atentados registrado no Ceará se deu em fevereiro de 2014, quando a sede da extinta Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) e pelo menos dez ônibus foram atacados na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Conforme a Polícia Civil, as ações seriam uma retaliação à morte de Henrique de Sousa Monteiro, o “Henrique do Barroso”, 29.

Preso por tráfico, Henrique foi assassinado dentro da CPPL I, em Itaitinga. O corpo foi encontrado com sinais de espancamento. À época, os crimes não forma atribuídos a uma facção específica e os autores do crime não foram identificados.
[SAIBAMAIS]
Um ano depois, em março de 2015, no 2º ciclo de atentados, seis coletivos foram atacados, todos na Capital. Com motivação diferente da primeira onda, as ações teriam sido ordenadas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), após supostas intervenções no sistema prisional. Quatro meses depois, no 3º ciclo, mais cinco ônibus foram queimados depois da transferência de detentos para presídios federais.

Em novembro, as forças de segurança do Estado passaram a ser alvo das ações. No 4º ciclo, uma viatura da Polícia Civil foi incendiada. O batalhão da Polícia Militar no Montese e o 19º Distrito Policial, no Conjunto Esperança, foram atacados. As ações seriam uma retaliação à Chacina da Grande Messejana, praticada por PMs. Nas redes sociais, circularam “salves” com ordens de ataque e ameaças “contra os fardados do Governo”.
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