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Caminhão de coleta de lixo é incendiado; suspeitos são capturados

Dois homens e uma mulher foram presos. Adolescente que confessou participação no crime também foi capturado

19:21 | 21/01/2019
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Atualizada às 22h58min 

 

Três adultos foram presos e um adolescente capturado por suspeita de participação no incêndio ocorrido na noite desta segunda-feira, 21, na rua Valdetário Mota, no bairro Papicu, em Fortaleza.

Bruna Ferreira da Silva, 22, Joelson Ferreira dos Santos, 25, e Renê Laureano de Souza, 26, estavam em uma casa nas proximidades da avenida Zezé Diogo. O trio teria fugido em um carro modelo Classic cor chumbo, que foi encontrado pelo  Batalhão de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio) perto da residência onde os criminosos estavam.

Em uma outra operação,a Força Tática da Polícia Militar apreendeu um adolescente que, ao chegar na delegacia, teria dito, em depoimento, que participou do ataque ao caminhão de lixo.

Incêndio em caminhão de lixo no Papicu


A ocorrência aconteceu por volta das 18h30min. A Polícia e o Corpo de Bombeiros foram acionados. Os suspeitos, após atearem fogo no veículo, fugiram.


De acordo com os dois funcionários que trabalhavam no veículo, era feita a coleta do lixo no local quando um carro preto encostou e dois homens os renderam, mandando que eles encostassem na parede e não olhassem enquanto a ação era realizada. Como não olharam muito, os funcionários apenas viram que os criminosos utilizaram um galão para atear fogo no caminhão.

Após a fuga da dupla, os funcionários tentaram conter as chamas. O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE) esteve no local e apagou o incêndio. O sargento Edson Nogueira informou que viaturas realizavam buscas na área, tentando localizar o veículo usado no ataque.

Um dos funcionários disse à reportagem que essa seria a última noite que eles trabalhariam neste período. Por medida de segurança, a coleta seria realizada, a partir desta terça-feira, somente no período diurno.

"Me sinto constrangido", relatou um funcionário, que não quis se identificar. "A comunidade continua com tudo sujo ao redor das casas, e nós passamos por uma situação dessas em que não conseguimos trabalhar".

A proprietária do caminhão, que também não quis divulgar a identidade, afirmou que possui dois veículos mas apenas um deles estava rodando, por medo da violência. Após o ataque, ela se disse abalada e que não sabe o que vai fazer a partir de agora.

Redação O POVO Online 
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