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DCE da Unifor denuncia caso de racismo dentro da universidade

Conforme integrante do diretório, a vítima recebeu gritos de "Esse lugar não é para gente como você" de homens na entrada do campus. Caso já foi levado à delegacia
11:22 | Out. 17, 2018
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A Universidade de Fortaleza (Unifor) teve um caso de racismo dentro do campus na última quinta-feira, 11, conforme denunciado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da instituição. Em nota publicada no Facebook na terça-feira, 16, o diretório repudiou o episódio e chamou atenção sobre a prática ser crime pela legislação brasileira. 

[SAIBAMAIS]Uma integrante do diretório entrevistada pelo O POVO Online relatou que a vítima - que preferiu não dar entrevista por já ter recebido ameaças em redes sociais - chegou ao DCE “bem desesperada” após receber gritos de “você não merece estar aqui”, “esse lugar não é para gente como você” e “sua negra! Não quero conviver com pessoas do seu tipo aqui na universidade”. Segundo o relato, a aluna estava entrando na universidade e foi abordada por rapazes que estavam próximos ao Núcleo de Atenção Médica Integrada (Nami).

Conforme a integrante do DCE, foi orientado que a vítima fizesse um Boletim de Ocorrência relatando o caso, o que ela fez acompanhada da família. Não foram informadas ao DCE as características dos agressores nem quantos eram. E ainda não se sabe se eles são ou não alunos da universidade. A estudante disse que a Unifor está apoiando tanto a vítima quanto o DCE desde que o caso foi informado.

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Em nota, a Unifor disse que, caso fique comprovado o racismo, a instituição "adotará o rigor da lei". "Racismo é crime. A Universidade de Fortaleza repudia qualquer atitude de natureza racista", ressaltou.
 
Redação O POVO Online 
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Estudo diz que CoronaVac eleva resposta em pacientes imunossuprimidos

Saúde
16:55 | Ago. 04, 2021
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Um estudo conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com pacientes imunossuprimidos mostrou que a vacina contra o coronavírus CoronaVac foi bem sucedida ao aumentar os níveis de anticorpos contra a doença. A pesquisa foi publicada, em julho, na revista científica britânica Nature

Pacientes imunossuprimidos são aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos.

A pesquisa, conduzida com 910 pacientes com doenças reumatológicas autoimunes, além de 182 pessoas em um grupo de controle, mostrou que a vacina é capaz de aumentar em 70,4% o percentual de anticorpos IgG que combatem o vírus. No grupo de controle, a elevação no número de anticorpos chegou a 95,5%.

Em relação aos anticorpos neutralizantes, o estudo indicou uma elevação de 56,3% entre os imunossuprimidos e de 79,3% no grupo de controle de adultos saudáveis.

A pesquisa destaca, ainda, que pessoas com doenças autoimunes, em que o sistema imunológico ataca o próprio organismo, são tratadas frequentemente com medicamentos que reduzem os níveis de anticorpos e, consequentemente, a capacidade de resposta do corpo à doença.

Reações adversas

Também não foram anotadas reações adversas moderadas ou graves após aplicação da vacina, produzida no Brasil em uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. 

As reações mais relatadas foram dor no local da injeção, por 19,8% dos imunossuprimidos e 17% do grupo de controle, dores de cabeça (20,2% entre os imunossuprimidos e 11% no grupo de controle) e sonolência (13,6% nos imunossuprimidos e 10,4% no grupo de controle).

Os pesquisadores apontam, também, no texto da publicação científica, que o levantamento comprovou a capacidade da vacina de reduzir no curto prazo o número de casos sintomáticos de covid-19. No entanto, o grupo disse que os efeitos a longo prazo ainda estão sendo estudados, inclusive a necessidade de um reforço vacinal.

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CPI aponta contradições após Blanco negar que negociou vacinas com Ministério

POLÍTICA
16:34 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid apontou contradições na versão do coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, sobre os contatos com a empresa Davati, que tentou vender vacinas para o governo federal sem comprovar a capacidade de entregar doses.
Blanco afirmou que começou a conversar com o policial Luiz Paulo Dominghetti em fevereiro para viabilizar um negócio de venda de vacinas ao setor privado, e não ao governo. Foi o coronel quem levou Dominghetti para um jantar, no dia 25 de fevereiro, com o então diretor de Logística do ministério, Roberto Dias, acusado de pedir propina.
De acordo com documentação entregue na CPI, o representante da Davati no Brasil, Cristiano Carvalho, cobrou de Blanco respostas sobre a negociação com o Ministério da Saúde. Além disso, os senadores apontaram 64 vezes em que Blanco ligou para Dominghetti pelo WhatsApp. De acordo com o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), a versão de negociação apenas no setor privado é "imprecisa".
O senador Marcos Rogério (DEM-RR), aliado do presidente Jair Bolsonaro, criticou o relator por revelar as conversas, que foram protocoladas pela CPI como documentos sigilosos. Renan, no entanto, disse que a catalogação foi feita de forma equivocada e que as conversas foram entregues por Carvalho de forma pública. "É por isso que Vossa Excelência fica preocupado toda vez que essas bandalheiras vêm à tona", disse Renan a Marcos Rogério. O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que Blanco omitiu algumas conversas ao entregar seus documentos para a comissão. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também levantou suspeitas sobre a versão do coronel. "É muita cara de pau", declarou.
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CPI: Marcelo Blanco diz que negociava vacinas para setor privado

Política
16:29 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado ouve, nesta quarta-feira (4), o ex-assessor de Logística do Ministério da Saúde, Marcelo Blanco. Citado em vários depoimentos tomados pela CPI, ele foi o responsável por apresentar, no dia 25 de fevereiro, o policial militar e vendedor Luiz Paulo Dominghetti Pereira, representante da Davati, ao ex-diretor de Logística da Saúde Roberto Ferreira Dias, durante um encontro em um restaurante em Brasília. 

Nessa ocasião, segundo Dominguetti, que dizia ter 400 milhões de doses do imunizante para oferecer, Roberto Dias teria pedido US$ 1 de propina para fechar contrato de compra pelo Ministério da Saúde. Dias negou essa acusação e disse que o encontro com Dominguetti e Blanco no restaurante ocorreu por acaso.

O ex-assessor de Logística do Ministério, também negou as acusações de Dominguetti contra seu ex-chefe. Blanco disse que apesar de ter saído mais cedo do jantar, não houve pedido de propina.

Blanco também negou as acusações de Dominguetti contra seu ex-chefe. O ex-assessor disse que apesar de ter saído mais cedo do jantar para assistir em casa um jogo do Flamengo, não houve pedido de propina.

Mercado privado

Aos senadores Marcelo Blanco, que é o dono da Valorem Consultoria em Gestão Empresarial, voltada à mediação de negócios e assessoria técnica e à atividades ligadas ao mercado de saúde, disse que tinha interesse apenas na comercialização de doses de vacina para o mercado privado. “Nunca acompanhei representante de qualquer empresa em visitas ao Ministério da Saúde ou qualquer órgão público. O meu intuito em relação ao senhor Dominguetti se restringia ao desenvolvimento de um possível mercado de vacinas para o segmento privado, assunto que estava em discussão na sociedade civil por meio de interesse de grandes grupos econômicos brasileiros e das propostas de regulamentação no Congresso Nacional ”, justificou o depoente.

“Essa atividade de venda de vacinas para o setor privado era uma oportunidade irregular, absolutamente irregular. Sequer havia lei autorizando, aprovado no Congresso Nacional. Muito graves as alegações que o depoente começa a trazer aqui”, reagiu o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL).

Diante de intensas trocas de mensagens entre Blanco e Dominguetti, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) quis saber quanto seria o comissionamento para a venda de vacinas para o setor privado. Em resposta, o depoente disse que não houve combinação de comissão com a Davati. “Não chegamos nesse ponto”, garantiu.

O relator do colegiado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), exibiu mensagens de celular enviadas por Dominguetti a Blanco com propostas contendo os valores das doses dos imunizantes e uma sugestão de comissionamento pela venda da vacina. Blanco explicou que as mensagens foram tiradas de contexto e disse que, por prospectar em Dominguetti uma possível parceria comercial, nunca chegou a pedir pagamento, apenas orientou os representantes da Davati sobre os ritos dentro do Ministério da Saúde.

Cargo

Sobre como chegou ao Ministério da Saúde, Marcelo Blanco disse que foi indicado ao então ministro Eduardo Pazuello pelo coronel Franco Duarte, de quem é amigo há mais de 35 anos.

Blanco disse ainda que tinha uma relação “amistosa” com Roberto Dias, a quem era subordinado e negou acusações feitas à CPI por Cristiano Alberto Carvalho, vendedor da Davati no Brasil. Em depoimento ao colegiado, Cristiano disse que o militar era “um assessor oficioso” de Roberto Dias. Ao falar de suas relações com autoridades do Ministério, Blanco disse que não era próximo de Pazuello. “Tinha dias em que eu sequer via o general Pazuello. Eu não participava de reuniões de cunho estratégico, reuniões de gabinete de crise com outros secretários de áreas finalísticas. Meu cargo era consultivo”, explicou.

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-assessor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde. O objetivo é esclarecer suposto pedido de propina por dose de vacina em tratativas ilícitas com a
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia realiza oitiva do ex-assessor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Marcelo Blanco (foto). - Jefferson Rudy/Agência Senado

Outro ponto abordado pelos senadores foi o fato de Blanco ter sido exonerado do departamento de logística do Ministério da Saúde, em 19 de janeiro e de em junho a portaria 272/21 da pasta trazer um novo afastamento dele da função. “O senhor é exonerado e continua com um cargo substituto até 30 de junho, quando o senhor é dispensado no dia 30 de junho. Então, essas negociações [ de venda de vacina] que o senhor estava fazendo, o senhor estava ainda dentro do Ministério da Saúde”, indagou o senador.

“Isso é materialmente impossível, porque existe uma exoneração em 19 de janeiro. Isso é materialmente impossível. Isso é claramente um erro. É um erro do ministério”, garantiu Blanco que acrescentou que de janeiro a junho não recebeu e nem tinha acesso ao sistema do Ministério da Saúde.

VTClog

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), classificou ainda como oferecimento de "vantagem indevida" o convite a Marcelo Blanco para assumir uma função da empresa de logística VTCLog, que mantém contratos com o governo federal e também é alvo da comissão. Em depoimento à comissão, Blanco afirmou ter recebido a oferta enquanto estava no Ministério da Saúde pelo general Roberto Severo Ramos, que seria consultor da empresa. O convite não foi aceito, esclareceu.

Habeas Corpus

Apesar de amparado por um habeas corpus, concedido em julho pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que permite que Blanco fique em silêncio e não responda a perguntas que o incriminem, o tenente-coronel tem respondido a todos os questionamentos dos parlamentares.

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Transmissão ao vivo de CRB x Fortaleza pela Copa do Brasil; acompanhe narração

Rádio O POVO CBN
16:17 | Ago. 04, 2021
Autor Redação O POVO
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Fortaleza e CRB-AL medem forças forças nesta quarta-feira, 4, às 16h30min, no estádio Rei Pelé, em Maceió, no jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Na partida de ida, o Tricolor venceu por 2 a 1 tem a vantagem do empate para avançar à próxima fase. Acompanhe a transmissão AO VIVO da partida com narração da rádio O POVO CBN.

+ Escalação: como CRB e Fortaleza vão a campo pela Copa do Brasil

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Conab: área entre RS e sul de SP pode ter geadas; milho e trigo estão vulneráveis

ECONOMIA
16:15 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) alertou produtores de regiões do Rio Grande do Sul ao sul de São Paulo para a possibilidade de geadas. "A condição climática adversa pode impactar, principalmente, o desenvolvimento de milho 2ª safra e do trigo em estádios mais avançados", disse em nota.
Além das baixas temperaturas, a previsão esperada para todo o Sul do País é de um clima mais seco. "No Paraná, a falta de chuvas pode restringir as lavouras de milho 2ª safra em enchimento de grãos e de trigo em desenvolvimento, uma vez que a umidade no solo se encontra baixa. Já em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul a ausência de precipitações não tende a trazer grandes impactos, uma vez que o armazenamento hídrico no solo se mantém em níveis suficientes para o desenvolvimento das lavouras na próxima semana", avaliou a estatal.
Ainda conforme a Conab, não há previsão de chuvas para as regiões Centro-Oeste, Sudeste, Norte e para boa parte do Nordeste. "Essa condição favorece a colheita das culturas de segunda safra, com destaque para o milho 2ª safra e para o algodão. No caso da fibra, o índice de colheita chega a 45,4% em todo o país. Em Mato Grosso houve avanço das operações de colheita, chegando a abranger 63,4% da área total cultivada", destacou. Em Mato Grosso do Sul, a colheita atinge 50% da área total cultivada "sem registro de danos por geadas na última semana".
Na região de Sergipe, Alagoas e Bahia, segundo a Conab, a umidade no solo é suficiente para o desenvolvimento do feijão e do milho 3ª safra, principalmente nos municípios mais próximos ao litoral. "Na Bahia, as lavouras do grão iniciaram a fase de maturação, apresentando condições distintas, em razão do clima, especialmente a escassez de chuvas, e a semeadura em diferentes períodos."
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