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Polícia encerra festa de Carnaval de facção criminosa e detém 67 pessoas

O grupo formado por adultos e adolescentes foi levado à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) em um ônibus fornecido pela PM

21:29 | 10/02/2018

(Foto: WhatsApp O POVO)
Operação da Polícia Militar deteve 67 pessoas, entre adolescentes e adultos, no bairro Padre Andrade, neste sábado, 10. A Polícia aponta as pessoas como participantes de uma festa de Carnaval que fazia referência a uma facção criminosa.

As pessoas detidas foram levadas em ônibus disponibilizado pela Polícia Militar, que encaminhou todos à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). De acordo com o o policial do Batalhão de Políciamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio), sargento PM Ubiratam, a região é ocupada por pessoas que se denominam de uma facção criminosa. Neste sábado, 10, essas pessoas bloquearam a via do lado da via férrea e colocaram aparelhos de som.

Os policiais receberam denúncia de que havia uso de álcool por adolescentes e drogas como loló e cocaína. O major Nacarato, coordenador da operação, orientou os policiais a criarem um cerco fechando os acessos pelos trilhos. "Demos voz de comando para separar homens e mulheres e começamos a busca pessoal e na área. Constatamos menores ingerindo bebida álcoolica, consumo de drogas e indivíduos que respondem processos desde furto a latrocínio (roubo seguido de morte)", ressalta o policial.

Foi apreendido um coldre (cinto) no padrão da Polícia Militar e um revólver calibre 38 do acervo da PM. Participavam da operação policiais militares do BPRaio e no apoio os militares do Comando Tático Motorizado (Cotam), do Batalhão de Choque (BPChoque) e da Área Integrada de Segurança (AIS 6).

SSPDS 

Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a ocorrência foi registrada na rua Tenente Lisboa e que além do consumo e venda de bebidas álcoolicas para adolescentes, além da ocorrência de pertubação do sossego. 

O cerco, conforme a SSPDS, foi organizado após informação do serviço de inteligência.

O POVO opta por não divulgar o nome de facções criminosas, salvo quando imprescindível para compreensão da informação.

JéSSIKA SISNANDO