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Distribuição de leite especial a crianças alérgicas a leite de vaca é restabelecida no Ceará

No último dia 17, famílias conseguiram na Justiça uma liminar que determinava o fornecimento das fórmulas para crianças com Alergia à Proteína do Leite da Vaca (APLV)

19:45 | 21/11/2017
O estoque de fórmulas para crianças com Alergia à Proteína do Leite da Vaca (APLV) foi restabelecido pela Secretaria da Saúde do Estado (sesa) nessa segunda-feira, 20. Na última sexta-feira, 17, famílias conseguiram liminar contra o Estado do Ceará determinando o fornecimento de leite especial no prazo de até três dias. As fórmulas estavam em falta já há dez dias.

De acordo com a Sesa, 1.251 latas foram entregues das 7h às 16 horas desta terça-feira, 21, a 162 famílias. A maioria das crianças com alergia a leite de vaca ingressa no programa entre 0 a 4 anos, e o acompanhamento continua enquanto for necessário. Atualmente, crianças de até 10 anos são atendidas.
 
Ao todo, 3.384 crianças são atendidas no Estado. Dessas, 2.500 recebem as fórmulas Neocate LCP, Neocate Advance, Pregomin e Aptamil Pepti. As crianças que não precisam da fórmula, seja pelo aleitamento materno ou porque o uso do leite especial foi descontinuado, continuam sendo acompanhadas. Conforme a pasta, mães e crianças são atendidos por nutricionistas e psicólogos.

O atendimento está distribuído pelo Centro de Saúde Meireles (CSM), que atende 3 mil pacientes; Hospital Infantil Albert Sabin (Hias), com 84 crianças; Núcleo de Atendimento Médico Integrada (Nami), que recebe 300 crianças. 

Caracterizada pela reação do sistema imunológico às proteínas, especialmente a caseína (do coalho) e às do soro, a alergia à proteína do leite de vaca é o tipo mais comum nas crianças até dois anos.
 
Redação O POVO Online
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